O grande mistério que envolve a morte de qualquer ser, me remete a uma total falta de controle que nós humanos temos sobre o assunto.
Minha 'filha de quatro patas' - um anjo, como todo animal, morreu dia 10 de janeiro - quinta-feira passada.
Mais uma vez me senti impotente, não podendo fazer nada - o que tinha feito, a princípio, foi o que estava a meu alcance e agora só me resta aceitar.
Essa impotência diante desse fato é algo que estou aprendendo a lidar, ainda é muito difícil e dolorido, mas não me resta outra alternativa.
O que fica é um imenso amor que ela recebeu da família, de veterinários, de amigos.
Inicialmente ela foi rejeitada pelos donos, mas foram somente 45 dias de rejeição porque a partir do momento que ela foi adotada por nossa família, não faltou amor em nenhum outro instante.
Obrigada à Clê, que por 13 anos também foi uma mãe maravilhosa para minha filha e agora, mesmo à distância, mantinha esse amor incondicional.
Não podia ter escolhido um nome melhor para a doce Mel.
Aproveito para agradecer a todos amigos e parentes que se manifestaram nos dando apoio para suportar este momento tão delicado em nossas vidas - esse carinho está sendo fundamental para que possamos seguir em frente.
Obrigada também do fundo do meu coração para todos que estiveram pertinho de nós nos dando apoio profissional com muito amor e competência:
- Veterinária Lisiane, Lu e toda equipe da clínica 'Patas e Focinhos' que tiveram tanto carinho, amor e competência em todos os momentos, especialmente os finais e mais difíceis da vida da minha amada filha...
- Veterinária Denise, Priscila e a toda a equipe maravilhosa e incansável do Centro de Fisioterapia 'Mundo à Parte' que foram como a 'segunda família' da Mel, durante estes anos e onde ela recebeu amor de todas as formas imagináveis.
Um agradecimento especial a uma pessoa que foi como uma 'mãe à primeira vista' da Mel, a Camila.
Ela chegou num momento perfeito e pode conviver, amar e ajudar a Mel, no seu último e mais difícil ano de vida.
Eu, como toda mãe, amarei minha filha para sempre e meu único desejo agora, é que ela esteja bem - onde quer que ela esteja...
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sábado, 13 de janeiro de 2018
Amor, Morte, Aceitação, Gratidão
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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Chocolate, um vício
Se existe algo com o qual não sei lidar bem, é com relação a chocolates.
Se estiver 'morando' na mesma casa que uma barra de chocolate, eu irei comê-la.
Há 2 dia atrás um dos meus afilhados veio me oferecer trufas, ele está vendendo - alternativa ótima, já que não estava conseguindo um emprego formal.
Claro que compramos, mas pensei em comer apenas 1, o que foi impossível porque estavam maravilhosas e quando vi, já tinha comido umas 3.
Acabei fazendo uma promessa para mim mesma: no dia seguinte seria outra pessoa, mais controlada e comeria somente alimentos saudáveis.
Daí, dia seguinte depois da academia que fica dentro de um shopping, fomos almoçar nossa salada com frango grelhado, como é de costume, mas durante o almoço alguém propôs que fôssemos dar uma caminhada para comprar umas coisas.
As 'coisas' que comprei foram barras de chocolate!
Cheguei em casa quase que vocalizando um mantra - vou comer de forma racional, vou comer de forma racional, vou comer de forma racional,...
Quem disse que esta tal de racionalidade humana faz com que façamos só o que é certo?
Comi tudo na mesma hora!
Se eu fosse um animal quem sabe minha irracionalidade não tivesse funcionado e provavelmente não tivesse sequer comprado aquele monte de chocolate, mas como sou humana...
Se estiver 'morando' na mesma casa que uma barra de chocolate, eu irei comê-la.
Há 2 dia atrás um dos meus afilhados veio me oferecer trufas, ele está vendendo - alternativa ótima, já que não estava conseguindo um emprego formal.
Claro que compramos, mas pensei em comer apenas 1, o que foi impossível porque estavam maravilhosas e quando vi, já tinha comido umas 3.
Acabei fazendo uma promessa para mim mesma: no dia seguinte seria outra pessoa, mais controlada e comeria somente alimentos saudáveis.
Daí, dia seguinte depois da academia que fica dentro de um shopping, fomos almoçar nossa salada com frango grelhado, como é de costume, mas durante o almoço alguém propôs que fôssemos dar uma caminhada para comprar umas coisas.
As 'coisas' que comprei foram barras de chocolate!
Cheguei em casa quase que vocalizando um mantra - vou comer de forma racional, vou comer de forma racional, vou comer de forma racional,...
