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segunda-feira, 29 de junho de 2020

Geminianos...

Um geminiano que conheço, certo dia, tinha que fazer uma radiografia do pulmão para ingresso no trabalho e fez algo inacreditável, exceto para alguém que nasceu sob esse signo.

Quando ele já estava posicionado diante do aparelho de RX o técnico de radiologia pediu a ele que inspirasse e segurasse o ar para que o exame fosse realizado.

Até aí, tudo normal.

Mas assim que o funcionário fez a recomendação, começou a conversar e adivinhem...

Claro  que o geminiano respondeu às perguntas e teve até uma conversa amigável com o técnico, durante a realização do exame.

Resultado: assim que o geminiano chegou em casa, recebeu uma mensagem do hospital dizendo que ele teria que refazer o exame!

Ele justificou dizendo que não quis ser mal educado com o funcionário, por isso reagiu dessa forma.

Geminianos e conversas, estão sempre juntos...

sábado, 1 de setembro de 2018

O dia da cirurgia - retirada das próteses de silicone e mastopexia


Os preparativos para cirurgia de retirada de silicone e mastopexia, começaram com jejum - fiz jejum de 8 horas com pouca água e não pude tomar nada de água nas últimas 2 horas, anteriores a cirurgia, o que foi muito pior do que não poder comer.

Quando cheguei ao hospital, por volta das 6h30, encaminhei os assuntos burocráticos e em seguida fui chamada por uma enfermeira.

Troquei a roupa e fui para um local onde se encontravam outras pessoas que também iriam se submeter a algum procedimento estético.

Uma delas me perguntou o que iria fazer e quando falei que iria retirar as próteses e fazer mastopexia, percebi que uma outra senhora me olhou surpresa – naquele momento, preferi não causar polêmica e não entrei em detalhes sobre os meus motivos.

Ficamos conversando e nisso minha médica foi até o local e já me senti mais segura, adoro ela!

Em seguida o anestesista me chamou e nos dirigimos para uma sala reservada onde ele me fez uma série de perguntas e saiu da sala.

Logo após, entrou minha médica, conversamos, ela fez as marcações e fomos caminhando e conversando para a sala de cirurgia.

Chegando lá, encontrei toda a equipe e o anestesista, que iniciou os procedimentos, me explicando cada ação.

A primeira coisa que ele perguntou foi  se eu queria que o ‘acesso’ fosse na mão ou no braço.

Disse que ele poderia escolher o melhor local, então ele explicou que na mão, embora fosse mais dolorido, seria mais fácil de me movimentar após a cirurgia, concordei na hora.

Depois disso ele colocou uma máscara de oxigênio no meu rosto e me perguntava de tempos em tempos se eu estava ficando relaxada - eu disse, umas duas ou três vezes que não estava sentido muita coisa...

Então, ele disse que iria introduzir uma medicação que me faria dormir e em pouquíssimo tempo "apaguei".

Só acordei por volta do meio-dia, na sala de recuperação com minha médica falando comigo e me perguntando se eu queria ligar para minha mãe – eu disse que sim (eu havia pedido isso num das consultas que fiz com ela).

Tentei falar da forma mais normal possível com minha mãe, já que o objetivo da ligação era acalmá-la...

Depois disso fiquei muito bem e estranhando muito o fato de praticamente não ter dor.

Pedi água algumas vezes e fiquei feliz quando percebi que podia tomar quantos copos quisesse.

Passado um tempo, veio uma enfermeira com um comprimido para dor (tylex) e eu disse que não estava precisando de nada, mas como ela insistiu, acabei tomando.

A seguir a mesma enfermeira, que me acompanhou o tempo inteiro, até a alta, me trouxe um cardápio de lanches, escolhi um sanduíche de queijo e suco de maçã – quando ela trouxe, comi tudo e me senti bem.

Fiquei um tempo conversando com duas senhoras que estavam ocupando leitos bem na frente do meu e por volta das 16h30, recebi a notícia de que receberia alta em breve, tendo em vista que não havia enjoado depois do lanche e desde que fizesse xixi.

