Páginas

Mostrando postagens com marcador poder público. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poder público. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

As novas famílias

Quando penso em novos formatos de famílias, lembro especialmente de duas situações: 


1ª - uma que eu considero um dos maiores avanços que tivemos em termos de estrutura familiar, que é o reconhecimento legal e social das famílias formadas por homossexuais, que cada vez mais são e devem ser respeitadas em nossa sociedade.


2ª - a outra situação, ao contrário da anterior, é extremamente preocupante e temo que esteja avançando em nossa sociedade - são as famílias formadas por mães e filhos, onde a base da responsabilidade pela criação e sustento dessas crianças fica ao encargo da mãe e avós - geralmente aposentados, que tiram os poucos recursos que têm para poder cumprir esse papel. 

Nesses casos, a figura masculina - o pai, é um mero coadjuvante ou até nem se faz presente tanto com relação a laços afetivos, quanto a comprometimento financeiro para o sustento dessas crianças.

Algo precisa ser feito pelo poder público e pela sociedade!

Esse assunto precisa ser pautado em todo tipo de discussão cujo objetivo seja uma sociedade melhor, com resgate de valores que levem a uma melhoria na qualidade de vida dos cidadãos.

Uma das tantas questões que poderiam ser abordadas a partir desse tema, é a Segurança Pública.

Como vivem estas crianças? 

Suas mães saem para trabalhar e elas onde ficam? 

Muitas ficam nas ruas e nas ruas convivem com todo tipo de situação e, portanto, suas escolhas serão feitas nas ruas, sem a presença da família ou de alguém atento que possa dar conselhos ou melhor ainda, dar bom exemplos.

Em quem elas vão se espelhar? 

Podem ter a sorte de encontrarem caminhos que as levem a uma vida digna, mas a tendência não é essa.

Penso que nesses casos é imprescindível que haja um debate e ações para que possa surgir uma nova sociedade onde homens e mulheres pensem e repensem na hora que decidirem terem seus filhos.

E façam de forma consciente um Planejamento Familiar onde mãe e pai dividam não só amor, mas especialmente responsabilidades de forma igualitária.



terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Animais abandonados - isso tem que acabar!

Estava no Facebook  e li uma postagem de uma pessoa relatando o abandono a própria sorte de um cão adulto e cego.

Que tipo de pessoa faz isso?

Egoístas e da pior espécie, não tenho dúvida.

Acho que as pessoas que fazem isso, facilmente abandonariam seus filhos, pais idosos, amigos com problemas,...

Sei de casos de abandono de cães (muitas vezes de raça) por pessoas que param seus carros em qualquer local e largam os animais que muitas vezes saem correndo atrás do veículo, sem entenderem nada!

Imagino os motivos que levam essas pessoas a comprarem esses animais - deve ser porque são belos e de raça ou para servirem de brinquedo para suas crianças ou ainda para simplesmente poderem ostentar mais um bem (para elas, um bem material, claro!).

Acho que a solução desses problemas passa por dois pontos importantes, onde o poder público é essencial nesse processo:

1º  Trabalhar com esterilização em massa, especialmente de animais de rua;
2º  Acabar com a venda de animais.

Querem comprar um bichinho para suas crianças brincarem?

Para depois de alguns dias, elas enjoarem e os pais também, porque percebem que se trata de um ser vivo com necessidades básicas para viver e que exigem cuidados?

Se não querem ter trabalho, comprem um bicho de pelúcia!

Existem pessoas que chamam os criadores de "gigolôs de animais" - acho bem interessante essa interpretação.

Quem faz isso, não tem amor pelos bichinhos e poderá estar contribuindo para um problema de abandono que a cada dia aumenta em proporções desesperadoras.

Querem realmente ter um animal de estimação?

Façam uma adoção responsável!

Existem milhares de animais esperando a oportunidade de terem uma vida digna, vivem muitas vezes acorrentados ou até em gaiolas porque é muito grande a quantidade desses pobres seres, e os protetores ou as casas de passagem, não tem como dar melhores condições de vida a eles.

E mais: existem animais nessas condições para todos os gostos - de raça, vira-latas, de todas as cores, de todos os tamanhos, de todos os tipos...