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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Música boa, é música atual

Me perdoem os saudosistas, mas as melhores músicas estão acontecendo agora...

Até existem algumas músicas que para mim, serão eternas, mas não me fecho para o novo - afinal sou aquariana!

Sei que, como em todas as épocas, existem letras inadmissíveis, fazendo com que tenhamos verdadeiro pavor quando ouvimos a música.

Sim, estou falando de alguns Funks, mas não estou generalizando, alguns são bem legais.

No passado, existiam músicas horríveis também, quem é mais antigo deve  lembrar da música do cantor Wando - 'Moça':

"Moça, eu sei que já não és pura,
 teu passado é tão forte
 pode até machucar"

Horrível!!!

Machismo é pouco para qualificar essa obra, chega a ser triste ver como uma geração toda ouvia e gostava disso.

E ainda mais que vinha envolta num romantismo que podia até distrair quanto ao significado verdadeiro da letra, diferente do funk que é direto, tipo: 'quem se identificar e quiser comprar a ideia, que compre'.

Então, não venham dizer que isso só acontece agora e que músicas boas eram as músicas de antigamente...



sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Paixão

Estou ouvindo o CD Acústico de uma das minhas bandas preferidas, CPM 22.

A música que mais gosto é " Um minuto para o fim do mundo", que tem a participação do Dinho Ouro Preto.

Nessa música, especialmente, a Banda toda conseguiu se expressar com perfeição a respeito de uma tema que é fascinante e intenso... A paixão!

Transcrevo aqui um trecho da música:

"Quando estou com você
Sinto meu mundo acabar,
Perco o chão sob os meus pés
Me falta o ar pra respirar
E só de pensar em te perder por um segundo,
Eu sei que isso é o fim do mundo"

Bela descrição desse estado maravilhoso que às vezes é também aterrador - quando não há reciprocidade, por exemplo.

Por sorte, isso tudo dura apenas um curto período de tempo, tem prazo de validade.

Caso contrário, e fosse eterno, com certeza não sobreviveríamos por muito tempo, 'morreríamos de paixão', como se morre de uma doença fatal qualquer... 




segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

54!

Hoje completo 54 anos e só tenho a agradecer...

Obrigada ao Universo por esta oportunidade maravilhosa de estar aqui, agora.

Obrigada à minha família que me fez conhecer o que é o amor incondicional. Agradeço também pela Manú fazer parte dessa família.

Obrigada aos meus filhos animais que eu amo tanto - Sol, Fê, Bela-Belinha, Amy, Mel e a Lua (que embora não esteja presente fisicamente, continua morando no meu coração).

Aproveito para agradecer também a todos os amigos e familiares que de alguma forma estão sempre ao meu lado apesar das minhas ausências - sabem que não se trata de falta de amor e sim desorganização e excesso de compromissos.

Além disso, nós, aquarianos, estamos sempre conectados com o Universo, mas muitas vezes precisamos estar fisicamente sozinhos, ou quase sozinhos.

Isso geralmente é complicado de aceitar, porque não acontece com tanta frequência com os demais signos do zodíaco.

Lembrei dessa citação:

“A ti Aquário, dou o conceito de futuro, para que através de ti o homem possa ver outras possibilidades. Terás a dor da solidão, pois não te permito personalizar o meu amor. Para que possas voltar os olhares humanos em direção a novas possibilidades, Eu te concedo o Dom da Liberdade, de modo que, livre, possas continuar a servir a humanidade onde quer que ela esteja.”
E Aquário retornou ao seu lugar.
(Original de Martin Schulman – Karmic Astrology: The Moon’s Nodes and Reincarnation, 1977)

Percebo que ao passar dos anos, vou ficando cada vez mais conectada com o Universo e isso faz com que me aproxime mais e mais do meu Eu Interior - meu Universo Interior.

