Quando chego num lugar e as coisas acontecem de maneira sistemática e perfeita, mesmo quando aparentemente não estão dando certo, me convenço mais ainda de que o Universo é um perfeito maestro que rege com sabedoria divina tudo que acontece.
Para que possamos enxergar além da vida quotidiana e possamos perceber a dimensão disso tudo, é necessária uma mudança de padrões de pensamentos e sentimentos, daí conseguiremos, finalmente, perceber o mundo invisível no qual estamos envolvidos.
A física quântica já provou que tudo está interligado e muitas vezes, para algumas pessoas, é necessário um pouco de estudo através de uma visita a essas pesquisas para que elas acreditem e entendam melhor o que acontece.
Hoje em dia existem livros acessíveis que tornam esse assunto muito simples de entender, não é necessário termos vasto conhecimento em física, matemática, etc.
Eu sempre pensei que ciência e espiritualidade deveriam andar juntas e é maravilhoso ver hoje em dia, isso se concretizando de várias formas e por isso, para mim, foi essencial ler sobre descobertas maravilhosas nessa área e que continuam sendo feitas, através de pesquisas na área da física quântica.
No início desses meus estudos, eu achava os textos e todo material disponível um pouco cansativo, mas como disse, hoje existem cientistas que perceberam que precisam sair de seus laboratórios e levar para o mundo, de forma simples, essas informações tão importantes e que podem mudar o rumo de nossas vidas de uma maneira muito concreta.
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terça-feira, 3 de abril de 2018
sábado, 27 de janeiro de 2018
Lei da atração - sempre infalível
Aquela história que só damos real valor as coisas que temos quando
as perdemos, muitas vezes é verdadeira.
Um dos ensinamentos mais
importantes que recebi através dos estudos sobre Lei da Atração é que devemos
ser gratos por tudo que temos.
Sempre fui grata por tudo, mas
ficando no agora vejo minha vida com maior clareza e percebo que sempre
tenho inúmeros motivos para sentir gratidão.
Nesse momento, por exemplo,
estou com uma contratura que está me limitando bastante - não estou conseguindo
fazer nem um terço do que faço diariamente.
Ainda assim, consigo ser grata
porque sei que essa situação é passageira e amanhã ou depois voltarei ao meu
estado normal.
Também sou grata porque posso
aproveitar este momento mais 'parado' para fazer outras coisas que adoro como, por exemplo, ler livros, assistir filmes.
Sou muito ansiosa, vejo que são
nesses momentos que consigo desacelerar de verdade e como penso que nada acontece
por acaso e estamos aqui para aprender...
Mas muitas vezes não enxergamos
o que temos, só vemos o que nos falta e isso se agrava muito por vivermos numa
sociedade que se sustenta através do consumismo exagerado, onde o valor das
pessoas se baseia na sua beleza padrão, conta bancária, sobrenome, likes nas
redes sociais, etc.
Se ficarmos no agora e olharmos
nossa vida neste exato momento, veremos pelo menos uma coisa pela qual devemos
ser gratos e como a Lei da Atração é uma lei infalível, mais do mesmo virá...
Podemos mudar o rumo das nossas
vidas com essa simples e mágica prática diária - sentindo gratidão.
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
Feministas e escravas do lar?
Aqui em casa quem cozinha são os homens, eles são os 'donos' da cozinha...
Lembro daquela frase horrível que muitas mulheres diziam para suas filhas, sobrinhas, meninas em geral: - Já sabe cozinhar, já pode casar.
Será que não fui vítima disso porque minha mãe nunca me disse nada a respeito?
Não sei, só sei que o feminismo chegou bem precocemente na minha vida e às vezes penso que não foi através de livros, exemplos ou algo parecido - acho que foi porque sempre fui muito questionadora.
Se um homem e uma mulher casam, por que o trabalho doméstico tem que ficar ao encargo só da mulher, mesmo quando ela trabalha fora tanto quanto o homem?