Quem disse que esta tal de racionalidade humana faz com que façamos só o que é certo?
Comi tudo na mesma hora!
Se eu fosse um animal quem sabe minha irracionalidade não tivesse funcionado e provavelmente não tivesse sequer comprado aquele monte de chocolate, mas como sou humana...
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sábado, 30 de dezembro de 2017
Eu, 1 gata e 1 roberto numa clínica veterinária perfeita
Minha gata Bela Belinha está doente e desde ontem estamos indo ao consultório veterinário para consulta, exames e tratamento injetável.
Uma amiga foi quem me indicou o local, ontem foi a primeira vez que estivemos lá.
Ontem, esperamos por 2 horas e meia e hoje esperamos por 1 hora para que fôssemos atendidos.
Amanhã iremos às 11h, mas já estou mais tranquila e a espera já não está me preocupando tanto.
Inicialmente, achei muito complicada a demora no atendimento, mas aos poucos fui entendendo certas dinâmicas e percebi que o local é maravilhoso.
O Veterinário que atende a Belinha é maravilhoso, a recepcionista é maravilhosa, a atenção que é dada aos animais é maravilhosa...
Hoje quando estava lá pude perceber que o público de humanos que frequentam o local é de todas as classes sociais, coisa que, infelizmente, nunca tinha visto em outras clínicas veterinárias.
É bom salientar que o que pagamos pelo serviço prestado é muito mais barato do que normalmente costumamos pagar.
Recentemente fui vítima de uma profissional que não teve ética, sensibilidade e nenhum comprometimento - fiquei profundamente decepcionada com ela.
Percebi que a referida veterinária estava apenas preocupada com todo o lucro que ela poderia conseguir diante do caso - que era muito grave e o meu cachorro era um mero objeto para ela alcançar seu objetivo.
Ainda não tive oportunidade, mas em breve, marcarei um horário com ela, para que possamos conversar a respeito - o que aconteceu não pode se repetir com outro animal.
Resumindo, eu fiquei muito feliz em conhecer este veterinário que consegue reunir todas as qualidades que um profissional precisa ter.
Uma amiga foi quem me indicou o local, ontem foi a primeira vez que estivemos lá.
Ontem, esperamos por 2 horas e meia e hoje esperamos por 1 hora para que fôssemos atendidos.
Amanhã iremos às 11h, mas já estou mais tranquila e a espera já não está me preocupando tanto.
Inicialmente, achei muito complicada a demora no atendimento, mas aos poucos fui entendendo certas dinâmicas e percebi que o local é maravilhoso.
O Veterinário que atende a Belinha é maravilhoso, a recepcionista é maravilhosa, a atenção que é dada aos animais é maravilhosa...
Hoje quando estava lá pude perceber que o público de humanos que frequentam o local é de todas as classes sociais, coisa que, infelizmente, nunca tinha visto em outras clínicas veterinárias.
É bom salientar que o que pagamos pelo serviço prestado é muito mais barato do que normalmente costumamos pagar.
Recentemente fui vítima de uma profissional que não teve ética, sensibilidade e nenhum comprometimento - fiquei profundamente decepcionada com ela.
Percebi que a referida veterinária estava apenas preocupada com todo o lucro que ela poderia conseguir diante do caso - que era muito grave e o meu cachorro era um mero objeto para ela alcançar seu objetivo.
Ainda não tive oportunidade, mas em breve, marcarei um horário com ela, para que possamos conversar a respeito - o que aconteceu não pode se repetir com outro animal.
Resumindo, eu fiquei muito feliz em conhecer este veterinário que consegue reunir todas as qualidades que um profissional precisa ter.
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terça-feira, 26 de dezembro de 2017
Adestramento para humanos
Quando ganhei uma das minhas cadelinhas - a Amy, há 9 anos, logo percebi que ela tinha um jeitinho diferente - era mais braba do que o normal, mordia, era bem agitada e não fazia suas necessidades fisiológicas no lugar (mas isso foi só uma questão de tempo, ela logo aprendeu).
Fui aconselhada, na ocasião, a procurar um adestrador, mas logo que tomei conhecimento de como era feito o trabalho dele, desisti.
Seria mais ou menos assim: se ela fizesse xixi no lugar 'errado' ou fizesse alguma coisa 'indesejável', mesmo sendo bebê, teria que ser presa no banheiro ou não iria ganhar uma comida apetitosa tipo as que são usadas por adestradores.
E por aí ia o trabalho de adestramento...
Nem pensar!
Existem situações especiais em que muitas vezes animais que sofreram maus tratos, por exemplo, e que ficaram com um trauma terrível que faz com que eles não consigam ter nenhum tipo de convivência com ninguém, daí sou a favor de buscar este tipo de ajuda - até porque esse tipo de trabalho pode definir vida ou morte do animal, infelizmente.
