Sempre leio livros de forma convencional - não pulo páginas, nem capítulos.
Mas às vezes as leituras emperram, não conseguem avançar, como se eu não estivesse pronta para receber aquele conteúdo.
E quando penso em pular páginas, já sei que preciso deixar o livro de lado, dar um tempo para nós dois.
Geralmente, nessas ocasiões, fico meio chateada e com uma sensação de fracasso mas depois, pensando melhor, vejo que os livros também tem vida própria.
A relação com o livro tem que ser de sintonia plena, caso contrário, não iremos aproveitar o conteúdo proposto, iremos perder tempo com uma leitura superficial.
Os conteúdos apresentados por cada publicação são direcionados para um público muito específico, por isso fazemos nossas escolhas nas livrarias ou sites e adoro quando o autor diz: - se você leu este livro até aqui, então...
Não estamos aptos, neste momento, para ler qualquer publicação - mas amanhã ou depois quem sabe.
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
domingo, 19 de setembro de 2010
Não me peçam para parar de rir!
Quando iniciei no Serviço Público, muito jovem, logo no início surgiu uma situação inusitada.
No setor onde eu trabalhava, éramos eu - aquariana , uma colega - leonina, um estagiário - capricorniano (hoje, meu marido) e nosso chefe - também capricorniano.
Eu e minha colega, logo que nos conhecemos ficamos muito amigas e quando não havia trabalho, nós ríamos muito. Nem me lembro das razões para tantas risadas, mas com certeza não eram necessários grandes motivos.
Como nós quatro ocupávamos a mesma sala, lá pelas tantas nossas risadas acabaram perdendo a graça.
Nosso chefe, então, resolveu fazer uma reunião do Setor e adivinhem qual foi a única pauta? Nossos ataques de riso, claro.
Durante a reunião eu e minha colega, tentávamos não rir, mas acabávamos perdendo o controle e fizemos a única coisa que não podíamos fazer – rimos, rimos muito, choramos de rir...
Eu tentava manter o controle, pensava em coisas tristes, mas de nada adiantava. Fazíamos um breve intervalo e quando nosso chefe tentava retomar o controle da situação... Nova explosão de risos! Uma começava e a outra ia atrás, como se estivéssemos enfeitiçadas.
Depois de várias tentativas de dar continuidade à reunião, sem nenhum êxito, o resultado foram dois homens zangados e duas mulheres leves, com suas almas lavadas pelas lágrimas que rolavam em função de tantas risadas.
No setor onde eu trabalhava, éramos eu - aquariana , uma colega - leonina, um estagiário - capricorniano (hoje, meu marido) e nosso chefe - também capricorniano.
Eu e minha colega, logo que nos conhecemos ficamos muito amigas e quando não havia trabalho, nós ríamos muito. Nem me lembro das razões para tantas risadas, mas com certeza não eram necessários grandes motivos.
Como nós quatro ocupávamos a mesma sala, lá pelas tantas nossas risadas acabaram perdendo a graça.
Nosso chefe, então, resolveu fazer uma reunião do Setor e adivinhem qual foi a única pauta? Nossos ataques de riso, claro.
Durante a reunião eu e minha colega, tentávamos não rir, mas acabávamos perdendo o controle e fizemos a única coisa que não podíamos fazer – rimos, rimos muito, choramos de rir...
Eu tentava manter o controle, pensava em coisas tristes, mas de nada adiantava. Fazíamos um breve intervalo e quando nosso chefe tentava retomar o controle da situação... Nova explosão de risos! Uma começava e a outra ia atrás, como se estivéssemos enfeitiçadas.
Depois de várias tentativas de dar continuidade à reunião, sem nenhum êxito, o resultado foram dois homens zangados e duas mulheres leves, com suas almas lavadas pelas lágrimas que rolavam em função de tantas risadas.
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