Quando veio minha médica para assinar a alta, aproveitei para perguntar se eu deveria deitar quando chegasse em casa e ela disse que não, que eu poderia ficar na sala, assistindo TV...

A seguir fui levada para o banheiro, fiz xixi, a enfermeira ajudou a me vestir e em seguida fui conduzida para uma sala onde estavam outras mulheres que estavam comigo, no mesmo local anterior.

Disseram que meu marido estava vindo, me deram dipirona, antes de tirarem o 'acesso' e quando ele chegou, conversamos e ele se dirigiu a recepção para acertar os detalhes da alta.

Enquanto isso chegou a enfermeira com a cadeira de rodas e fiz minha primeira 'arte': esqueci que não poderia fazer força com os braços e só depois de já estar na cadeira que percebi meu erro. 

Quando passei da cadeira para o carro, para ir para casa, fui mais cuidadosa.

Chegando em casa fui recepcionada no pátio da minha casa, por várias pessoas da minha família que eu amo tanto e fiquei extremamente feliz, mas pedi para entrar em casa e sentar, claro que todos entenderam.

A noite foi tranquila, considerando que foi a primeira que dormi com a barriga para cima e com uma pilha de travesseiros.

Penso que a retirada das próteses e a mastopexia foram muito mais tranquilas do que foi o implante, em todos os aspetos: dor, mal estar, dependência absoluta para levantar da cama, tudo!



quinta-feira, 28 de junho de 2018

Retirada das próteses de silicone - resumo até aqui

Resumindo todo esse meu caminho até aqui: o principal é que já passei por quatro médicos, e nenhum deles foi firme quando eu toquei no assunto 'retirada em bloco' das próteses de silicone.

Ou seja, talvez ainda não tenha encontrado meu médico ideal e devo continuar essa busca.

Talvez faça mais uma consulta ao segundo médico, levando a ressonância magnética - ele me pareceu extremamente sério, competente e opera no meu hospital preferido.

Tenho ainda, por consultar, um médico indicado por pessoas conhecidas, que pelo que estou pesquisando, deixa suas pacientes muito satisfeitas e a outra médica, foi a que fez mastopexia numa pessoa da minha família que ficou maravilhosa - já fiz uma consulta com essa cirurgiã quando eu só pensava em fazer mastopexia e gostei muito dela, em todos os aspectos.

Nessa jornada em busca da pessoa ideal para fazer minha cirurgia, tenho analisado a questão astrológica dos profissionais, prefiro que sejam do signo de touro, virgem ou escorpião - nessa ordem de preferência.

Os cirurgiões que mais gostei até agora foram: a médica do signo de virgem e o médico do signo de touro - nessa ordem de preferência.

Por tudo que aprendi até agora, devo insistir para que a técnica usada seja "em bloco" e que a cirurgia seja feita em um hospital que tenha UTI - isso quem me disse foi a médica virginiana e achei extremamente prudente e mais seguro.

Continuarei procurando, ainda tenho que perder 5 kg e resolver algumas pendências até que possa fazer a cirurgia, então, tenho algum tempo - desta vez serei muito mais criteriosa.





quarta-feira, 27 de junho de 2018

Quarta médica - retirada das próteses de silicone


Esta quarta médica, foi indicada por uma amiga, ela fez uma mastopexia com ela e ficou muito satisfeita.

A primeira impressão que eu tive foi de um certo distanciamento, falta de sorrisos e um pouco de ironia - nada bom se eu quisesse ser amiga da cirurgiã, mas como o que eu quero é seriedade e competência, isso não chegou a me afetar.

Levei a ressonância magnética e depois de examinar, ela disse que poderia operar e que provavelmente seria na clínica mas acredito que poderia sugerir um hospital.

Quando falei da retirada das próteses em bloco, ela foi reticente, disse que aumenta a morbidade em função de sangramentos e só saberíamos se isso é possível, no momento da cirurgia - muitas vezes ela retira parte das cápsulas e manda para biópsia.

