No início da busca pelo médico ideal, meu medo era não encontrar ninguém legal aqui, em Porto
Alegre, que além de respeitar minha vontade de não ter mais silicone no corpo, usasse a técnica "em bloco" para a retirada.
Logo depois que encontrei a médica que faria a minha cirurgia e pude relaxar um pouco sobre essa busca, comecei a vivenciar o segundo medo: pela minha integridade física.
Lendo a respeito, descobri que não sou a única - todo mundo tem medo de não acordar de cirurgias...
Esse temor diminuiu muito quando resolvi fazer uma consulta com o anestesista e perguntar tudo que envolvia o trabalho dele.
Ele foi muito simpático, acolhedor e didático, me ensinou muita coisa e saí do consultório muito mais tranquila.
O último medo que tive foi com relação ao tamanho e forma dos meus seios - como ficariam?
Tenho 1,64 m de altura, pesava 73 quilos e vestia sutiã 48 - ouvi de alguns médicos que meus seios provavelmente ficariam menores que tamanho 42.
Em algumas consultas com minha médica eu questionava a questão da estética e geralmente ouvia a mesma coisa - que ela só poderia ter uma ideia melhor quando 'abrisse', mas acreditava que daria para montar belos seios, mas quanto ao tamanho, ela não poderia definir nada antes disso.
Nunca pensei que esse seria um ponto importante de todo processo da minha cirurgia, mas nós muitas vezes nos surpreendemos com sentimentos que surgem nas mais variadas situações.
Logo depois da cirurgia, minha médica veio me tranquilizar quanto ao tamanho final, que por sinal ficou muito bom - penso que foi a partir desse momento que percebi que havia falado bastante sobre esse assunto com ela.
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segunda-feira, 3 de setembro de 2018
sábado, 1 de setembro de 2018
O dia da cirurgia - retirada das próteses de silicone e mastopexia
Os preparativos para cirurgia de retirada de silicone e mastopexia,
começaram com jejum - fiz jejum de 8 horas com pouca água e não pude tomar nada
de água nas últimas 2 horas, anteriores a cirurgia, o que foi muito pior do que
não poder comer.
Quando cheguei ao hospital, por
volta das 6h30, encaminhei os assuntos burocráticos e em seguida fui chamada
por uma enfermeira.
Troquei a roupa e fui para um
local onde se encontravam outras pessoas que também iriam se submeter a algum
procedimento estético.
Uma delas me perguntou o que iria
fazer e quando falei que iria retirar as próteses e fazer mastopexia, percebi
que uma outra senhora me olhou surpresa – naquele momento, preferi não causar polêmica e não entrei em detalhes sobre os meus motivos.
Ficamos conversando e nisso
minha médica foi até o local e já me senti mais segura, adoro ela!
Em seguida o anestesista me
chamou e nos dirigimos para uma sala reservada onde ele me fez uma série de
perguntas e saiu da sala.
Logo após, entrou minha médica,
conversamos, ela fez as marcações e fomos caminhando e conversando para a sala
de cirurgia.
Chegando lá, encontrei toda a
equipe e o anestesista, que iniciou os procedimentos, me explicando cada ação.
A primeira coisa que ele
perguntou foi se eu queria que o ‘acesso’ fosse na mão ou no braço.
Disse que ele poderia escolher
o melhor local, então ele explicou que na mão, embora fosse mais dolorido, seria mais fácil de me movimentar
após a cirurgia, concordei na hora.
Depois disso ele colocou uma
máscara de oxigênio no meu rosto e me perguntava de tempos em tempos se eu estava
ficando relaxada - eu disse, umas duas ou três vezes que não estava sentido
muita coisa...
Então, ele disse que iria
introduzir uma medicação que me faria dormir e em pouquíssimo tempo
"apaguei".
Só acordei por volta do meio-dia, na sala de recuperação com minha médica falando comigo e me perguntando se
eu queria ligar para minha mãe – eu disse que sim (eu havia pedido isso num das
consultas que fiz com ela).