A partir dessa conexão, percebo que sou e sempre serei uma "Metamorfose Ambulante", como cantava Raul Seixas. Aliás, esta foi a primeira música que aprendi a tocar e cantar quando fazia aulas de violão e guitarra.

E deixei para o final meu agradecimento principal:

Obrigada ao Universo pelos meus dois filhos maravilhosos, que sem dúvida são o maior presente que eu poderia receber nesta vida...

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Obrigada, Bruno!


Dia desses, quando ia para o trabalho, encontrei perdido entre meus CDs, um do Kings of Leon e fiquei muito feliz.

Essa foi a melhor banda que eu conheci nos últimos anos.

Minha música preferida é Use Somebody.

Na verdade, quem descobriu a banda foi meu amigo Bruno, que além de ser um dos melhores bateristas que eu conheço, tem um gosto musical perfeito!

Ele poderia trabalhar com produção musical, tamanho o discernimento que ele tem com relação a descobrir boa música e isso não é para qualquer um...

Pensando bem, como eu, sozinha, iria chegar até esta banda maravilhosa? Talvez através das poucas vezes que ouço rádio ou em alguma festa...

Por isso, aproveito para agradecer: obrigada, Bruno! Valeu!








domingo, 28 de novembro de 2010

Samba

Continuando o assunto da postagem anterior...
Cheguei à conclusão que muitas vezes exijo muito de mim mesma, quando digo que gosto ou que não gosto.
O exemplo disso é com relação ao samba. Sempre digo que não gosto, mas adoro a música Mina do Condomínio do S. Jorge - e é samba-rock.
Sábado passado, outra vez tive que rever meus conceitos - fomos ao aniversário da Deputada Maria do Rosário que foi comemorado na quadra da Escola de Samba Império da Zona Norte e quando a escola fez a apresentação, vi aqueles negros e negras com aquela cor de chocolate (aparece aí minha crise de abstinência por causa do regime), adorei!
Foi uma amiga que insistiu para que fossemos e valeu a pena.
Fiquei até me questionando no porquê de não ter me dedicado a aprender a sambar e nunca mais ter ido a um ensaio. Como faz muito tempo que não assisto a ensaios ou aos desfiles de escolas de samba, tinha me esquecido o quanto gostava.
Vou de um extremo ao outro, agora parece que meu estilo favorito de música é o samba! Definitivamente não é, mas vou ter mais cuidado ao dizer que não gosto...

domingo, 21 de novembro de 2010

"Trem das Onze"

A minha postagem sobre o fato de ser filha única fez com que eu me lembrasse de algo intimamente ligado a esse “problema”.
Quando criança, sempre que meu pai ouvia a música Trem das Onze, de Adoniran Barbosa, me chamava e fazia brincadeiras. Embora soubesse que ele não fazia por mal, odiava calada cada vez que isso acontecia.
A associação que faço até hoje, quando ouço essa maldita música, é automática. Odeio desde o primeiro acorde e acho que tudo de ruim que eu sentia por ser filha única, depositei nessa canção.
Para quem não conhece a música, ela conta a história de um homem, filho único, que não pode ficar com a amada porque precisa voltar para casa e sua mãe não dorme enquanto ele não chegar.
Muito embora hoje em dia essa questão de ser a única filha já esteja mais bem resolvida na minha vida, sobrou a raiva que sinto da música.
Ainda bem que geralmente temos criatividade para poder superar, ou pelo menos conviver bem, com nossos traumas...

Quando a "Pública" entrou no meu blog...

Adoro a banda Pública e embora não conheça bem todas as músicas, consigo identificá-la pela bateria.
Agora mesmo, enquanto estava finalizando uma postagem, aconteceu isso nos primeiros acordes da música – ouvi aquela bateria maravilhosa...
Acabei me desconcentrando do que estava fazendo e aqui estou eu em outra postagem nada a ver com a que estava trabalhando.
Como é bom experimentar a liberdade!
Sei que na vida real as coisas geralmente não funcionam assim, mas adoro deixar o meu lado anárquico livre para voar, sempre que é possível.
Obrigada blog, te amo!
Ah, a música era Lugar Qualquer.

sábado, 13 de novembro de 2010

Não!