Ou seja, penso que não vai ser essa, embora minha amiga tenha dito que a médica conversou com ela e disse que meus seios ficariam iguais aos dela, pelo jeito ótimos.

Daqui alguns dias, "vou conhecer" os seios da minha amiga...



terça-feira, 29 de maio de 2018

Segundo médico - retirada das próteses de silicone

Este segundo médico foi indicado pelo meu mastologista, eles trabalham juntos.

Chegando ao consultório, já fiquei surpresa: os médicos sempre se atrasam no mínimo meia hora, e isso não aconteceu desta vez.

Quanto à consulta, teve a duração de mais ou menos 50 minutos, muito bem aproveitados, pude fazer várias perguntas, sempre recebendo respostas que mais pareciam aulas.

Vou agora, tentar detalhar alguns pontos que eu julgo serem os mais importantes:

- ele disse que meus seios vão ficar bonitos, mas que gostaria de entender quais são as minhas expectativas quanto ao tamanho; e para nos ajudar a definir a situação, pediu que eu leve na próxima consulta, uma foto de como eu gostaria que ficassem;

- quanto ao meu peso, ele foi muito sensível ao conduzir o assunto - me perguntou se eu gostaria de diminuir de peso e se é for isso que eu quero isso  tem que acontecer antes da cirurgia - exatamente como penso;

- quanto a anestesia, ele faz geral, porque acha muito perigoso usar anestesia local em grande quantidade em função de que pode causar intoxicação e por consequência disso, problemas cardiológicos - quanto à peridural ele pensa ser muito inadequada para este tipo de procedimento - meu mastologista também havia falado do risco de dar parada respiratória e a pessoa ter que ser entubada na hora, às pressas;

- ele ainda colocou duas possibilidades de atuação: ele faz a cirurgia, deixa o melhor possível e o mais próximo que der para fazer comparado a foto que levarei - posteriormente, se eu quiser, faço  uma nova prótese, pequena, por fora;  a outra possibilidade é ele fazer a cirurgia e se no final ficar muito menor do que eu gostaria, ele já colocaria as próteses e foi aí então que fui enfática ao declarar que não quero mais usar próteses de silicone e que se necessário, usarei  minha própria gordura - ele entendeu, disse que isso é possível, só que não na mesma cirurgia, esse procedimento seria feito posteriormente e esse foi o nosso acordo final;

- outra coisa que ele disse, é que provavelmente eu não precisava ter colocado próteses para ter um bom resultado, era só ter feito mastopexia de redução e ponto;

- falou também que minhas 'feridinhas' do pós-cirúrgico foram causadas por alergia ao fio usado na sutura,  muito utilizado por cirurgiões em geral, que causam geralmente esse problema;

- um ponto importante é a escolha do hospital - ele sugeriu o hospital que eu considero o melhor aqui na minha cidade, embora geralmente seja um pouco mais caro - segundo ele, as condições gerais de trabalho que existem lá, não existe em nenhum outro local;

- uma coisa que é fundamental é com relação à técnica utilizada para retirada das próteses: quero que seja "em bloco", ou seja, quero que as cápsulas sejam retiradas inteiras, sem cortes, com as próteses dentro delas - embora o médico tenha concordado, esse assunto terei que retomar com muita ênfase, caso opte por esse cirurgião – lembrando que também quero que seja feita biópsia nelas.

Em breve, devo fazer minha terceira consulta e já decidi começar a conversa falando sobre a técnica de retirada das próteses "em bloco" - depois conto tudo aqui.



sábado, 5 de maio de 2018

Primeira médica - retirada das próteses de silicone

Ontem fiz a primeira consulta com a primeira médica, desde a decisão de retirar as próteses de silicone...

Um dos pontos mais positivos foi o fato dessa cirurgiã plástica quase não usar silicone em seus pacientes, ela somente usa quando não há outra opção - tipo um seio que é muito, muito pequeno.

Um dos pontos negativos foi quando eu disse que esperaria até estar com meu peso ideal, 69 kg - hoje estou com 75 kg e ela disse que isso não importava.

