Um mês fora desta cidade foi muito bom!
Estava sem internet e sem muitas opções de cinema - duas coisas que normalmente são bem importantes nos meus dias aqui em Porto Alegre. Isso, sem falar em festas...
Mas para compensar eu estava o tempo todo com o mar e isso foi maravilhoso. Para onde quer que eu olhasse, lá estava ele - perfeito!
No início, fiquei com medo do tédio que poderia vir junto com a calmaria que essas férias prometiam, mas depois percebi que era exatamente disso que eu estava precisando - um pouco de solidão e muito contato com a natureza.
Nesses dias tomei muitos banhos de mar, caminhei na beira da praia, fiz exercícios de reforço muscular sem me descuidar dos exercícios de alongamento, fiz aulas de dança circular, li bastante, caminhei com minha cadelinha Amy todos os dias, joguei Wii com meu filho, fui a shoppings, visitei várias vezes um lugar que eu adoro - uma livraria bem simples mas que sempre tem novidades, participei de um lual no dia do meu aniversário, me encontrei com minha melhor amiga e por vários dias ficamos colocando nossa conversa em dia,...
Acima de tudo, claro que o mais importante nesse período, foram as presenças constantes do vento, do sol e do mar, que me fizeram sentir muito feliz e integrada ao universo.
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Tentando voltar à vida anormal...
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domingo, 14 de novembro de 2010
A primeira festa infantil de Amy
Hoje, foi a festa de aniversário de 12 anos de uma menina que eu amo muito e por isso, não poderia deixar de ir. Até porque ela não só nos mandou convite, como reforçou pelo MSN.
Até aí tudo bem, só que eu tive uma idéia que desde o início eu sabia que seria, no mínimo, cansativa.
Fomos eu, minha mãe, a filha de minha prima, de 12 anos e ... a Amy! Para quem conhece minha filha-bicho-mais-nova já pode imaginar o que eu passei.
Eu resolvi que a levaria quando fui me arrumar para sair e vi, nos seus olhinhos, uma certa tristeza, como se ela soubesse que iria ficar sozinha. Morri de pena...
Pensei também, que como a festa seria numa casa com pátio enorme, não haveria maiores problemas.
Quanto a dona da casa, a mãe da aniversariante, ela é minha prima e nos criamos juntas como irmãs. Sabia que ela não se importaria que eu levasse a Amy.
Só que eu esqueci de um detalhe: festa de criança tem o que mesmo? Muitas outras crianças! E a Amy como não está acostumada com crianças, ainda mais correndo ou em movimento, ficou completamente nervosa, latiu quase que o tempo inteiro!
Cheguei em casa como se tivesse participado de dez maratonas, estou exausta...
Até aí tudo bem, só que eu tive uma idéia que desde o início eu sabia que seria, no mínimo, cansativa.
Fomos eu, minha mãe, a filha de minha prima, de 12 anos e ... a Amy! Para quem conhece minha filha-bicho-mais-nova já pode imaginar o que eu passei.
Eu resolvi que a levaria quando fui me arrumar para sair e vi, nos seus olhinhos, uma certa tristeza, como se ela soubesse que iria ficar sozinha. Morri de pena...
Pensei também, que como a festa seria numa casa com pátio enorme, não haveria maiores problemas.
Quanto a dona da casa, a mãe da aniversariante, ela é minha prima e nos criamos juntas como irmãs. Sabia que ela não se importaria que eu levasse a Amy.
Só que eu esqueci de um detalhe: festa de criança tem o que mesmo? Muitas outras crianças! E a Amy como não está acostumada com crianças, ainda mais correndo ou em movimento, ficou completamente nervosa, latiu quase que o tempo inteiro!
Cheguei em casa como se tivesse participado de dez maratonas, estou exausta...
domingo, 20 de junho de 2010
Dizer que te amo, é pouco!
"Dizer que te amo, é pouco!"
Foi esta a frase que coloquei na página de recados do meu filho, no Orkut, no dia do aniversário dele.
Essa frase vale para o meu filho mais novo também...
Sempre amei os dois igualmente, embora o mais velho não acreditasse nisso.
Hoje em dia, finalmente, ele descobriu que é verdade.
Percebo que ele brinca quando fala do assunto e é só para me provocar...
Impossível não perceberem meu amor, eu sou completamente louca pelos dois.
