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sábado, 27 de janeiro de 2018

Lei da atração - sempre infalível

Aquela história que só damos real valor as coisas que temos quando as perdemos, muitas vezes é verdadeira.

Um dos ensinamentos mais importantes que recebi através dos estudos sobre Lei da Atração é que devemos ser gratos por tudo que temos.

Sempre fui grata por tudo, mas ficando no agora vejo minha vida com maior clareza  e percebo que sempre tenho inúmeros motivos para sentir gratidão.

Nesse momento, por exemplo, estou com uma contratura que está me limitando bastante - não estou conseguindo fazer nem um terço do que faço diariamente.

Ainda assim, consigo ser grata porque sei que essa situação é passageira e amanhã ou depois voltarei ao meu estado normal.

Também sou grata porque posso aproveitar este momento mais 'parado' para fazer outras coisas que adoro como, por exemplo, ler livros, assistir filmes.

Sou muito ansiosa, vejo que são nesses momentos que consigo desacelerar de verdade e como penso que nada acontece por acaso e estamos aqui para aprender...

Mas muitas vezes não enxergamos o que temos, só vemos o que nos falta e isso se agrava muito por vivermos numa sociedade que se sustenta através do consumismo exagerado, onde o valor das pessoas se baseia na sua beleza padrão, conta bancária, sobrenome, likes nas redes sociais, etc.

Se ficarmos no agora e olharmos nossa vida neste exato momento, veremos pelo menos uma coisa pela qual devemos ser gratos e como a Lei da Atração é uma lei infalível, mais do mesmo virá...

Podemos mudar o rumo das nossas vidas com essa simples e mágica prática diária - sentindo gratidão.




sexta-feira, 18 de setembro de 2015

As novas famílias

Quando penso em novos formatos de famílias, lembro especialmente de duas situações: 


1ª - uma que eu considero um dos maiores avanços que tivemos em termos de estrutura familiar, que é o reconhecimento legal e social das famílias formadas por homossexuais, que cada vez mais são e devem ser respeitadas em nossa sociedade.


2ª - a outra situação, ao contrário da anterior, é extremamente preocupante e temo que esteja avançando em nossa sociedade - são as famílias formadas por mães e filhos, onde a base da responsabilidade pela criação e sustento dessas crianças fica ao encargo da mãe e avós - geralmente aposentados, que tiram os poucos recursos que têm para poder cumprir esse papel. 

Nesses casos, a figura masculina - o pai, é um mero coadjuvante ou até nem se faz presente tanto com relação a laços afetivos, quanto a comprometimento financeiro para o sustento dessas crianças.

Algo precisa ser feito pelo poder público e pela sociedade!

Esse assunto precisa ser pautado em todo tipo de discussão cujo objetivo seja uma sociedade melhor, com resgate de valores que levem a uma melhoria na qualidade de vida dos cidadãos.

Uma das tantas questões que poderiam ser abordadas a partir desse tema, é a Segurança Pública.

Como vivem estas crianças? 

Suas mães saem para trabalhar e elas onde ficam? 

Muitas ficam nas ruas e nas ruas convivem com todo tipo de situação e, portanto, suas escolhas serão feitas nas ruas, sem a presença da família ou de alguém atento que possa dar conselhos ou melhor ainda, dar bom exemplos.

Em quem elas vão se espelhar? 

Podem ter a sorte de encontrarem caminhos que as levem a uma vida digna, mas a tendência não é essa.

Penso que nesses casos é imprescindível que haja um debate e ações para que possa surgir uma nova sociedade onde homens e mulheres pensem e repensem na hora que decidirem terem seus filhos.

E façam de forma consciente um Planejamento Familiar onde mãe e pai dividam não só amor, mas especialmente responsabilidades de forma igualitária.



sábado, 28 de abril de 2012

Animais Abandonados

Estava voltando do supermercado e como sempre, passei no meio de uma vila onde ocorrem muitos crimes, e quando estava bem no meio do trecho, apareceu um cachorro, tamanho GG (de grande porte), com um machucado perto da pata, velho, magérrimo, andando lentamente na frente do meu carro... Um velho, doente e abandonado.
Que vontade de levar para casa dar assistência, carinho...
Como estava com minha mãe que é pior que eu com relação à sensibilidade diante de uma situação como esta e também porque o local é muito perigoso, apenas parei o carro no acostamento e perguntei para algumas pessoas se sabiam quem era o dono? Um rapaz disse que ele não tinha dono, sem demonstrar muito interesse pelo assunto. Na verdade fiz a pergunta, porque não sabia o que fazer e confesso que sou completamente covarde quando o assunto diz respeito a animais abandonados.
Como já disse, estava com minha mãe e no meio da vila, que sei que é muito perigosa e, por isso, acabei indo embora morrendo de dor e tentando acalmá-la, mudando de assunto.
O último cachorro que eu socorri, acabei adotando apesar de todos da família não terem sido favoráveis. Hoje, ele já conquistou todos aqui e é o bebê da casa, nos dá muito mais do que damos a ele. Só que estou proibida de adotar outro animal, até porque não temos espaço físico para isso.
Cheguei em casa sem saber o que fazer e acabei desabafando com minha melhor amiga, que também é muito preocupada com relação aos animais de rua.
Provavelmente, tentarei esquecer e seguir ajudando como posso, ainda que mantendo certa distância.
Embora saiba que são muitos os que vivem nas ruas e que esse é só mais caso, é muito triste... Realmente, temos que apoiar todas as iniciativas tanto governamentais quanto da sociedade para que possamos diminuir gradativamente esta situação, através de programas de castração e de acolhimento destes animais que perambulam pelas ruas, geralmente famintos e doentes.
Aproveito este momento para agradecer a todas as pessoas, que ao contrário de mim, conseguem ficar a frente diante dessa causa e realizam alguma espécie de ajuda a essas pobres criaturinhas tão indefesas.