Hoje sou uma nova pessoa quando se trata de procedimentos cirúrgicos, porque em outra época apenas aceitaria a opinião sem nem questionar...

Já li e assisti médicos falando da importância que é chegar à sala de cirurgia, com o peso ideal e inclusive ouvi um médico falando que ele não opera pessoas com o IMC maior que 28 porque isso acarretaria muito mais riscos de problemas durante a cirurgia.

Quanto aos exames iniciais, ela pediu uma ressonância magnética com contraste porque quer ter a noção geral de como meus seios estão e embora eu saiba o quanto é mais nocivo fazer dessa forma, entendo que é muito cauteloso da parte dela, querer chegar na cirurgia com todas as informações possíveis.

Outro ponto positivo, é haver 2 opções de anestesia: geral ou peridural - eu prefiro peridural.

Irei consultar com mais médicos, mas essa médica de ontem é uma possibilidade, gostei muito dela e o impasse do peso, eu mesma posso resolver marcando a cirurgia somente quanto estiver com meu peso ideal.

Outra consideração importantíssima é que ela opera em hospital, aqui em Porto Alegre.

Sobre as perguntas que eu havia deixado no celular, acabei não fazendo - perguntava conforme íamos conversando...





quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Cateterismo

Acho que até o nome assusta - CATETERISMO.

Esse é o nome do exame que minha mãe fez hoje - passamos todo o dia no Hospital.

Claro que estava preocupada, mas tentei ao máximo não sofrer por antecipação.

Além do que, o exame foi feito no melhor hospital da cidade quando o assunto é Coração e onde trabalham excelentes médicos.

Sendo assim, dias antes resolvi manter a mente com foco naquilo que eu queria que acontecesse e não ao contrário, como geralmente fazemos.

Aproveito este momento para agradecer a maravilhosa escritora Rhonda Byrne (autora do O Segredo, O Poder e A Magia) por ter me ensinado uma das coisas mais importantes que aprendi nesta vida.

Geralmente, sentimos, pensamos e falamos muito mais sobre o que não queremos, do que sobre o que queremos que aconteça em nossas vidas.

E como já sabemos, através da comprovação feita pela física quântica - pensamentos criam realidades. 

Resolvi então aproveitar este momento mais delicado para colocar em prática, mais uma vez, tais ensinamentos.

O resultado não poderia ter sido outro - tudo deu certo!

Aproveitei também para levar minha confiança e gratidão pelo Universo, distribuindo alegria  através de sorrisos sinceros, palavras de conforto e otimismo, a todas as pessoas que encontrei tristes, nervosas ou sem muita esperança.

Claro que recebemos da mesma forma, muito carinho e atenção em todos os momentos.

É maravilhoso transbordar de amor! Ainda mais num local em que muita gente chega sem nenhuma esperança de que as coisas possam melhorar...

E muitas vezes quando conseguimos ajudar a reverter - ainda que minimamente - uma situação dessas, sentimos com maior intensidade a presença maravilhosa de um Universo que é puro amor!



quinta-feira, 1 de maio de 2014

Parada!

