Quando eu tinha uns 11 anos, início dos anos 70, estava brincando com outras crianças à noite, na frente da casa de uma tia, na Rua Anchieta, Bairro Glória - Porto Alegre e de repente, notei que havia algo enorme no céu pairando sobre nós, em formato de disco, muito iluminado.
Não lembro muitos detalhes, quem estava comigo, nem o que fizemos depois disso...
Passados tantos anos, muitas vezes evito falar sobre o assunto porque parece que tudo que falar, possa ser criação da minha imaginação, já que faz muitos anos que isso aconteceu.
Dias atrás estava no YouTube assistindo alguns vídeos de alguns pesquisadores e ufologistas, e vi um relato de um tipo de luz (ponto de luz) que estava surgindo em vários pontos no Brasil, durante o dia...
Logo após isso, estava com minha mãe no pátio de casa, tomando sol, e ela falou ter visto um ponto luminoso no céu.
Uns dois dias depois disso, eu estava olhando para o céu, pela manhã e também vi um ponto luminoso que inicialmente não dei importância...
Olhando mais atentamente, percebi que se tratava de algo no mínimo estranho, pela trajetória e pela luz emitida.
Foi então que chamei uma pessoa que estava comigo e ela também viu o objeto, antes que desaparecesse no horizonte.
Na verdade, valeu a pena ter apenas observado o fenômeno, sem me preocupar em filmar ou fotografar.
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sexta-feira, 12 de junho de 2020
OVNI em Porto Alegre
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Prefeito, Governador, Presidente: por que tirar os direitos e conquistas da classe trabalhadora virou forma de governar?
Sempre me divirto muito nas festas de final de ano que acontecem aqui em casa.
Gosto da casa cheia de gente falando, rindo, gritando de alegria...
É uma energia ótima e por algum tempo esqueço aquela sensação nostálgica que sinto já quando inicia o mês de dezembro...
Penso nas pessoas que não estão bem e nos animais que estão nas ruas ou nos que tem dono mas sofrem maus tratos.
Sei que não vou resolver os problemas do mundo, tenho é que fazer a minha parte para que o planeta se torne um lugar melhor, mas é triste ver nossa realidade, especialmente morando em Porto Alegre.
Prefeito, Governador e Presidente que não se preocupam com a classe trabalhadora e, ao contrário, parecem atém mesmo odiar o povo!
Se formos analisar a atitude destes 3 senhores, veremos que ao invés de trabalharem para melhorar a vida dos trabalhadores, optam por gerar insegurança e tirar direitos conquistados com tanta luta.
Nas próximas eleições espero que o povo brasileiro acorde e tenhamos resultados mais coerentes com o que queremos para nossas vidas.
Vamos parar de vender nossos votos por esmolas ou por qualquer outro motivo - vamos votar em quem nós acreditamos que possa ajudar a melhorar as vidas da população em geral e não apenas de um segmento privilegiado.
Por que tirar os direitos e conquistas da classe trabalhadora virou forma de governar?
Quem tem que parar para responder esta pergunta somos nós, povo brasileiro.
Gosto da casa cheia de gente falando, rindo, gritando de alegria...
É uma energia ótima e por algum tempo esqueço aquela sensação nostálgica que sinto já quando inicia o mês de dezembro...
Penso nas pessoas que não estão bem e nos animais que estão nas ruas ou nos que tem dono mas sofrem maus tratos.
Sei que não vou resolver os problemas do mundo, tenho é que fazer a minha parte para que o planeta se torne um lugar melhor, mas é triste ver nossa realidade, especialmente morando em Porto Alegre.
Prefeito, Governador e Presidente que não se preocupam com a classe trabalhadora e, ao contrário, parecem atém mesmo odiar o povo!
Se formos analisar a atitude destes 3 senhores, veremos que ao invés de trabalharem para melhorar a vida dos trabalhadores, optam por gerar insegurança e tirar direitos conquistados com tanta luta.
Nas próximas eleições espero que o povo brasileiro acorde e tenhamos resultados mais coerentes com o que queremos para nossas vidas.
Vamos parar de vender nossos votos por esmolas ou por qualquer outro motivo - vamos votar em quem nós acreditamos que possa ajudar a melhorar as vidas da população em geral e não apenas de um segmento privilegiado.
Por que tirar os direitos e conquistas da classe trabalhadora virou forma de governar?
Quem tem que parar para responder esta pergunta somos nós, povo brasileiro.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Lua perdida em Porto Alegre
Assunto ainda difícil de abordar, mas acho que
chegou a hora: o desaparecimento da minha cachorra que se chama Lua.
Desde o dia 05 de agosto deste ano estamos
separadas, nunca mais nos vimos, é triste mas ainda tenho muita esperança de
que vou encontrá-la.
Estava "internada" com minha mãe no
Instituto de Cardiologia, ela se submeteu a um procedimento no coração. Ficamos
no hospital por mais ou menos 24 horas e quando voltamos para casa, percebemos a ausência
da Lua.
Ela desapareceu de nossa casa do bairro Glória -
Porto Alegre/RS.
Escondi o fato de minha mãe, por quase uma semana
- disse que a Lua estava internada numa Clínica Veterinária com um problema
numa das patas.