Tentei falar da forma mais normal possível com minha mãe, já que o
objetivo da ligação era acalmá-la...
Depois disso fiquei muito bem e
estranhando muito o fato de praticamente não ter dor.
Pedi água algumas vezes e
fiquei feliz quando percebi que podia tomar quantos copos quisesse.
Passado um tempo, veio uma
enfermeira com um comprimido para dor (tylex) e eu disse que não estava
precisando de nada, mas como ela insistiu, acabei tomando.
A seguir a mesma enfermeira,
que me acompanhou o tempo inteiro, até a alta, me trouxe um cardápio de lanches,
escolhi um sanduíche de queijo e suco de maçã – quando ela trouxe, comi tudo e
me senti bem.
Fiquei um tempo conversando com duas senhoras que estavam ocupando leitos bem na frente do meu e por volta das 16h30, recebi a notícia de
que receberia alta em breve, tendo em vista que não havia enjoado depois do
lanche e desde que fizesse xixi.
Quando veio minha médica para assinar a alta, aproveitei para
perguntar se eu deveria deitar quando chegasse em casa e ela disse que não, que
eu poderia ficar na sala, assistindo TV...
A seguir fui levada para o
banheiro, fiz xixi, a enfermeira ajudou a me vestir e em seguida fui conduzida
para uma sala onde estavam outras mulheres que estavam comigo, no mesmo local
anterior.
Disseram que meu marido estava vindo, me deram dipirona, antes de
tirarem o 'acesso' e quando ele chegou, conversamos e ele se dirigiu a recepção
para acertar os detalhes da alta.
Enquanto isso chegou a enfermeira com a cadeira de rodas e fiz
minha primeira 'arte': esqueci que não poderia fazer força com os braços e só
depois de já estar na cadeira que percebi meu erro.
Quando passei da cadeira para o carro, para ir para casa, fui mais
cuidadosa.
Chegando em casa fui
recepcionada no pátio da minha casa, por várias pessoas da minha família que eu amo tanto e
fiquei extremamente feliz, mas pedi para entrar em casa e sentar, claro que todos
entenderam.
A noite foi tranquila, considerando
que foi a primeira que dormi com a barriga para cima e com uma pilha de
travesseiros.
Penso que a retirada das
próteses e a mastopexia foram muito mais tranquilas do que foi o implante, em
todos os aspetos: dor, mal estar, dependência absoluta para levantar da cama,
tudo!
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quarta-feira, 27 de junho de 2018
Quarta médica - retirada das próteses de silicone
Esta quarta médica, foi indicada por uma amiga, ela fez uma
mastopexia com ela e ficou muito satisfeita.
A primeira impressão que eu
tive foi de um certo distanciamento, falta de sorrisos e um pouco de ironia -
nada bom se eu quisesse ser amiga da cirurgiã, mas como o que eu quero é
seriedade e competência, isso não chegou a me afetar.
Levei a ressonância magnética e depois de
examinar, ela disse que poderia operar e que provavelmente seria na clínica mas acredito que poderia sugerir um hospital.
Quando falei da retirada das
próteses em bloco, ela foi reticente, disse que aumenta a morbidade em função
de sangramentos e só saberíamos se isso é possível, no momento da cirurgia -
muitas vezes ela retira parte das cápsulas e manda para biópsia.
Ou seja, penso que não vai ser essa,
embora minha amiga tenha dito que a médica conversou com ela e disse que meus
seios ficariam iguais aos dela, pelo jeito ótimos.
Daqui alguns dias, "vou
conhecer" os seios da minha amiga...
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quinta-feira, 21 de junho de 2018
Terceira médica, segunda consulta - retirada das próteses de silicone
Voltei ao consultório da terceira médica, com o exame de
ressonância magnética sem contraste e ela me disse que no geral, minhas
próteses, apesar de em determinado local estarem com uma contratura, estão em
estado regular.