Numa determinada época convivi com muitas mulheres que se diziam feministas mas geralmente, quando observava melhor seus comportamentos em casa, com seus companheiros, era muito decepcionante - nada de divisão de tarefas!
Lembro de uma colega que era profissionalmente brilhante mas quando chegava em casa, depois de ter trabalhado o dia inteiro, ela assumia 100% das tarefas domésticas.
E seu marido???
Acredito que estava muito ocupado lendo o jornal, assistindo televisão...
Se existe 'culpa' nesse caso, não tenho dúvida de que é da mulher - é ela que tem que se posicionar!
Para alguns homens, é muito cômodo ter uma mulher profissionalmente ativa e ainda uma excelente escrava do lar.
Dá muito trabalho ser feminista de verdade, mas não existe outro jeito.
Lembro daquela frase horrível que muitas mulheres diziam para suas filhas, sobrinhas, meninas em geral: - Já sabe cozinhar, já pode casar.
Será que não fui vítima disso porque minha mãe nunca me disse nada a respeito?
Não sei, só sei que o feminismo chegou bem precocemente na minha vida e às vezes penso que não foi através de livros, exemplos ou algo parecido - acho que foi porque sempre fui muito questionadora.
Se um homem e uma mulher casam, por que o trabalho doméstico tem que ficar ao encargo só da mulher, mesmo quando ela trabalha fora tanto quanto o homem?
Numa determinada época convivi com muitas mulheres que se diziam feministas mas geralmente, quando observava melhor seus comportamentos em casa, com seus companheiros, era muito decepcionante - nada de divisão de tarefas!
Lembro de uma colega que era profissionalmente brilhante mas quando chegava em casa, depois de ter trabalhado o dia inteiro, ela assumia 100% das tarefas domésticas.
E seu marido???
Acredito que estava muito ocupado lendo o jornal, assistindo televisão...
Se existe 'culpa' nesse caso, não tenho dúvida de que é da mulher - é ela que tem que se posicionar!
Para alguns homens, é muito cômodo ter uma mulher profissionalmente ativa e ainda uma excelente escrava do lar.
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Dar um tempo
Sempre leio livros de forma convencional - não pulo páginas, nem capítulos.
Mas às vezes as leituras emperram, não conseguem avançar, como se eu não estivesse pronta para receber aquele conteúdo.
E quando penso em pular páginas, já sei que preciso deixar o livro de lado, dar um tempo para nós dois.
Geralmente, nessas ocasiões, fico meio chateada e com uma sensação de fracasso mas depois, pensando melhor, vejo que os livros também tem vida própria.
A relação com o livro tem que ser de sintonia plena, caso contrário, não iremos aproveitar o conteúdo proposto, iremos perder tempo com uma leitura superficial.
Os conteúdos apresentados por cada publicação são direcionados para um público muito específico, por isso fazemos nossas escolhas nas livrarias ou sites e adoro quando o autor diz: - se você leu este livro até aqui, então...
Não estamos aptos, neste momento, para ler qualquer publicação - mas amanhã ou depois quem sabe.
Mas às vezes as leituras emperram, não conseguem avançar, como se eu não estivesse pronta para receber aquele conteúdo.
E quando penso em pular páginas, já sei que preciso deixar o livro de lado, dar um tempo para nós dois.
Geralmente, nessas ocasiões, fico meio chateada e com uma sensação de fracasso mas depois, pensando melhor, vejo que os livros também tem vida própria.
A relação com o livro tem que ser de sintonia plena, caso contrário, não iremos aproveitar o conteúdo proposto, iremos perder tempo com uma leitura superficial.
Os conteúdos apresentados por cada publicação são direcionados para um público muito específico, por isso fazemos nossas escolhas nas livrarias ou sites e adoro quando o autor diz: - se você leu este livro até aqui, então...
Não estamos aptos, neste momento, para ler qualquer publicação - mas amanhã ou depois quem sabe.
sábado, 20 de janeiro de 2018
Amizade, liberdade, respeito
Muitas vezes pode parecer que estou brincando, ou que o que estou fazendo é um teatro, mas não é...