Hoje nós respeitamos minha amada Amy e conseguimos lidar com ela mesmo ela mantendo essa 'personalidade forte'.
Amamos esta criaturinha do jeito que ela é.
Nós humanos, geralmente nos achamos tão superiores aos animais, mas se olharmos com atenção e o mínimo de humildade, veremos que essa superioridade não existe.
Ao contrário, penso que quem deveria ser adestrado é o ser humano.
Nós humanos é que temos muito a aprender com os animais!
Fui aconselhada, na ocasião, a procurar um adestrador, mas logo que tomei conhecimento de como era feito o trabalho dele, desisti.
Seria mais ou menos assim: se ela fizesse xixi no lugar 'errado' ou fizesse alguma coisa 'indesejável', mesmo sendo bebê, teria que ser presa no banheiro ou não iria ganhar uma comida apetitosa tipo as que são usadas por adestradores.
E por aí ia o trabalho de adestramento...
Nem pensar!
Existem situações especiais em que muitas vezes animais que sofreram maus tratos, por exemplo, e que ficaram com um trauma terrível que faz com que eles não consigam ter nenhum tipo de convivência com ninguém, daí sou a favor de buscar este tipo de ajuda - até porque esse tipo de trabalho pode definir vida ou morte do animal, infelizmente.
Hoje nós respeitamos minha amada Amy e conseguimos lidar com ela mesmo ela mantendo essa 'personalidade forte'.
Amamos esta criaturinha do jeito que ela é.
Nós humanos, geralmente nos achamos tão superiores aos animais, mas se olharmos com atenção e o mínimo de humildade, veremos que essa superioridade não existe.
Ao contrário, penso que quem deveria ser adestrado é o ser humano.
Nós humanos é que temos muito a aprender com os animais!
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domingo, 10 de abril de 2011
Quatro cachorros e Uma gata
Lotação esgotada.
Se entrar mais um animal para a família, vai ter que sair um humano...
Gerenciar a vida desses animais lindos não tem sido fácil: a gata não se relaciona bem com nenhum dos três cachorros, as duas cadelas mais velhas não gostam dos dois mais novos e a Yorkshire é dominante e não quer saber de mais nenhum bicho disputando espaço.
Às vezes, quase enlouqueço administrando os espaços ocupados por eles, mas como amo demais todas essas criaturinhas, acabo encontrando alguma solução.
Tenho pessoas que me ajudam e acho que elas também se cansam, mas como também amam animais, acabam relevando.
O bebê da casa é lindo, elétrico e adora brincar, diferente dos demais animais adultos.
Com a chegada dele houve uma revolução dos bichos - tentamos adaptá-lo a convivência das cadelas mais velhas e não deu certo.
Hoje ele disputa espaço com a gata que já mostrou a ele quem manda na casa.
Se entrar mais um animal para a família, vai ter que sair um humano...
Gerenciar a vida desses animais lindos não tem sido fácil: a gata não se relaciona bem com nenhum dos três cachorros, as duas cadelas mais velhas não gostam dos dois mais novos e a Yorkshire é dominante e não quer saber de mais nenhum bicho disputando espaço.
Às vezes, quase enlouqueço administrando os espaços ocupados por eles, mas como amo demais todas essas criaturinhas, acabo encontrando alguma solução.
Tenho pessoas que me ajudam e acho que elas também se cansam, mas como também amam animais, acabam relevando.
O bebê da casa é lindo, elétrico e adora brincar, diferente dos demais animais adultos.
Com a chegada dele houve uma revolução dos bichos - tentamos adaptá-lo a convivência das cadelas mais velhas e não deu certo.
Hoje ele disputa espaço com a gata que já mostrou a ele quem manda na casa.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Imbecil!
Claro que nem tudo foi sublime e tranquilo durante minhas férias...
Houve um incidente que talvez tenha sido o pior de todos:
Eu havia acabado de fazer uma caminhada na beira da praia e estava fazendo alongamento numa praça que fica entre o mar e meu prédio.
Em determinado momento, vi que um cachorrinho da raça Yorkshire, sem guia, se aproximar de mim - fiquei olhando apaixonada diante de tanta beleza, pureza e fragilidade...
De repente, vi o dono do animal se aproximar - era um homem de meia idade.
Alguns segundos depois, o cachorrinho viu um outro cão do outro lado da rua e saiu correndo. O dono irresponsável correu atrás enlouquecido.
A sorte é que naquele momento não estava passando nenhum carro e eu achei que o episódio ao menos serviria de lição para aquele ser humano imbecil. Mas não!