Além desse exame, levei também
a cópia do meu prontuário médico com todos os dados da minha cirurgia e
inclusive a marca da prótese: Winner.
Ela já havia me dito que não
faz cirurgias quando não conhece a marca das próteses e como também não conhece
a marca da minha, gentilmente foi se afastando do caso.
Num primeiro momento, ao ver o
nome do cirurgião, no prontuário, disse sorrindo que o conhecia...
No final da consulta fiz uma
pergunta bem objetiva: então, tu não vai fazer a minha cirurgia?
Ela respondeu com um sorriso
que mostrava todos seus belos dentes: acho melhor tu voltar ao teu cirurgião,
ele é um bom médico!
Ficou da consulta a análise
que fez do exame, saí de lá um pouco frustrada mas aliviada, porque acho
que tudo aconteceu da melhor maneira possível, não iria querer que ela me
operasse se sentindo insegura.
E também quando falei na
primeira consulta, sobre a possibilidade de operar usando a técnica "em
bloco", ela havia sido muito reticente...
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terça-feira, 5 de junho de 2018
Terceira médica - retirada das próteses de silicone
A terceira médica também foi indicada pelo meu mastologista.
Começando pelos pontos
negativos, tenho que falar sobre a duração da consulta - eu tinha muitas
perguntas, mais logo que esclarecido o essencial ela já foi conduzindo nossa
conversa para o final e sugeriu sutilmente que o restante será tratado na
próxima vez, quando eu trouxer o exame que ela pediu.
Sobre o curriculum dessa
cirurgiã, é maravilhoso, com mil cursos no exterior, etc...
Num primeiro momento
conversamos sobre o essencial, ela examinou a minha última mamografia e pediu
que eu fizesse uma ressonância sem contraste para ter uma ideia mais precisa
sobre o estado das minhas próteses e ainda pediu que eu descobrisse a marca -
existe uma que ela não opera por não ter experiência e por ser um processo muito
complicado.
Logo após, fomos para sala de
exames e ela verificou que dá para perceber algumas irregularidades apenas pelo
toque, fiquei mais preocupada ainda.
Quando retomamos a conversa,
ela disse que concordava que a retirada do silicone é a melhor solução e que a
cirurgia seria bem complexa, eu devo ter bastante tecido cicatricial.
Ela ainda falou sobre os
problemas de cicatrização que tive e disse que é possível tomar alguns cuidados
como, por exemplo, usar um fio de sutura especial - vi que ela ficou bem
preocupada nesse aspecto e falou que para ela, saúde e estética tem igual
importância.
No final, me atrevi a mostrar
algumas fotos que eu havia selecionado para deixar claro quais eram minhas
expectativas com relação a tamanho e formato aproximados - ela me jogou um "balde de água fria" dizendo que na maioria das fotos as mulheres usavam silicone
e como eram jovens e provavelmente não tinham amamentado por tanto tempo quanto
eu, ela não poderia garantir nada.
Outro ponto fundamental foi
quando falei da retirada das próteses “em bloco” e ela não definiu nada, porque
disse que embora seja o ideal, primeiro quer ver a ressonância magnética.
No geral, gostei da médica, percebi que ela tem experiência, competência e penso em voltar para uma segunda
consulta para levar o exame.
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sábado, 5 de maio de 2018
Primeira médica - retirada das próteses de silicone
Ontem fiz a primeira consulta com a primeira médica, desde a
decisão de retirar as próteses de silicone...
Um dos pontos mais positivos foi
o fato dessa cirurgiã plástica quase não usar silicone em seus pacientes, ela somente usa
quando não há outra opção - tipo um seio que é muito, muito pequeno.
Um dos pontos negativos foi
quando eu disse que esperaria até estar com meu peso ideal, 69 kg - hoje estou
com 75 kg e ela disse que isso não importava.