Quando gosto realmente de alguém não consigo guardar dentro de mim - acabo expressando de alguma maneira - geralmente falo, sem me preocupar muito sobre as consequências ou esperando retorno.
Não sou o tipo de amiga 'grude', ao contrário, deixo meus amigos livres e gosto que façam o mesmo comigo, mas isso não quer dizer que não esteja com eles mesmo estando, muitas vezes, distante fisicamente.
Amo meus amigos livremente, sem aprisionar e por ser aquariana, também não gosto de ser aprisionada.
Ir na minha casa sem me ligar ou insistir para que eu faça alguma coisa que não quero, é pedir para que eu me afaste, respeito ao meu espaço é fundamental.
Gosto muito de festas - de preferência aquelas tipo 'todas as tribos' e todas as músicas, mas também gosto de ficar sozinha com meus livros, minhas ideias, meus animais.
Hoje em dia procuro não perder tempo com relacionamentos que não me acrescentam em nada ou aqueles que somente sugam minha preciosa energia vital - não estou mais disponível para ser ouvinte de pessoas do tipo que pensam que a culpa dos seus problemas é única e exclusivamente dos outros e não fazem nada para mudar suas vidas.
Quando gosto realmente de alguém não consigo guardar dentro de mim - acabo expressando de alguma maneira - geralmente falo, sem me preocupar muito sobre as consequências ou esperando retorno.
Não sou o tipo de amiga 'grude', ao contrário, deixo meus amigos livres e gosto que façam o mesmo comigo, mas isso não quer dizer que não esteja com eles mesmo estando, muitas vezes, distante fisicamente.
Amo meus amigos livremente, sem aprisionar e por ser aquariana, também não gosto de ser aprisionada.
Gosto muito de festas - de preferência aquelas tipo 'todas as tribos' e todas as músicas, mas também gosto de ficar sozinha com meus livros, minhas ideias, meus animais.
Hoje em dia procuro não perder tempo com relacionamentos que não me acrescentam em nada ou aqueles que somente sugam minha preciosa energia vital - não estou mais disponível para ser ouvinte de pessoas do tipo que pensam que a culpa dos seus problemas é única e exclusivamente dos outros e não fazem nada para mudar suas vidas.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Livros
Sempre li muito, desde criança e ganhava muitos livros dos meus pais, dos meus tios, de amigos da família.
Lembro de alguns com capas atrativas e muitas ilustrações maravilhosas - que saudade deles...
Depois passei para os Gibis - Tio Patinhas, Pato Donald, Turma da Mônica.
Quando adolescente lembro da minha preferência pelos livros de Agatha Christie, sempre envoltos em tantos mistérios...
Hoje, tenho o hábito de ler vários livros ao mesmo tempo - tenho um livro dentro da minha sacola de praia, dois livros dentro do carro - um em inglês, dentro da bolsa, na mesa de cabeceira - vários!
Amo ler desde sempre, nunca perdi este hábito que nasceu quando eu era muito pequena.
O segredo por ter me mantido interessada por leitura ao longo da vida, penso que seja porque pude ler o que escolhia, quase nada era imposto.
Obrigar pessoas a lerem determinado tipo de literatura é a forma mais eficiente de afastá-las de qualquer tipo de publicação escrita.
O que geralmente é feito nas escolas, é um exemplo clássico disso e por isso raramente vemos alunos felizes quando existe a possibilidade de leitura dentro do contexto escolar.
Acredito que um 'leque' maior de possibilidades nas escolhas de livros nas escolas, dando chance para o prazer, para que aconteça 'a viagem', reflexão, transformação, criação de novas ideias - tudo de bom que uma leitura pode trazer.
Lembro de alguns com capas atrativas e muitas ilustrações maravilhosas - que saudade deles...
Depois passei para os Gibis - Tio Patinhas, Pato Donald, Turma da Mônica.
Quando adolescente lembro da minha preferência pelos livros de Agatha Christie, sempre envoltos em tantos mistérios...