O idiota, quando alcançou o animal, ao invés de ficar feliz por ele não ter se machucado, bateu na frágil criaturinha com a guia que estava em suas mãos.
Agora eu pergunto: será que era o animal quem deveria ter sido repreendido e até agredido? Claro que não!
O errado, claro, foi o dono do indefeso bichinho que por não querer usar a guia, pôs em risco a vida do animal.
Após isso, como ele percebeu que eu havia acompanhado todo o episódio, foi embora rapidamente, enquanto eu, fui obrigada a guardar toda minha raiva, sem possibilidade de lhe dizer todas as frases que formulei em poucos segundos.
Depois do ocorrido, claro que me arrependi por não ter corrido atrás dele para despejar tudo que eu pensava - sei que ele não teria me ouvido passivamente, mas acho que ao menos pensaria duas vezes ao agredir um animal.
Fiquei me perguntando o que pretendia aquela criatura ao sair com animal solto, sem guia?
Provavelmente, por não ter segurança sobre sua opção sexual, ele deve pensar que homem que passeia com cachorro usando guia é "veado".
Via-se claramente naquele infeliz, um esforço sobre-humano para parecer um macho...
Houve um incidente que talvez tenha sido o pior de todos:
Eu havia acabado de fazer uma caminhada na beira da praia e estava fazendo alongamento numa praça que fica entre o mar e meu prédio.
Em determinado momento, vi que um cachorrinho da raça Yorkshire, sem guia, se aproximar de mim - fiquei olhando apaixonada diante de tanta beleza, pureza e fragilidade...
De repente, vi o dono do animal se aproximar - era um homem de meia idade.
Alguns segundos depois, o cachorrinho viu um outro cão do outro lado da rua e saiu correndo. O dono irresponsável correu atrás enlouquecido.
A sorte é que naquele momento não estava passando nenhum carro e eu achei que o episódio ao menos serviria de lição para aquele ser humano imbecil. Mas não!
O idiota, quando alcançou o animal, ao invés de ficar feliz por ele não ter se machucado, bateu na frágil criaturinha com a guia que estava em suas mãos.
Agora eu pergunto: será que era o animal quem deveria ter sido repreendido e até agredido? Claro que não!
O errado, claro, foi o dono do indefeso bichinho que por não querer usar a guia, pôs em risco a vida do animal.
Após isso, como ele percebeu que eu havia acompanhado todo o episódio, foi embora rapidamente, enquanto eu, fui obrigada a guardar toda minha raiva, sem possibilidade de lhe dizer todas as frases que formulei em poucos segundos.
Depois do ocorrido, claro que me arrependi por não ter corrido atrás dele para despejar tudo que eu pensava - sei que ele não teria me ouvido passivamente, mas acho que ao menos pensaria duas vezes ao agredir um animal.
Fiquei me perguntando o que pretendia aquela criatura ao sair com animal solto, sem guia?
Provavelmente, por não ter segurança sobre sua opção sexual, ele deve pensar que homem que passeia com cachorro usando guia é "veado".
Via-se claramente naquele infeliz, um esforço sobre-humano para parecer um macho...
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Dor
Sempre que vejo um animal abandonado ou sofrendo maus tratos, tenho vontade de morrer, sinto uma dor sem fim.
Sei que não adianta ficar chorando ou deprimida, mas isso está além do meu controle.
Não consigo nem me aproximar muito dos problemas que envolvem os bichos, principalmente os de rua. E quando auxilio, tenho que manter algum distanciamento porque fico muito mal.
Muitas vezes tenho vontade de pedir às pessoas que não me contem nada referente a problemas que envolvam animais...
Tenho vontade de adotar todos que vejo e como não é possível, vou fazendo o que posso.
Vejo a causa que envolve a Proteção aos Animais como a mais importante da atualidade, e acho que aos poucos a humanidade está se dando conta disso.
Espero viver o dia em que finalmente os animais sejam respeitados e cuidados como merecem.
Sei que não adianta ficar chorando ou deprimida, mas isso está além do meu controle.
Não consigo nem me aproximar muito dos problemas que envolvem os bichos, principalmente os de rua. E quando auxilio, tenho que manter algum distanciamento porque fico muito mal.
Muitas vezes tenho vontade de pedir às pessoas que não me contem nada referente a problemas que envolvam animais...
Tenho vontade de adotar todos que vejo e como não é possível, vou fazendo o que posso.
Vejo a causa que envolve a Proteção aos Animais como a mais importante da atualidade, e acho que aos poucos a humanidade está se dando conta disso.
Espero viver o dia em que finalmente os animais sejam respeitados e cuidados como merecem.
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