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domingo, 21 de novembro de 2010

Quando a "Pública" entrou no meu blog...

Adoro a banda Pública e embora não conheça bem todas as músicas, consigo identificá-la pela bateria.
Agora mesmo, enquanto estava finalizando uma postagem, aconteceu isso nos primeiros acordes da música – ouvi aquela bateria maravilhosa...
Acabei me desconcentrando do que estava fazendo e aqui estou eu em outra postagem nada a ver com a que estava trabalhando.
Como é bom experimentar a liberdade!
Sei que na vida real as coisas geralmente não funcionam assim, mas adoro deixar o meu lado anárquico livre para voar, sempre que é possível.
Obrigada blog, te amo!
Ah, a música era Lugar Qualquer.

sábado, 30 de outubro de 2010

"A Música pode nos salvar!"

Estava postando um comentário, referente à música, no meu blog preferido, o Associação Livre, e pensei em produzir um texto por aqui também...

Falando em música...
A minha história de vida sempre teve um fundo musical, tanto nos momentos bons como nos momentos ruins.
Meu primeiro instrumento, um violão, ganhei quando tinha mais ou menos cinco anos de idade e acabei fazendo um uso criativo dele - tocava e cantava sozinha, do me jeito, sem nenhuma orientação de professor. Foi sem dúvida um uso muito criativo, mas sem muita "produtividade" no contexto convencional.
Pensando agora sobre esse episódio, acho que especialistas que sugerem que crianças tenham desde muito cedo contato com instrumentos, estão super corretos. Eu sou uma prova disso.
Meu amor pela música foi fiel ao longo de toda a minha vida, sem nenhuma lacuna nesse tempo.
Quanto ao meu gosto musical, sempre foi o mesmo - adoro rock! Hoje em dia agreguei mais uns dois estilos: mantras e música eletrônica (mais para dançar do que para ouvir).
Fiz aulas de guitarra, violão e bateria. Hoje sei que meu instrumento preferido é a bateria e pretendo retomar minhas aulas algum dia.
Voltando ao comentário que fiz no blog, vou reproduzi-lo aqui:

Lembrei de um dos momentos mais lindos e emocionantes que vivi com meu filho mais velho: foi quando aos 17 anos ele tinha acabado de inciar o curso de Licenciatura em Música e começado a trabalhar também como oficineiro de violão, num projeto de música maravilhoso desenvolvido pela Casa de Cultura Mário Quintana -
Embora, inicialmente, ele sofresse muito vendo as condições de vida daqueles meninos ele conseguiu, com o tempo, encontrar um caminho e me disse certa vez: "A música pode nos salvar!"