Hoje, tenho o hábito de ler vários livros ao mesmo tempo - tenho um livro dentro da minha sacola de praia, dois livros dentro do carro - um em inglês, dentro da bolsa, na mesa de cabeceira - vários!
Amo ler desde sempre, nunca perdi este hábito que nasceu quando eu era muito pequena.
O segredo por ter me mantido interessada por leitura ao longo da vida, penso que seja porque pude ler o que escolhia, quase nada era imposto.
Obrigar pessoas a lerem determinado tipo de literatura é a forma mais eficiente de afastá-las de qualquer tipo de publicação escrita.
O que geralmente é feito nas escolas, é um exemplo clássico disso e por isso raramente vemos alunos felizes quando existe a possibilidade de leitura dentro do contexto escolar.
Acredito que um 'leque' maior de possibilidades nas escolhas de livros nas escolas, dando chance para o prazer, para que aconteça 'a viagem', reflexão, transformação, criação de novas ideias - tudo de bom que uma leitura pode trazer.
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sábado, 6 de janeiro de 2018
Filhos
Uma das coisas que aprendi ao longo da vida é evitar conversar sobre filhos com quem não os têm.
Como aprendi?
Como aprendi?
Foi a partir da minha vivência, lembro o que eu pensava a respeito antes de ter meus filhos, cheia de teorias.
Quando me tornei mãe, logo percebi que as coisas seriam muito diferentes na prática, aqueles livros e teorias pouco me ajudaram, muitas vezes até atrapalharam.
Quando me tornei mãe, logo percebi que as coisas seriam muito diferentes na prática, aqueles livros e teorias pouco me ajudaram, muitas vezes até atrapalharam.
Mas dia desses, não pude evitar e acabei iniciando uma conversa sobre o assunto com uma amiga que eu não via há muitos anos e que não tem filhos.
Conversávamos sobre outros assuntos e de repente entramos no assunto "filhos".
Conforme a conversa acontecia, ela começou a fazer um discurso emocionado, crítico, irônico e de certa forma agressivo sobre a mãe que ela pensava que eu era e, chegou a prever o quanto vou sofrer no futuro!
Conforme a conversa acontecia, ela começou a fazer um discurso emocionado, crítico, irônico e de certa forma agressivo sobre a mãe que ela pensava que eu era e, chegou a prever o quanto vou sofrer no futuro!
Ela sabe que sou uma mãe que ama, diz que ama e que tem atitudes que demonstram todo esse amor!
Sim, sou uma mãe que ama exageradamente, mas tenho certeza que todo esse amor ajudou a construir estes dois homens maravilhosos que eu tenho como filhos e muito pouco prejudicou a formação deles - se é que isso aconteceu.
Quem os conhece bem (não é o caso dessa minha amiga) pode confirmar isso - sei que sou suspeita para fazer elogios...
Aliás, sempre recebemos muitos elogios com relação aos dois - de amigos, pais de amigos, colegas, professores.
Quanto a conversa com minha amiga, ela seguiu dizendo que eu vou sofrer muito quando eles saírem de casa e forem viver suas vidas.
Eu respondi que sabia disso, mas que se eles estiverem felizes, eu irei superar com certeza esse sofrimento e irei compartilhar dessa felicidade, mesmo que a distância.
Notei que ela nem ouviu o que eu disse e continuou falando: "tu vai sofrer, haha".
Muito decepcionante...
Notei que ela nem ouviu o que eu disse e continuou falando: "tu vai sofrer, haha".
Muito decepcionante...
Como lidar com uma situação dessas?
Na hora da conversa congelei, fiquei muito triste porque percebi que havia algo por trás de toda aquela agressividade, já tinha vivido isso com uma outra amiga - que depois, me pediu desculpas num ato de humildade e sabedoria.
Na hora da conversa congelei, fiquei muito triste porque percebi que havia algo por trás de toda aquela agressividade, já tinha vivido isso com uma outra amiga - que depois, me pediu desculpas num ato de humildade e sabedoria.
