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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Minha Dieta Perfeita

Estou numa fase sem vontade de encarar uma dieta radical, mas estou com muita vontade de emagrecer...

Para enlouquecer, não?

No verão acho que todos nós ficamos mais preocupados com a aparência, é inevitável.

Como não estou no clima de comer pouco ou até passar um pouco de fome, desisti de imediato desse caminho.

Optei por comer, mas dando preferência a alimentos que me ajudem de alguma forma a emagrecer: integrais ricos em fibra, pouco calóricos, muito chá e muita, muita água - tipo reeducação alimentar.

Evito tomar leite, substituo por queijo, iogurte light, Whey Protein.

Mas se eventualmente passo por uma linda máquina de café, em algum local, e me dá vontade de tomar um capucino, não resisto, tomo sem culpa.

Aliás, sentir culpa por ter comido algo que não devíamos, não resolve nada mesmo, ao contrário, causa mais ansiedade e corremos mais riscos de esquecermos da dieta.

Se comer algo proibido, como mesmo, só tento compensar depois.

Não posso esquecer de mencionar o fato de continuar fazendo treino em academia e caminhadas 3 vezes por semana em dias alternados.

Se pudesse trocar as caminhadas por aulas de zumba, seria perfeito, mas por enquanto optei por isso.

Estou adotando também, um hábito desaconselhado por 90% das pessoas entendidas em dietas: aproveito o fato de não sentir fome pelo período da manhã e não como nada - só tomo café, chá de hibisco e água até o horário de almoço, por volta das 13 horas.

Um outro hábito que adotei, é não comer depois das 20 horas, quando não tenho treino ou caminhada.

A partir desse horário só tomo chás - de camomila ou de erva-doce, limonada e água.

Portanto, nestas ocasiões fico das 20 horas até às 13 horas em quase jejum.

Quanto a adoçantes, uso os que são à base de Stévia.

Sobre o almoço, meu prato se divide em saladas de todos os tipos e cores e carnes brancas - se na ocasião houver salmão, melhor ainda.

Geralmente deixo os carboidratos para antes dos treinos e antes das caminhadas.

Após a academia, tomo Whey Protein/BCAA e após a caminhada como algum alimento proteico - iugurte, frango, ôvo,...

Transgressora que sou, depois do almoço é que cometo loucuras, mas tento manter a comilança até as 20 horas, geralmente é possível, exceto quando saio à noite - não abro mão de beber cerveja, mas sempre tomo água antes, durante e depois.

Nestas ocasiões, procuro não exagerar com a comida que geralmente é muito calórica - faço pelo menos um lanche antes de sair de casa, para não chegar ao local com fome o que torna mais difícil resistir às tentações.

Quanto aos doces, não como todos os dias, mas quando me dá muita vontade, como depois do almoço porque sei que o efeito negativo é menor.

Uma coisa que tem me ajudado muito é o chá de hibisco (Hibiscus sabdariffa).    

Este chá estimula a queima de gordura corporal, facilita a digestão, regulariza o intestino, combate a retenção de líquido, tem alta concentração de antocianina (pigmento da família dos flavonoides que tem ação antioxidante e anti-inflamatória) e ainda tem vitamina C.

Sem dúvida esse chá está sendo um grande aliado.

Embora o gosto não seja ruim, tenho feito com cravo e canela e sempre tomo gelado - fica perfeito.

Meu dia de "folga" é no domingo, sem treino e sem caminhada - evito carboidratos no almoço, mas no decorrer do dia me permito cometer algumas loucurinhas...

Não acredito em dietas radicais, onde se perde peso com a mesma facilidade que se ganha novamente os quilinhos perdidos.

Desta forma simples, sem sair muito do que era minha rotina anterior, estou conseguindo chegar gradativamente ao meu peso ideal - considerando minha idade, aspectos referentes à minha saúde e expectativas pessoais.





quinta-feira, 1 de maio de 2014

Parada!

Torci o pé dia 16 de abril, subindo as escadas aqui em casa.
Estava carregando muitas sacolas, errei um degrau e caí.
Quando conto para as pessoas que caí da escada por esse motivo, eu imagino que elas devam pensar que eu tenha exagerado nas compras para mim, mas não, eram compras para meus filhos.
Quem mora em casa com escada, pode entender melhor - quando subimos para o andar superior, queremos aproveitar ao máximo e levamos tudo que podemos como se tivéssemos cabides ao invés de braços.
No momento que aconteceu, pensei: quebrei o pé e vou ter que parar com tudo que estou fazendo!
Fomos para o hospital e depois de ter feito várias radiografias, na consulta final com o médico, ele me disse que era "apenas uma torção", não havia quebrado nada.
Por alguns segundos fiquei feliz e pensei que conseguiria manter pelo menos algumas das minhas atividades... Foi quando o médico me disse que não poderia fazer nada, apenas esperar e repousar!
Ainda tentei negociar, perguntando se poderia fazer "meio treino"...
Imaginei que alguém poderia me levar até a academia de cadeira de rodas e então, não haveria nenhum problema.
Ele respondeu de forma enérgica que não, eu ficaria imobilizada e que deveria voltar em três dias para uma nova consulta.
Na nova consulta, ele reforçou dizendo que eu não poderia fazer nada nos próximos dias, que deveria voltar depois de 10 dias e indicou que eu começasse a fazer fisioterapia o mais rápido possível.
Foi nesse momento que percebi que teria que me superar: de repouso na Páscoa, não!!!
Costumo entrar no espírito da Páscoa muito antes do dia - quando ao entrar no supermercado vejo o paraíso através daqueles túneis de chocolate...
E só saio deste espírito de Páscoa muitos dias depois do domingo.
Páscoa para mim é um período sagrado, não por motivos religiosos, mas porque Páscoa para mim sempre foi sinônimo de chocolate liberado.
Como já havia comprado alguns chocolates para uso doméstico e alguns para dar de presente para meus filhos, minha mãe, minha sogra, meus afilhados, dá para imaginar o que aconteceu!
Restou pouca coisa, comi todos os chocolates para uso doméstico e grande parte dos presentes, só sobraram alguns poucos ovos (respeitei o símbolo), um roupão que havia comprado para a minha nora, que não come chocolate e uma bandana para um afilhado que também não gosta muito - sorte deles, que os presente não eram comestíveis!
Agora, espero estar no final deste processo, embora todos os dias as fisioterapeutas reafirmem o que o médico do hospital e a fisiatra disseram - nada de caminhar, nada de treino, nada de zumba!
Antes deste incidente, eu estava com minha agenda diária lotada de compromissos, sem tempo para respirar.
Penso que nada acontece por acaso e estou até repensando esse estilo de vida que acabei adotando.
Dia 16 de abril, o Universo disse: parada!