Quando ganhei uma das minhas cadelinhas - a Amy, há 9 anos, logo percebi que ela tinha um jeitinho diferente - era mais braba do que o normal, mordia, era bem agitada e não fazia suas necessidades fisiológicas no lugar (mas isso foi só uma questão de tempo, ela logo aprendeu).
Fui aconselhada, na ocasião, a procurar um adestrador, mas logo que tomei conhecimento de como era feito o trabalho dele, desisti.
Seria mais ou menos assim: se ela fizesse xixi no lugar 'errado' ou fizesse alguma coisa 'indesejável', mesmo sendo bebê, teria que ser presa no banheiro ou não iria ganhar uma comida apetitosa tipo as que são usadas por adestradores.
E por aí ia o trabalho de adestramento...
Nem pensar!
Existem situações especiais em que muitas vezes animais que sofreram maus tratos, por exemplo, e que ficaram com um trauma terrível que faz com que eles não consigam ter nenhum tipo de convivência com ninguém, daí sou a favor de buscar este tipo de ajuda - até porque esse tipo de trabalho pode definir vida ou morte do animal, infelizmente.
Hoje nós respeitamos minha amada Amy e conseguimos lidar com ela mesmo ela mantendo essa 'personalidade forte'.
Amamos esta criaturinha do jeito que ela é.
Nós humanos, geralmente nos achamos tão superiores aos animais, mas se olharmos com atenção e o mínimo de humildade, veremos que essa superioridade não existe.
Ao contrário, penso que quem deveria ser adestrado é o ser humano.
Nós humanos é que temos muito a aprender com os animais!
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terça-feira, 26 de dezembro de 2017
Adestramento para humanos
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sábado, 30 de julho de 2011
Amy
Sexta-feira, estava percorrendo diversos canais quando fui obrigada a parar no Multishow - estavam transmitindo um show da Amy Winehouse.
Ela estava, como sempre, maravilhosa!
Houve um momento, muito comovente, num dos intervalos entre as músicas, que ela perguntou olhando para a plateia, se o pai dela estava presente (comentou ainda que como o local era pequeno, não parecia difícil localizá-lo).
Fiquei muito sensibilizada quando, em função dela não ter obtido nenhuma resposta, alguém da plateia disse: - Mas nós estamos aqui, Amy! De chorar...
Aliás, lendo a tradução das letras de suas músicas é impossível não ficarmos tristes.
Dormi neste clima e fui acordada, de madrugada, quando meu filho abriu a porta do meu quarto, no escuro, perguntando quando voltaria a luz?
Disse que não sabia e perguntei pela Amy (minha cadelinha) - ele respondeu que achava que ela estava no quarto, mas que não lembrava de ter fechado a porta...
Pedi que ele a chamasse para tentar localizá-la preocupada que ela pudesse ir para rua, quando meu filho mais velho chegasse - minhas outras cadelas estavam soltas e elas não são nada "amigas".
Quando disse isso, comentei brincando: chama a Amy viva... Cuidado quando entrares no quarto porque ela pode estar usando aquele mesmo penteado da outra Amy...
Ele me olhou naquela penumbra e foi aí que nós dois entramos no maior clima tipo "Atividade Paranormal 1, 2 e em Tóquio" de uma só vez!
Do lado da minha cama, no chão, uma revista com a cantora na capa. Eu, que já estava com ela na minha cabeça e alma por ter assistido ao show...
Parecia que a qualquer momento surgiria a Amy-cantora em nossa frente, embaixo ou ao lado. Que medo!
Insisti para que meu filho buscasse a "cadelinha" - não conseguia sequer pronunciar o nome dela e nesse instante, quando nos olhamos, tivemos um dos maiores acessos de riso que eu já presenciei. Meu marido que estava tentando dormir o tempo inteiro, ficou furioso por não conseguirmos parar de rir.
Como se não bastasse tudo isso, neste momento chegou meu outro filho com a namorada, fazendo a maior bagunça, gritando sons aterrorizadores desde a entrada da casa, no andar de baixo.
Resumindo: muita gritaria, risadas e confusão até que a luz voltasse...
Ela estava, como sempre, maravilhosa!
Houve um momento, muito comovente, num dos intervalos entre as músicas, que ela perguntou olhando para a plateia, se o pai dela estava presente (comentou ainda que como o local era pequeno, não parecia difícil localizá-lo).
