Sempre li muito, desde criança e ganhava muitos livros dos meus pais, dos meus tios, de amigos da família.
Lembro de alguns com capas atrativas e muitas ilustrações maravilhosas - que saudade deles...
Depois passei para os Gibis - Tio Patinhas, Pato Donald, Turma da Mônica.
Quando adolescente lembro da minha preferência pelos livros de Agatha Christie, sempre envoltos em tantos mistérios...
Hoje, tenho o hábito de ler vários livros ao mesmo tempo - tenho um livro dentro da minha sacola de praia, dois livros dentro do carro - um em inglês, dentro da bolsa, na mesa de cabeceira - vários!
Amo ler desde sempre, nunca perdi este hábito que nasceu quando eu era muito pequena.
O segredo por ter me mantido interessada por leitura ao longo da vida, penso que seja porque pude ler o que escolhia, quase nada era imposto.
Obrigar pessoas a lerem determinado tipo de literatura é a forma mais eficiente de afastá-las de qualquer tipo de publicação escrita.
O que geralmente é feito nas escolas, é um exemplo clássico disso e por isso raramente vemos alunos felizes quando existe a possibilidade de leitura dentro do contexto escolar.
Acredito que um 'leque' maior de possibilidades nas escolhas de livros nas escolas, dando chance para o prazer, para que aconteça 'a viagem', reflexão, transformação, criação de novas ideias - tudo de bom que uma leitura pode trazer.
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Primeira vez
Estava na praia e fui procurar um livro para ler, embora soubesse que todos que existiam em casa, eu já havia lido.
Encontrei um da Martha Medeiros - 'Fora de mim' e sem lembrar do conteúdo, comecei a releitura.
Afinal sou fã da autora e, geralmente, amo todos os livros que leio dela - que sempre ganho da minha amada Manú, a namorada do meu filho.
Comecei a ler e o conteúdo que não me reportava a nada, foi como se estive lendo pela primeira vez, achei muito estranho.
Mas agora, lembrando dessa sensação, foi que acabei entendo o que estava acontecendo - a Maga que leu o livro há mais ou menos uns 5 anos atrás já não existe mais...
Ela deu lugar ao nascimento de uma nova Maga e é por isso que tenho essa sensação de primeira vez.
É a primeira vez que a nova Maga está lendo 'Fora de mim'.
Mudamos a cada dia que passa e aquela pessoa que éramos, acaba morrendo ao longo do tempo - como todas as coisas na natureza.
Encontrei um da Martha Medeiros - 'Fora de mim' e sem lembrar do conteúdo, comecei a releitura.
Afinal sou fã da autora e, geralmente, amo todos os livros que leio dela - que sempre ganho da minha amada Manú, a namorada do meu filho.
Comecei a ler e o conteúdo que não me reportava a nada, foi como se estive lendo pela primeira vez, achei muito estranho.
Mas agora, lembrando dessa sensação, foi que acabei entendo o que estava acontecendo - a Maga que leu o livro há mais ou menos uns 5 anos atrás já não existe mais...
Ela deu lugar ao nascimento de uma nova Maga e é por isso que tenho essa sensação de primeira vez.
É a primeira vez que a nova Maga está lendo 'Fora de mim'.
Mudamos a cada dia que passa e aquela pessoa que éramos, acaba morrendo ao longo do tempo - como todas as coisas na natureza.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
A Magia do Mar
Quando estou na praia, o momento que mais me sinto integrada com o
Universo é quando estou dentro do mar...
É uma sensação única e só quem vivencia
pode me entender é como se eu estivesse diluída, como se eu me transformasse no
próprio mar.
Nasci no dia 02 de fevereiro e muitas
vezes ouvi de pessoas de várias religiões, que sou filha de Iemanjá, não sei
até que ponto isso possa ter influência, mas pode ser um dos motivos por todo
esse amor.
Uma vez, comentando com um amigo que adoro
tomar banho em piscinas, ele me disse: tu és aquariana, tu és a piscina!
Isso vale também nesta situação - eu sou o
mar!
Naqueles dias em que não estou muito bem,
depois de um banho de mar, tudo fica melhor, sou outra pessoa.
Lembram amigos, daquilo que vivo falando e
postando por aqui sobre o poder do agora?
Percebo que nestas ocasiões, estou
completamente no agora, por isso tanto efeito positivo e perfeito.
O mar tem o poder de me colocar no agora,
como talvez nunca tenha conseguido ficar, aquariana que sou sempre com um pé no
futuro.
Obrigada ao Universo, isso é muito mágico
e maravilhoso!
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Recomeçando
Estive em férias por um longo período e sem conseguir produzir nada por aqui.
Não sei o que aconteceu, acho que tirei férias gerais, liberei minhas ideias, deixei que elas se auto formatassem... Então ficava difícil aprisionar algum momento, com tanta liberdade para que tudo simplesmente acontecesse.
Mas lembro um episódio muito interessante que aconteceu quando eu estava na beira da praia e começaram a surgir ideias e mais ideias que poderiam ser aproveitadas para postagens aqui no meu blog. Imediatamente procurei por algum papel e caneta na minha bolsa de praia e, nada! Daí surgiu o título de um dos textos Sete ideias, nenhum papel e nenhuma caneta, mas como não consegui registrar o conteúdo, ficou perdido para sempre.