Às vezes, dá uma vontade de dizer não...

- Não gosto deste tipo de festa, então não irei.
- Não quero mais perder tempo com bobagens, estou indo...
- Não gosto deste tipo de música.
- Não acho graça de suas piadas, portanto, não vou rir.
- Não quero atender o telefone.
- Não quero comprar nada, já tenho tudo que preciso.
- Não quero conversar, estou cansada e quero ficar sozinha.
- Não tenho como conseguir emprego para ninguém.
- Não serei mais usada por falsos amigos, me esqueçam.
- Não concordo com o que tu estás dizendo e/ou fazendo.
- Não...


Hoje em dia já consigo me posicionar melhor sobre tudo. Tenho mais claro o que realmente é importante na minha vida e a partir daí, estabeleço minhas prioridades. Claro que existem situações delicadas que exigem um pouco mais de cuidado, mas apesar disso, tenho conseguido ser muito mais verdadeira.
Aprender a dizer não quando necessário, é aprender a nos auto-respeitarmos.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Paul McCartney

Paul McCartney

Ontem, como geralmente faço segundas-feiras depois do trabalho, fui jantar com meu filho mais velho.
Foi maravilhoso como sempre. Continuamos a conversa, "que não quer acabar", sobre o show de Paul MacCartney. Entendo a empolgação dele, afinal o show foi perfeito em todos os aspectos esperados: a começar pela linda e afinada voz de Paul, a qualidade do som, a estrutura do palco, a pontualidade do início do espetáculo, o público educado - com a presença de muitas crianças, etc.
Embora nunca tenha sido muito fã dos Beatles, me arrependi muito por não ter participado dessa catarse coletiva... Um show que entrará para a história da cidade, sem dúvida.
Quando almoçamos no domingo, dia do show, fiquei morrendo de pena porque meu filho e a namorada não haviam conseguido comprar ingressos e estavam sem saber o que fazer. E quando no meio da tarde, os dois saíram em busca de ingressos de última hora em frente ao Beira-Rio, fiquei na torcida para que tudo desse certo. E deu!
Ainda hoje, assistindo a um jornal local na TV, novamente foi apresentada uma nova matéria sobre o grande espetáculo. Percebi então, o quanto o músico ainda se faz presente na cidade que tanto encantou.
Mas o que mais adorei nesse músico perfeito e completo é que, embora ele seja um "Deus da Música", ele consegue manter a simplicidade e a interlocução com seu público. Salto alto, para Paul, só mesmo nos sapatos...

sábado, 30 de outubro de 2010

"A Música pode nos salvar!"

Estava postando um comentário, referente à música, no meu blog preferido, o Associação Livre, e pensei em produzir um texto por aqui também...

Falando em música...
A minha história de vida sempre teve um fundo musical, tanto nos momentos bons como nos momentos ruins.
Meu primeiro instrumento, um violão, ganhei quando tinha mais ou menos cinco anos de idade e acabei fazendo um uso criativo dele - tocava e cantava sozinha, do me jeito, sem nenhuma orientação de professor. Foi sem dúvida um uso muito criativo, mas sem muita "produtividade" no contexto convencional.
Pensando agora sobre esse episódio, acho que especialistas que sugerem que crianças tenham desde muito cedo contato com instrumentos, estão super corretos. Eu sou uma prova disso.
Meu amor pela música foi fiel ao longo de toda a minha vida, sem nenhuma lacuna nesse tempo.
Quanto ao meu gosto musical, sempre foi o mesmo - adoro rock! Hoje em dia agreguei mais uns dois estilos: mantras e música eletrônica (mais para dançar do que para ouvir).
Fiz aulas de guitarra, violão e bateria. Hoje sei que meu instrumento preferido é a bateria e pretendo retomar minhas aulas algum dia.
Voltando ao comentário que fiz no blog, vou reproduzi-lo aqui:

Lembrei de um dos momentos mais lindos e emocionantes que vivi com meu filho mais velho: foi quando aos 17 anos ele tinha acabado de inciar o curso de Licenciatura em Música e começado a trabalhar também como oficineiro de violão, num projeto de música maravilhoso desenvolvido pela Casa de Cultura Mário Quintana -
Embora, inicialmente, ele sofresse muito vendo as condições de vida daqueles meninos ele conseguiu, com o tempo, encontrar um caminho e me disse certa vez: "A música pode nos salvar!"

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Lady Gaga

Certo dia, meu filho chegou no meu quarto dizendo que eu deveria ouvir Lady Gaga porque, segundo ele, ela é uma das melhores novidades da música contemporânea.
Passado algum tempo, assisti alguns videos dela e achei bem interessantes, só não gostei nem um pouco das roupas que ela usava. Exceto no clipe da música Telephone onde ela e mais umas meninas perfeitas de corpo, usam biquinis e apresentam uma coreografia linda.
Também achei interessante o fato dela ser fã e se inspirar em David Bowie. Eu também sempre adorei ele, sua voz e suas músicas.
Mas a minha paixão por essa cantora surgiu mais forte quando fui assistir ao show do meu filho na Farm’s – local onde a música predominante é a Sertaneja. Portanto nem imaginava que ouviria algo diferente naquela noite.
Chegamos ao local, no final do show da banda que tocou antes do meu filho. E foi no intervalo entre os dois shows que os DJs colocaram muitas música maravilhosas, a maioria de Lady Gaga. Foi neste momento então, que nasceu minha paixão.
Hoje em dia, ouço direto essas músicas no meu carro, e tenho que tomar cuidado para não parecer louca porque não consigo ouvi-las sem dançar, sempre que fecha a sinaleira.

domingo, 10 de outubro de 2010

Show na Farm's

Hoje meu filho tocou guitarra na Farm’s, uma casa noturna focada no estilo sertanejo. Ele faz parte da banda que toca com Marcelo Valêncio.
Chegamos ao local mais ou menos às 02h30, uma hora antes do início do show e saímos quando acabou, por volta da 05h30.
O local, que estava cheio, tem lotação para 1500 pessoas e está localizado no terraço do Shopping Total. Além da decoração e organização bem pensadas, a casa é também embalada por som de DJ’s que tocam também outros estilos. No período que estivemos esperando pelo início do show, colocaram o melhor da música eletrônica, adorei.
Nunca havia estado na Farm's porque não tenho preferência por música sertaneja e estou ‘aprendendo’ a gostar agora, porque tenho ouvido mais em casa e através do meu ‘guitarrista preferido’.
O show começou no horário combinado e no início houve um problema com relação à altura do som do baixo, que eu espero que ninguém tenha percebido, mas no mais, foi impecável.
Este foi segundo show do MV que eu assisti em função da maioria ser fora da cidade e, muitas vezes, até do estado.
Fiquei especialmente feliz, quando no final, fomos surpreendidos por uma série de músicas mais no estilo que prefiro – Rock! Tocaram Legião Urbana, Mamonas Assassinas, a famosa música Whisky a Go-Go e uma das minhas preferidas: Ana Júlia, do Los Hermanos! Quando meu filho fez o primeiro acorde dessa música e olhou para mim, me proporcionou o maravilhoso momento mágico da noite, fiquei absolutamente emocionada e pude perceber o motivo dele não ter me contado antes, essa maravilhosa surpresa.
No final do show, fomos nos despedir rapidamente da banda porque eles tiveram que viajar direto para Mafra, que fica no norte de Santa Catarina, para uma nova apresentação ainda hoje. Eles irão abrir o show de "Guilherme e Santiago".