Conheço muitas pessoas que não tem filhos e vivem muito bem, mas não era o caso - percebi na hora que ela tinha sérios problemas com relação a esse tema.
Tudo mais que eu falasse naquela hora, iria soar como ofensa - preferi então me calar.
Nós que amamos demais nossos filhos, muitas vezes incomodamos muito os que não tem a felicidade de viver essa experiência - que para mim, é a melhor coisa que aconteceu nesta vida.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Primeira vez
Estava na praia e fui procurar um livro para ler, embora soubesse que todos que existiam em casa, eu já havia lido.
Encontrei um da Martha Medeiros - 'Fora de mim' e sem lembrar do conteúdo, comecei a releitura.
Afinal sou fã da autora e, geralmente, amo todos os livros que leio dela - que sempre ganho da minha amada Manú, a namorada do meu filho.
Comecei a ler e o conteúdo que não me reportava a nada, foi como se estive lendo pela primeira vez, achei muito estranho.
Mas agora, lembrando dessa sensação, foi que acabei entendo o que estava acontecendo - a Maga que leu o livro há mais ou menos uns 5 anos atrás já não existe mais...
Ela deu lugar ao nascimento de uma nova Maga e é por isso que tenho essa sensação de primeira vez.
É a primeira vez que a nova Maga está lendo 'Fora de mim'.
Mudamos a cada dia que passa e aquela pessoa que éramos, acaba morrendo ao longo do tempo - como todas as coisas na natureza.
Encontrei um da Martha Medeiros - 'Fora de mim' e sem lembrar do conteúdo, comecei a releitura.
Afinal sou fã da autora e, geralmente, amo todos os livros que leio dela - que sempre ganho da minha amada Manú, a namorada do meu filho.
Comecei a ler e o conteúdo que não me reportava a nada, foi como se estive lendo pela primeira vez, achei muito estranho.
Mas agora, lembrando dessa sensação, foi que acabei entendo o que estava acontecendo - a Maga que leu o livro há mais ou menos uns 5 anos atrás já não existe mais...
Ela deu lugar ao nascimento de uma nova Maga e é por isso que tenho essa sensação de primeira vez.
É a primeira vez que a nova Maga está lendo 'Fora de mim'.
Mudamos a cada dia que passa e aquela pessoa que éramos, acaba morrendo ao longo do tempo - como todas as coisas na natureza.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Pessoas e Animais felizes
Uma das coisas mais emocionantes que li, foi quando a Rhonda Byrne, autora de 'O Segredo', disse que o que ela mais queria era fazer as pessoas felizes.
Dia desses, indo para o trabalho, passei de carro por uma pessoa que caminhava na rua, com um olhar muito triste.
Pensei na hora, que adoraria trabalhar com algo que de alguma forma deixasse as pessoas mais felizes e lembrei do que a Rhonda havia dito.
O meu diferencial é que não só gostaria de levar felicidade para as pessoas... Gostaria de levar muita felicidade para os animais também!
Sei que se as pessoas ficarem mais felizes, a tendência é de que os animais também se beneficiem deste estado de espírito.
Pessoas mais realizadas, saudáveis, felizes em seus relacionamentos, geralmente serão pessoas mais sensíveis e mais altruístas.
Hoje, entendendo como funciona a Lei da Atração, sabemos que quando fazemos algo que deixa o outro feliz, receberemos em troca o mesmo, mais felicidade para nossas vidas.
Provavelmente seja essa a base de algumas religiões, que já pregam isso há séculos.
Claro que devemos começar por nós, primeiro temos que estar felizes, para depois poder levar isto para a vida de outras pessoas.
Depois disso, faremos parte de uma rede maravilhosa, com uma energia poderosa.
Muitas pessoas trabalham nessa frequência para que esta rede se amplifique a cada dia...
São muitas vezes, astrólogos, reikianos, bruxos, religiosos ou pessoas que simplesmente querem o bem de todos os seres do Universo.
Dia desses, indo para o trabalho, passei de carro por uma pessoa que caminhava na rua, com um olhar muito triste.