Desde que comecei a postar aqui, tem sido do mesmo jeito: se no momento que surgir a ideia eu não tiver como registrá-la (no computador, no papel, no gravador) eu nunca mais conseguirei elaborá-la como tem que ser. E se não for como tem que ser não será...
A fidelidade de somente publicar o que eu acho que vale a pena continua presente. Claro, que dessa forma não sou eu quem dita quando vai nascer um texto.
Agora, voltando à vida anormal, acho que estarei mais presente por aqui...
Não sei o que aconteceu, acho que tirei férias gerais, liberei minhas ideias, deixei que elas se auto formatassem... Então ficava difícil aprisionar algum momento, com tanta liberdade para que tudo simplesmente acontecesse.
Mas lembro um episódio muito interessante que aconteceu quando eu estava na beira da praia e começaram a surgir ideias e mais ideias que poderiam ser aproveitadas para postagens aqui no meu blog. Imediatamente procurei por algum papel e caneta na minha bolsa de praia e, nada! Daí surgiu o título de um dos textos Sete ideias, nenhum papel e nenhuma caneta, mas como não consegui registrar o conteúdo, ficou perdido para sempre.
Desde que comecei a postar aqui, tem sido do mesmo jeito: se no momento que surgir a ideia eu não tiver como registrá-la (no computador, no papel, no gravador) eu nunca mais conseguirei elaborá-la como tem que ser. E se não for como tem que ser não será...
A fidelidade de somente publicar o que eu acho que vale a pena continua presente. Claro, que dessa forma não sou eu quem dita quando vai nascer um texto.
Agora, voltando à vida anormal, acho que estarei mais presente por aqui...
domingo, 10 de outubro de 2010
Por que sinto dor quando amanhece?
Domingo, quando voltávamos do show na Farm’s, percebi que odeio chegar em casa com o dia amanhecendo.
Acho que pode ser porque a noite está acabando e como esse é o meu período preferido do dia, talvez seja esse o motivo.
Já li também, que os praticantes da Medicina Ayurvédica (que significa ciência da vida), praticada na Índia nos últimos 5000 anos, acreditam que para tudo existe um horário. E pelo simples fato de respeitarmos os horários para acordar, comer e dormir, seria suficiente para que melhorássemos nossa vida.
Eles acham, por exemplo, que devemos acordar por volta das 6h30 e dormir por volta das 22h30.
Pensando nisso, vejo a coincidência com relação a meu mal estar. O simples fato de estar indo dormir quando deveria estar acordando, talvez justifique tudo.
Se fosse possível, eu dormiria e acordaria dentro desses horários sugeridos pela Ayurveda, mas a vida real não me permite isso.
Muitas vezes só consigo me encontrar com meu filho mais velho, tarde da noite. E claro que não vou perder a oportunidade de conversar com ele e ficar juntinho, ainda mais considerando que ele tem viajado muito.
Fora isso, aqui em casa, estamos acostumados a dormir tarde. E mudar esse hábito, é bem difícil.
Mas essa pode ser realmente a explicação para esse meu trauma, não recordo de nada ruim que tenha me acontecido. Lembrei apenas de uma cena de quando eu era adolescente: estava na praia, voltando do carnaval pela beira do mar – estávamos eu e um ‘ficante’. Estava amanhecendo e enquanto caminhávamos, ele me olhou e disse que a cor do meu cabelo estava linda com o efeito que o sol causava...
A sensação que ficou dessa recordação é boa. Portanto, acho que os indianos estão realmente certos.
Acho que pode ser porque a noite está acabando e como esse é o meu período preferido do dia, talvez seja esse o motivo.
Já li também, que os praticantes da Medicina Ayurvédica (que significa ciência da vida), praticada na Índia nos últimos 5000 anos, acreditam que para tudo existe um horário. E pelo simples fato de respeitarmos os horários para acordar, comer e dormir, seria suficiente para que melhorássemos nossa vida.
Eles acham, por exemplo, que devemos acordar por volta das 6h30 e dormir por volta das 22h30.
Pensando nisso, vejo a coincidência com relação a meu mal estar. O simples fato de estar indo dormir quando deveria estar acordando, talvez justifique tudo.
Se fosse possível, eu dormiria e acordaria dentro desses horários sugeridos pela Ayurveda, mas a vida real não me permite isso.
Muitas vezes só consigo me encontrar com meu filho mais velho, tarde da noite. E claro que não vou perder a oportunidade de conversar com ele e ficar juntinho, ainda mais considerando que ele tem viajado muito.
Fora isso, aqui em casa, estamos acostumados a dormir tarde. E mudar esse hábito, é bem difícil.
Mas essa pode ser realmente a explicação para esse meu trauma, não recordo de nada ruim que tenha me acontecido. Lembrei apenas de uma cena de quando eu era adolescente: estava na praia, voltando do carnaval pela beira do mar – estávamos eu e um ‘ficante’. Estava amanhecendo e enquanto caminhávamos, ele me olhou e disse que a cor do meu cabelo estava linda com o efeito que o sol causava...
A sensação que ficou dessa recordação é boa. Portanto, acho que os indianos estão realmente certos.
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