Hoje sou uma nova pessoa quando
se trata de procedimentos cirúrgicos, porque em outra época apenas aceitaria a
opinião sem nem questionar...
Já li e assisti médicos falando
da importância que é chegar à sala de cirurgia, com o peso ideal e inclusive
ouvi um médico falando que ele não opera pessoas com o IMC maior que 28 porque
isso acarretaria muito mais riscos de problemas durante a cirurgia.
Quanto aos exames iniciais, ela
pediu uma ressonância magnética com contraste porque quer ter a noção geral de
como meus seios estão e embora eu saiba o quanto é mais nocivo fazer dessa
forma, entendo que é muito cauteloso da parte dela, querer chegar na cirurgia
com todas as informações possíveis.
Outro ponto positivo, é haver 2
opções de anestesia: geral ou peridural - eu prefiro peridural.
Irei consultar com mais
médicos, mas essa médica de ontem é uma possibilidade, gostei muito dela e o
impasse do peso, eu mesma posso resolver marcando a cirurgia somente quanto
estiver com meu peso ideal.
Outra consideração
importantíssima é que ela opera em hospital, aqui em Porto Alegre.
Sobre as perguntas que eu havia
deixado no celular, acabei não fazendo - perguntava conforme íamos
conversando...
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Primeira médica, um novo caminho
Hoje é o dia da minha primeira consulta para começar o processo de
retirada das próteses de silicone dos meus seios.
Conheci esta médica através de uma pessoa conhecida que é dermatologista, super detalhista e exigente - ela operou os seios e adorou o resultado.
Meu primeiro contato com a cirurgiã plástica foi por telefone, a
secretária não havia ido trabalhar e ela que estava atendendo os telefonemas e
cuidando da agenda - ela pareceu extremamente simpática e solícita e disse que
suas consultas são sempre à tarde porque pela manhã, ela opera.
Vou levar minhas mamografias, ecografias mamárias e meus últimos exames
de sangue para a consulta.
Já no início da consulta falarei que não posso fazer nada agora em
função da doença da minha cadelinha, que talvez tenha que ser operada e
precisará muito de mim.
Outro fator importante é que eu quero muito chegar no dia da cirurgia
com meu peso ideal - preciso perder uns 7 kg e já estou "trabalhando"
para isso.
Também estou pensando que é interessante fazer um relato sobre como tudo
se deu no pós-cirúrgico quando coloquei as próteses e fiz a mastopexia - falar
sobre as "feridinhas" que provavelmente tenham surgido por erro
médico - o cirurgião retirou muita pele.
Estou super ansiosa e já preparei uma lista com perguntas que tenho que
fazer:
- como é feita a retirada das próteses?
- é possível fazer o lifting junto com a retirada ou é melhor esperar um
pouco?
- é possível fazer a cirurgia com anestesia local e sedação? (foi assim
que fiz quando fiz a mastopexia com colocação das próteses e foi ótimo)
- onde é feita a cirurgia - na clínica ou em um hospital (prefiro)?
- quanto tempo eu ficarei no hospital?
- é necessário fazer exames complementares como ressonância magnética?
- quanto tempo de repouso?
- é possível ficar com tamanho entre 44 e 42? (o meu tamanho atual é 46)
- como é a transferência de gordura e quais são os riscos? No meu caso é
necessário?
- temos como prever o resultado final?
Sobre a transferência de gordura li que não é uma boa ideia em função de que pode haver um endurecimento do material e com isso, pode dificultar a visibilidade nos exames de imagem - essa técnica é mais apropriada para quem teve que fazer mastectomia total.
Na próxima postagem, trarei as respostas a todas essas perguntas.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Emergência
Hoje, por volta das 5 horas, tivemos um caso de doença na família e tivemos que procurar um serviço de atendimento de emergência aqui em Porto Alegre.
Chegamos rapidamente ao hospital porque estávamos bastante preocupados em função de que se tratava de um caso de alergia e estávamos com medo diante da possibilidade de que houvesse fechamento de glote e se tornasse um caso mais grave.