Pensei na hora, que adoraria trabalhar com algo que de alguma forma deixasse as pessoas mais felizes e lembrei do que a Rhonda havia dito.
O meu diferencial é que não só gostaria de levar felicidade para as pessoas... Gostaria de levar muita felicidade para os animais também!
Sei que se as pessoas ficarem mais felizes, a tendência é de que os animais também se beneficiem deste estado de espírito.
Pessoas mais realizadas, saudáveis, felizes em seus relacionamentos, geralmente serão pessoas mais sensíveis e mais altruístas.
Hoje, entendendo como funciona a Lei da Atração, sabemos que quando fazemos algo que deixa o outro feliz, receberemos em troca o mesmo, mais felicidade para nossas vidas.
Provavelmente seja essa a base de algumas religiões, que já pregam isso há séculos.
Claro que devemos começar por nós, primeiro temos que estar felizes, para depois poder levar isto para a vida de outras pessoas.
Depois disso, faremos parte de uma rede maravilhosa, com uma energia poderosa.
Muitas pessoas trabalham nessa frequência para que esta rede se amplifique a cada dia...
São muitas vezes, astrólogos, reikianos, bruxos, religiosos ou pessoas que simplesmente querem o bem de todos os seres do Universo.
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sábado, 23 de outubro de 2010
Dez Minutos de Prazer
Tenho lido muitos livros que na maioria das vezes se reportam a uma fase da vida que por não ser passageira, é tão importante. Falo da infância e de quanto éramos verdadeiros e fiéis ao que sentíamos. Reagíamos a tudo com muita naturalidade sem usarmos máscaras ou personagens - exceto durante as brincadeiras, como forma de experimentação de sentimentos e de sensações.
Diante de problemas, recorríamos ao mundo lúdico e lá geralmente havia todas as respostas que precisávamos naquele momento.
Nos permitíamos sentir e reagir sem a preocupação que temos hoje como adultos de não mostrarmos quem somos realmente, especialmente nosso lado feio e proibido.
Quando pequenos, éramos o que éramos, sem-culpa ou vergonha. Claro que não estou abordando aqui as intervenções nocivas dos adultos nesse período.
Estou tentando me reportar àquela fase da infância onde ainda havia inocência e tudo que precisávamos era sermos nós mesmos... Livres e sem auto-julgamento.
Hoje em dia penso que seria ótimo se cada vez que tivéssemos um problema, pudéssemos nos reportar a essa fase da vida e tentássemos nos colocar no lugar da criança que fomos. Claro que estou sugerindo um exercício difícil, uma vez que criamos ao longo do tempo muitas amarras, armaduras, máscaras e personagens.
Ainda assim insisto, vamos tentar imaginar: não precisaríamos fingir cordialidade, educação, seriedade quando tudo que queremos é: dar risadas em situações estabelecidas como 'sérias'; ao olharmos nossa agenda e diante de vários compromissos sociais ignorarmos todos ao percebermos que o que mais queremos é ficar sozinhos; poderíamos chorar à vontade sempre que tivéssemos vontade, independente do local e situação em que estivermos - principalmente no caso dos homens, afinal aos meninos é permitido derramar todas as lágrimas! E tantas outras situações... Imaginem como seria prazeroso chegarmos tão perto da nossa verdadeira essência!
Sei que socialmente poderia virar uma confusão adotarmos comportamentos tão "indesejáveis", mas convenhamos: não seria uma delícia, nem que fosse por apenas dez minutos, sermos nós mesmos?
Diante de problemas, recorríamos ao mundo lúdico e lá geralmente havia todas as respostas que precisávamos naquele momento.
Nos permitíamos sentir e reagir sem a preocupação que temos hoje como adultos de não mostrarmos quem somos realmente, especialmente nosso lado feio e proibido.
Quando pequenos, éramos o que éramos, sem-culpa ou vergonha. Claro que não estou abordando aqui as intervenções nocivas dos adultos nesse período.