Torci o pé dia 16 de abril, subindo as escadas aqui em casa.
Estava carregando muitas sacolas, errei um degrau e caí.
Quando conto para as pessoas que caí da escada por esse motivo, eu imagino que elas devam pensar que eu tenha exagerado nas compras para mim, mas não, eram compras para meus filhos.
Quem mora em casa com escada, pode entender melhor - quando subimos para o andar superior, queremos aproveitar ao máximo e levamos tudo que podemos como se tivéssemos cabides ao invés de braços.
No momento que aconteceu, pensei: quebrei o pé e vou ter que parar com tudo que estou fazendo!
Fomos para o hospital e depois de ter feito várias radiografias, na consulta final com o médico, ele me disse que era "apenas uma torção", não havia quebrado nada.
Por alguns segundos fiquei feliz e pensei que conseguiria manter pelo menos algumas das minhas atividades... Foi quando o médico me disse que não poderia fazer nada, apenas esperar e repousar!
Ainda tentei negociar, perguntando se poderia fazer "meio treino"...
Imaginei que alguém poderia me levar até a academia de cadeira de rodas e então, não haveria nenhum problema.
Ele respondeu de forma enérgica que não, eu ficaria imobilizada e que deveria voltar em três dias para uma nova consulta.
Na nova consulta, ele reforçou dizendo que eu não poderia fazer nada nos próximos dias, que deveria voltar depois de 10 dias e indicou que eu começasse a fazer fisioterapia o mais rápido possível.
Foi nesse momento que percebi que teria que me superar: de repouso na Páscoa, não!!!
Costumo entrar no espírito da Páscoa muito antes do dia - quando ao entrar no supermercado vejo o paraíso através daqueles túneis de chocolate...
E só saio deste espírito de Páscoa muitos dias depois do domingo.
Páscoa para mim é um período sagrado, não por motivos religiosos, mas porque Páscoa para mim sempre foi sinônimo de chocolate liberado.
Como já havia comprado alguns chocolates para uso doméstico e alguns para dar de presente para meus filhos, minha mãe, minha sogra, meus afilhados, dá para imaginar o que aconteceu!
Restou pouca coisa, comi todos os chocolates para uso doméstico e grande parte dos presentes, só sobraram alguns poucos ovos (respeitei o símbolo), um roupão que havia comprado para a minha nora, que não come chocolate e uma bandana para um afilhado que também não gosta muito - sorte deles, que os presente não eram comestíveis!
Agora, espero estar no final deste processo, embora todos os dias as fisioterapeutas reafirmem o que o médico do hospital e a fisiatra disseram - nada de caminhar, nada de treino, nada de zumba!
Antes deste incidente, eu estava com minha agenda diária lotada de compromissos, sem tempo para respirar.
Penso que nada acontece por acaso e estou até repensando esse estilo de vida que acabei adotando.
Dia 16 de abril, o Universo disse: parada!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Emergência

Hoje, por volta das 5 horas, tivemos um caso de doença na família e tivemos que procurar um serviço de atendimento de emergência aqui em Porto Alegre.
Chegamos rapidamente ao hospital porque estávamos bastante preocupados em função de que se tratava de um caso de alergia e estávamos com medo diante da possibilidade de que houvesse fechamento de glote e se tornasse um caso mais grave.
Quando entramos no local do Plantão, estava vazio e ficamos surpresos e sem entender como que um serviço de emergência de um grande hospital podia estar sem ninguém para nos atender?
Minutos depois, chegou um guarda para nos informar que seríamos atendidos em breve, assim que o recepcionista voltasse do banco. Não conseguia acreditar e só nos restou esperar...
Fiquei pensando em como deve ser o atendimento pelo SUS, considerando que, embora tivéssemos um bom convênio, o atendimento estava daquele jeito.
Tentei me acalmar e em seguida chegou o atendente que nos recebeu de modo formal e lento e começou então a preencher um formulário interminável - imaginem se não fosse uma emergência!
Quando finalmente fomos atendidos por uma médica, nossa insatisfação continuou, infelizmente.
Ela começou o atendimento fazendo algumas perguntas e digitando novamente algumas informações que já havíamos fornecido ao atendente, e não sei o que mais ela tanto digitava - o que sentimos na hora e comentamos depois, é que parecia que ela estava redigindo uma monografia interminável, considerando o tempo que levou.
Em compensação, foi extremamente rápida quando deu o provável diagnóstico e receitou um remédio que seria testado. Disse também que a paciente teria que ficar em observação por 1 hora para que fosse feita uma avaliação da reação a medicação que ela não sabia ao certo se daria resultado positivo.
Ainda perguntei, sem resposta, se a dose poderia ser baixa, em função do perigo a uma nova reação alérgica, mas não obtive uma resposta objetiva.
Claro que tive vontade de sugerir que fôssemos a outro local, mas imaginei que esta situação deva ser igual em qualquer hospital, em um plantão em dia de feriado.
Ainda bem que tudo acabou dando certo, mas poderia ter acabado numa situação pior do que a que estávamos quando chegamos.