Sempre consegui expressar meu amor por eles e sempre deixamos claro (eu e o pai deles) que ambos foram muito desejados. Ficamos grávidos no tempo certo, estávamos preparados (pelo menos pensávamos estar) e tínhamos condições financeiras para assumirmos o compromisso.
Acho que se os seres humanos fossem pelo menos desejados por seus pais, o mundo seria bem melhor.
Devo muito a esses dois seres, afinal eles me ensinaram a sentir a forma mais linda de amor que pode existir, o amor incondicional.
Pensar que aconteça o que acontecer, o amor que sinto por eles será o mesmo ou até maior...
Sei que esse é o setor da vida em que mais me realizei.
Quando ouço que sou uma mulher de sorte por ter os filhos que tenho, não consigo ser modesta. Simplesmente sei que isso é verdade.
A vida me presenteou de uma forma muito generosa me permitindo ser mães desses dois caras...
Só tenho que agradecer todos os dias essa oportunidade de poder aprender com eles, a me doar de uma forma tão linda.
Claro que já tivemos problemas e ainda teremos, mas me parecem insignificantes diante da maravilhosa relação que temos.
Uma relação que me ensina a cada dia e me faz sentir feliz com a felicidade deles, mesmo quando não estamos juntos.
Meu egoísmo natural e humano fica quase que extinto quando o assunto se refere a meus filhos e experimentar isso é algo único - é o afastamento do ego e a aproximação do espírito.
É nos aproximarmos do todo, do universo.
Esse amor de mãe que sinto, é uma centelha do amor que Buda, Jesus e outros grandes caras, sentiram por todos os seres do universo.
Acho que vivenciar este amor maternal é um treino para que possamos um dia viver o amor universal e incondicional.
Acredito que ser mãe (falo de todas as mães, inclusive mãe de bicho, planta,...) seja um exercício importante para aprendermos durante nossa passagem pelo planeta.
O amor incondicional que sentimos pelos nossos filhos pode ser expandido para todo o universo.
Afinal, todos somos um.
Foi esta a frase que coloquei na página de recados do meu filho, no Orkut, no dia do aniversário dele.
Essa frase vale para o meu filho mais novo também...
Sempre amei os dois igualmente, embora o mais velho não acreditasse nisso.
Hoje em dia, finalmente, ele descobriu que é verdade.
Percebo que ele brinca quando fala do assunto e é só para me provocar...
Impossível não perceberem meu amor, eu sou completamente louca pelos dois.
Sempre consegui expressar meu amor por eles e sempre deixamos claro (eu e o pai deles) que ambos foram muito desejados. Ficamos grávidos no tempo certo, estávamos preparados (pelo menos pensávamos estar) e tínhamos condições financeiras para assumirmos o compromisso.
Acho que se os seres humanos fossem pelo menos desejados por seus pais, o mundo seria bem melhor.
Devo muito a esses dois seres, afinal eles me ensinaram a sentir a forma mais linda de amor que pode existir, o amor incondicional.
Pensar que aconteça o que acontecer, o amor que sinto por eles será o mesmo ou até maior...
Sei que esse é o setor da vida em que mais me realizei.
Quando ouço que sou uma mulher de sorte por ter os filhos que tenho, não consigo ser modesta. Simplesmente sei que isso é verdade.
A vida me presenteou de uma forma muito generosa me permitindo ser mães desses dois caras...
Só tenho que agradecer todos os dias essa oportunidade de poder aprender com eles, a me doar de uma forma tão linda.
Claro que já tivemos problemas e ainda teremos, mas me parecem insignificantes diante da maravilhosa relação que temos.
Uma relação que me ensina a cada dia e me faz sentir feliz com a felicidade deles, mesmo quando não estamos juntos.
Meu egoísmo natural e humano fica quase que extinto quando o assunto se refere a meus filhos e experimentar isso é algo único - é o afastamento do ego e a aproximação do espírito.
É nos aproximarmos do todo, do universo.
Esse amor de mãe que sinto, é uma centelha do amor que Buda, Jesus e outros grandes caras, sentiram por todos os seres do universo.
Acho que vivenciar este amor maternal é um treino para que possamos um dia viver o amor universal e incondicional.
Acredito que ser mãe (falo de todas as mães, inclusive mãe de bicho, planta,...) seja um exercício importante para aprendermos durante nossa passagem pelo planeta.
O amor incondicional que sentimos pelos nossos filhos pode ser expandido para todo o universo.
Afinal, todos somos um.
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