Quando entramos no local do Plantão, estava vazio e ficamos surpresos e sem entender como que um serviço de emergência de um grande hospital podia estar sem ninguém para nos atender?
Minutos depois, chegou um guarda para nos informar que seríamos atendidos em breve, assim que o recepcionista voltasse do banco. Não conseguia acreditar e só nos restou esperar...
Fiquei pensando em como deve ser o atendimento pelo SUS, considerando que, embora tivéssemos um bom convênio, o atendimento estava daquele jeito.
Tentei me acalmar e em seguida chegou o atendente que nos recebeu de modo formal e lento e começou então a preencher um formulário interminável - imaginem se não fosse uma emergência!
Quando finalmente fomos atendidos por uma médica, nossa insatisfação continuou, infelizmente.
Ela começou o atendimento fazendo algumas perguntas e digitando novamente algumas informações que já havíamos fornecido ao atendente, e não sei o que mais ela tanto digitava - o que sentimos na hora e comentamos depois, é que parecia que ela estava redigindo uma monografia interminável, considerando o tempo que levou.
Em compensação, foi extremamente rápida quando deu o provável diagnóstico e receitou um remédio que seria testado. Disse também que a paciente teria que ficar em observação por 1 hora para que fosse feita uma avaliação da reação a medicação que ela não sabia ao certo se daria resultado positivo.
Ainda perguntei, sem resposta, se a dose poderia ser baixa, em função do perigo a uma nova reação alérgica, mas não obtive uma resposta objetiva.
Claro que tive vontade de sugerir que fôssemos a outro local, mas imaginei que esta situação deva ser igual em qualquer hospital, em um plantão em dia de feriado.
Ainda bem que tudo acabou dando certo, mas poderia ter acabado numa situação pior do que a que estávamos quando chegamos.
Chegamos rapidamente ao hospital porque estávamos bastante preocupados em função de que se tratava de um caso de alergia e estávamos com medo diante da possibilidade de que houvesse fechamento de glote e se tornasse um caso mais grave.
Quando entramos no local do Plantão, estava vazio e ficamos surpresos e sem entender como que um serviço de emergência de um grande hospital podia estar sem ninguém para nos atender?
Minutos depois, chegou um guarda para nos informar que seríamos atendidos em breve, assim que o recepcionista voltasse do banco. Não conseguia acreditar e só nos restou esperar...
Fiquei pensando em como deve ser o atendimento pelo SUS, considerando que, embora tivéssemos um bom convênio, o atendimento estava daquele jeito.
Tentei me acalmar e em seguida chegou o atendente que nos recebeu de modo formal e lento e começou então a preencher um formulário interminável - imaginem se não fosse uma emergência!
Quando finalmente fomos atendidos por uma médica, nossa insatisfação continuou, infelizmente.
Ela começou o atendimento fazendo algumas perguntas e digitando novamente algumas informações que já havíamos fornecido ao atendente, e não sei o que mais ela tanto digitava - o que sentimos na hora e comentamos depois, é que parecia que ela estava redigindo uma monografia interminável, considerando o tempo que levou.
Em compensação, foi extremamente rápida quando deu o provável diagnóstico e receitou um remédio que seria testado. Disse também que a paciente teria que ficar em observação por 1 hora para que fosse feita uma avaliação da reação a medicação que ela não sabia ao certo se daria resultado positivo.
Ainda perguntei, sem resposta, se a dose poderia ser baixa, em função do perigo a uma nova reação alérgica, mas não obtive uma resposta objetiva.
Claro que tive vontade de sugerir que fôssemos a outro local, mas imaginei que esta situação deva ser igual em qualquer hospital, em um plantão em dia de feriado.
Ainda bem que tudo acabou dando certo, mas poderia ter acabado numa situação pior do que a que estávamos quando chegamos.
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