Estou tentando me reportar àquela fase da infância onde ainda havia inocência e tudo que precisávamos era sermos nós mesmos... Livres e sem auto-julgamento.
Hoje em dia penso que seria ótimo se cada vez que tivéssemos um problema, pudéssemos nos reportar a essa fase da vida e tentássemos nos colocar no lugar da criança que fomos. Claro que estou sugerindo um exercício difícil, uma vez que criamos ao longo do tempo muitas amarras, armaduras, máscaras e personagens.
Ainda assim insisto, vamos tentar imaginar: não precisaríamos fingir cordialidade, educação, seriedade quando tudo que queremos é: dar risadas em situações estabelecidas como 'sérias'; ao olharmos nossa agenda e diante de vários compromissos sociais ignorarmos todos ao percebermos que o que mais queremos é ficar sozinhos; poderíamos chorar à vontade sempre que tivéssemos vontade, independente do local e situação em que estivermos - principalmente no caso dos homens, afinal aos meninos é permitido derramar todas as lágrimas! E tantas outras situações... Imaginem como seria prazeroso chegarmos tão perto da nossa verdadeira essência!
Sei que socialmente poderia virar uma confusão adotarmos comportamentos tão "indesejáveis", mas convenhamos: não seria uma delícia, nem que fosse por apenas dez minutos, sermos nós mesmos?
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sábado, 14 de agosto de 2010
Solidão-Urbana-Mágica
Existem momentos mágicos acontecendo, a todo momento, na vida de todas as pessoas. Muitas vezes nem percebemos ou não damos muita importância.
Geralmente são coisas simples que nos acontecem, momentos perfeitos que não esperávamos, uma ligação telefônica, um e-mail, um comentário que contribui para nossa vida,...
O mais maravilhoso é quando conseguimos aprisionar no presente estes momentos, vivendo de forma integral todo esse instante perfeito.
Estou falando disso, porque num dia desses vivi um desses momentos:
Fui ao Shopping Praia de Belas sozinha. Chegando lá, me dirigi à Livraria Saraiva, fui até o café e fiz meu pedido. Depois avisei a garçonete que iria procurar uns livros e retornaria em seguida.
Voltei com quatro livros de Deepak Chopra (estou apaixonada por esse autor e só estou lendo ele). Fiquei folheando os livros para que pudesse me decidir, enquanto tomava o café. Todos abordavam temáticas que me interessavam e eram baratos, então acabei escolhendo três.
Não fiz nada muito diferente e estava sozinha, mas mesmo assim foi especial. Muita vezes não damos valor a momentos simples e maravilhosos e criamos expectativas em torno de grandes acontecimentos que muitas vezes nunca acontecerão.
Na verdade, geralmente quando vou no Shopping cumpro esse ritual, só que nesse dia foi mágico!
Geralmente são coisas simples que nos acontecem, momentos perfeitos que não esperávamos, uma ligação telefônica, um e-mail, um comentário que contribui para nossa vida,...
O mais maravilhoso é quando conseguimos aprisionar no presente estes momentos, vivendo de forma integral todo esse instante perfeito.
Estou falando disso, porque num dia desses vivi um desses momentos:
Fui ao Shopping Praia de Belas sozinha. Chegando lá, me dirigi à Livraria Saraiva, fui até o café e fiz meu pedido. Depois avisei a garçonete que iria procurar uns livros e retornaria em seguida.
Voltei com quatro livros de Deepak Chopra (estou apaixonada por esse autor e só estou lendo ele). Fiquei folheando os livros para que pudesse me decidir, enquanto tomava o café. Todos abordavam temáticas que me interessavam e eram baratos, então acabei escolhendo três.
Não fiz nada muito diferente e estava sozinha, mas mesmo assim foi especial. Muita vezes não damos valor a momentos simples e maravilhosos e criamos expectativas em torno de grandes acontecimentos que muitas vezes nunca acontecerão.
Na verdade, geralmente quando vou no Shopping cumpro esse ritual, só que nesse dia foi mágico!
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