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segunda-feira, 12 de março de 2018

Gregg Braden, um cara brilhante

Nunca tinha ouvido falar em Gregg Braden e foi através da releitura de um livro sobre física quântica, que descobri esse homem que tem uma sensibilidade sem fim e uma inteligência que poucos humanos possuem.

Desde então comecei a ler e ouvir o que ele tem a dizer - li o livro 'A Matriz Divina' e também tenho ouvido seus relatos maravilhosos, através do YouTube.

Sobre o livro 'A Matriz Divina', penso que seja um ótimo começo para entrarmos neste novo Universo, tão interessante o qual Braden foi descobrindo pouco a pouco, através de conversas, observações, viagens, pesquisas,...

Agora, ele divide esse conhecimento com quem tiver interesse em compreender mais profundamente como tudo funciona e como as leis da física (como as conhecemos) não são um ponto final para explicar todos os acontecimentos de nossas vidas.

O livro cita experiências que foram feitas ao longo da história e que pouco a pouco alavancaram outras experiências para que a grande descoberta acontecesse - a Matriz Divina.

Através da descoberta da Matriz Divina e seu funcionamento, um mundo novo se abre e nele vemos que tudo está conectado e tudo que sentimos, tem um reflexo direto em tudo  na vida - nós somos co-criadores da realidade que vemos.

Segundo os ensinamentos, o sentimento é a linguagem universal, o que sentimos é que determina como a evolução de tudo se dará, não só a nossa...

Outro acontecimento importante é percebermos conforme avançarmos na leitura, que ciência e espiritualidade sempre estiveram juntas, assim como tudo que nos cerca, e essa separação, em determinado momento da história, só serviu para que houvesse um retrocesso de valores e concepções importantes para o crescimento do ser humano.

Vale muito a pena ler esse livro - com a mente e o coração abertos...






segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Pessoas solitárias

Muitas vezes esta situação se repetiu na minha vida, mas ainda não aprendi muito bem a lição: conheço ou reencontro uma pessoa que vive sozinha, sem amigos ou parentes por perto e isso me deixa profundamente triste.

As coisas acontecem sempre da mesma forma - me envolvo emocionalmente e questiono sobre onde andarão seus parentes, amigos, colegas de trabalho, por que tanta solidão?

Até o momento que, geralmente, entendo o porquê daquele ser humano nunca ter ninguém ao seu lado...

Me coloco fora da situação e quando penso na  Lei da Atração, que sempre tem respostas coerentes, muitas vezes consigo entender toda a situação - alguma ação ou omissão houve por parte do solitário, existe um motivo para tal situação estar acontecendo e ele ter consolidado essa solidão como um padrão de vida.

E por consequência, um dos problemas mais comuns que acontece com esse tipo de gente é o egocentrismo, que conforme o isolamento vai se acirrando, também vai aumentado - são aquelas pessoas que quando se encontram com alguém, iniciam um monólogo interminável que só acaba quando os ouvintes já estão quase dormindo ou resolvem ir embora, desistindo de fazer intervenções para que um diálogo se estabeleça.

Sobre meu aprendizado fica a ideia de que não posso resolver problemas desse tipo porque, geralmente, é a partir dessas situações dramáticas que esses seres terão a oportunidade de aprender algo, caso contrário seguirão sozinhos seus caminhos.





terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Adestramento para humanos

Quando ganhei uma das minhas cadelinhas - a Amy, há 9 anos,  logo percebi que ela tinha um jeitinho diferente - era mais braba do que o normal, mordia, era bem agitada e não fazia suas necessidades fisiológicas no lugar (mas isso foi só uma questão de tempo, ela logo aprendeu).

Fui aconselhada, na ocasião, a procurar um adestrador, mas logo que tomei conhecimento de como era feito o trabalho dele, desisti.

Seria mais ou menos assim: se ela fizesse  xixi no lugar 'errado' ou fizesse alguma coisa 'indesejável', mesmo sendo bebê, teria que ser presa no banheiro ou não iria ganhar uma comida apetitosa tipo as que são usadas por adestradores.

E por aí ia o trabalho de adestramento...

Nem pensar!

Existem situações especiais em que muitas vezes animais que sofreram maus tratos, por exemplo, e que ficaram com um trauma terrível que faz com que eles não consigam ter nenhum tipo de convivência com ninguém, daí sou a favor de buscar este tipo de ajuda - até porque esse tipo de  trabalho pode definir vida ou morte do animal, infelizmente.

Hoje nós respeitamos minha amada Amy e conseguimos lidar com ela mesmo ela mantendo essa 'personalidade forte'.

Amamos esta criaturinha do jeito que ela é.

Nós humanos, geralmente nos achamos tão superiores aos animais, mas se olharmos com atenção e o mínimo de humildade, veremos que essa superioridade não existe.

Ao contrário, penso que quem deveria ser adestrado é o ser humano.

Nós humanos é que temos muito a aprender com os animais!