Fiquei muito sensibilizada quando, em função dela não ter obtido nenhuma resposta, alguém da plateia disse: - Mas nós estamos aqui, Amy! De chorar...
Aliás, lendo a tradução das letras de suas músicas é impossível não ficarmos tristes.
Dormi neste clima e fui acordada, de madrugada, quando meu filho abriu a porta do meu quarto, no escuro, perguntando quando voltaria a luz?
Disse que não sabia e perguntei pela Amy (minha cadelinha) - ele respondeu que achava que ela estava no quarto, mas que não lembrava de ter fechado a porta...
Pedi que ele a chamasse para tentar localizá-la preocupada que ela pudesse ir para rua, quando meu filho mais velho chegasse - minhas outras cadelas estavam soltas e elas não são nada "amigas".
Quando disse isso, comentei brincando: chama a Amy viva... Cuidado quando entrares no quarto porque ela pode estar usando aquele mesmo penteado da outra Amy...
Ele me olhou naquela penumbra e foi aí que nós dois entramos no maior clima tipo "Atividade Paranormal 1, 2 e em Tóquio" de uma só vez!
Do lado da minha cama, no chão, uma revista com a cantora na capa. Eu, que já estava com ela na minha cabeça e alma por ter assistido ao show...
Parecia que a qualquer momento surgiria a Amy-cantora em nossa frente, embaixo ou ao lado. Que medo!
Insisti para que meu filho buscasse a "cadelinha" - não conseguia sequer pronunciar o nome dela e nesse instante, quando nos olhamos, tivemos um dos maiores acessos de riso que eu já presenciei. Meu marido que estava tentando dormir o tempo inteiro, ficou furioso por não conseguirmos parar de rir.
Como se não bastasse tudo isso, neste momento chegou meu outro filho com a namorada, fazendo a maior bagunça, gritando sons aterrorizadores desde a entrada da casa, no andar de baixo.
Resumindo: muita gritaria, risadas e confusão até que a luz voltasse...
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domingo, 14 de novembro de 2010
A primeira festa infantil de Amy
Hoje, foi a festa de aniversário de 12 anos de uma menina que eu amo muito e por isso, não poderia deixar de ir. Até porque ela não só nos mandou convite, como reforçou pelo MSN.
Até aí tudo bem, só que eu tive uma idéia que desde o início eu sabia que seria, no mínimo, cansativa.
Fomos eu, minha mãe, a filha de minha prima, de 12 anos e ... a Amy! Para quem conhece minha filha-bicho-mais-nova já pode imaginar o que eu passei.
Eu resolvi que a levaria quando fui me arrumar para sair e vi, nos seus olhinhos, uma certa tristeza, como se ela soubesse que iria ficar sozinha. Morri de pena...
Pensei também, que como a festa seria numa casa com pátio enorme, não haveria maiores problemas.
Quanto a dona da casa, a mãe da aniversariante, ela é minha prima e nos criamos juntas como irmãs. Sabia que ela não se importaria que eu levasse a Amy.
Só que eu esqueci de um detalhe: festa de criança tem o que mesmo? Muitas outras crianças! E a Amy como não está acostumada com crianças, ainda mais correndo ou em movimento, ficou completamente nervosa, latiu quase que o tempo inteiro!
Cheguei em casa como se tivesse participado de dez maratonas, estou exausta...
Até aí tudo bem, só que eu tive uma idéia que desde o início eu sabia que seria, no mínimo, cansativa.
Fomos eu, minha mãe, a filha de minha prima, de 12 anos e ... a Amy! Para quem conhece minha filha-bicho-mais-nova já pode imaginar o que eu passei.
Eu resolvi que a levaria quando fui me arrumar para sair e vi, nos seus olhinhos, uma certa tristeza, como se ela soubesse que iria ficar sozinha. Morri de pena...
Pensei também, que como a festa seria numa casa com pátio enorme, não haveria maiores problemas.
Quanto a dona da casa, a mãe da aniversariante, ela é minha prima e nos criamos juntas como irmãs. Sabia que ela não se importaria que eu levasse a Amy.
Só que eu esqueci de um detalhe: festa de criança tem o que mesmo? Muitas outras crianças! E a Amy como não está acostumada com crianças, ainda mais correndo ou em movimento, ficou completamente nervosa, latiu quase que o tempo inteiro!
Cheguei em casa como se tivesse participado de dez maratonas, estou exausta...
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