A partir do dia em que percebemos o que havia
ocorrido, eu, minha família e a pessoa que trabalha na minha casa, iniciamos uma
busca desenfreada, rodando mais de 2000 km, numa verdadeira caçada por todos os
lugares possíveis e até nos mais improváveis - chegamos a ir, num sábado à
noite, até Alvorada para tentar contatar com o pessoal de uma clínica
veterinária onde estava uma cadela muito parecida com Lua que havia sido
atropelada e estava em estado grave - claro que não conseguimos, chegamos no
local por volta da meia-noite e chovia muito.
Fomos novamente na segunda-feira e constatamos que não era
nossa cachorrinha e saí de lá chorando desesperadamente por não
ter encontrado a Lua, e por ter presenciado o sofrimento daquele pobre animal.
Uma coisa que percebemos pouco tempo depois do
sumiço é que nossa cadela era não só uma vira-lata, amarela, de porte médio,
mas também um tipo bem comum entre os animais sem raça definida.
Num segundo momento iniciamos uma panfleteação e
colocação de cartazes em postes, estabelecimentos comerciais, pontos de ônibus,
onde quer que fosse possível divulgar o desaparecimento.
Com relação à confecção do material de
divulgação, tínhamos uma dúvida - colocar ou não uma recompensa? Acabamos
decidindo pela colocação e divulgação da recompensa: 1000 reais.
Houve até uma ligação telefônica de uma vidente,
que me ofereceu seus serviços.
Como não estava em condições de recusar qualquer
possibilidade de ajuda, acabei indo fazer a consulta.
O local, as pistas fornecidas e a vidente eram
muito estranhos e por algum momento fiquei com muito medo do que poderia
acontecer, porque afinal, estava sozinha.
Tentei em vão procurar a partir das informações
que haviam sido fornecidas.
Outro momento tenso foi quando tivemos meu carro
roubado por um rapaz com revólver - minha mãe que ainda estava se recuperando,
teve a arma apontada em sua direção para logo após isso, ver o bandido
apontando a arma para mim e ameaçando atirar, caso não fizéssemos o que ele queria
- pediu para que ficássemos de costas e não fizéssemos nenhum movimento, caso
contrário, ele atiraria.
Uma outra coisa que fizemos foi colocar anúncios
em jornais, divulgação por uma rádio e até num programa local de TV.
Como tudo na vida, houve também um momento
engraçado: um grupo de pessoas na zona sul da cidade viu uma cadela muito
parecida com a Lua e disseram, inclusive, que se não fosse ela, seria a irmã
sua gêmea.
Fizemos uma verdadeira vigília no local e quando
vimos de longe pela primeira vez a cachorrinha, ficamos loucos, desesperados,
porque parecia mesmo que era a Lua.
Então, num final de tarde conseguimos capturá-la
e a trouxemos para casa.
Quando chegamos, já era quase noite e como o que
ela só queria era dormir, a deixamos quietinha num canto seguro.
Nesse primeiro momento ela não comeu e não bebeu água.
Nesse primeiro momento ela não comeu e não bebeu água.
Então, no dia seguinte, percebemos o que talvez já
sabíamos: não era a Lua.
No momento que tive certeza de que não era a Lua, também tive certeza de que não queria que ela voltasse para as ruas.
Quando a levamos para uma consulta com a veterinária também tivemos confirmada a idade - mais ou menos 7 anos, idade da minha cadela.
No momento que tive certeza de que não era a Lua, também tive certeza de que não queria que ela voltasse para as ruas.
Quando a levamos para uma consulta com a veterinária também tivemos confirmada a idade - mais ou menos 7 anos, idade da minha cadela.
Hoje, ela tem nome - Sol. E tem também uma
família que a ama.
Houve também os casos de trotes, informações
equivocadas, pessoas maldosas e também as pessoas indiferentes, mas a grande
maioria tentou e ainda tenta nos ajudar de forma amorosa e comprometida.
Foram dezenas de pistas em diversas regiões da
cidade, todas conferidas, sem sucesso.
Até hoje continuamos seguindo pistas que na maioria chegam a partir do Facebook ou de alguma ligação telefônica.
Até hoje continuamos seguindo pistas que na maioria chegam a partir do Facebook ou de alguma ligação telefônica.
Ainda acredito que vamos encontrá-la.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Tentando voltar à vida anormal...
Um mês fora desta cidade foi muito bom!
Estava sem internet e sem muitas opções de cinema - duas coisas que normalmente são bem importantes nos meus dias aqui em Porto Alegre. Isso, sem falar em festas...
Mas para compensar eu estava o tempo todo com o mar e isso foi maravilhoso. Para onde quer que eu olhasse, lá estava ele - perfeito!
No início, fiquei com medo do tédio que poderia vir junto com a calmaria que essas férias prometiam, mas depois percebi que era exatamente disso que eu estava precisando - um pouco de solidão e muito contato com a natureza.
Nesses dias tomei muitos banhos de mar, caminhei na beira da praia, fiz exercícios de reforço muscular sem me descuidar dos exercícios de alongamento, fiz aulas de dança circular, li bastante, caminhei com minha cadelinha Amy todos os dias, joguei Wii com meu filho, fui a shoppings, visitei várias vezes um lugar que eu adoro - uma livraria bem simples mas que sempre tem novidades, participei de um lual no dia do meu aniversário, me encontrei com minha melhor amiga e por vários dias ficamos colocando nossa conversa em dia,...
Acima de tudo, claro que o mais importante nesse período, foram as presenças constantes do vento, do sol e do mar, que me fizeram sentir muito feliz e integrada ao universo.
Estava sem internet e sem muitas opções de cinema - duas coisas que normalmente são bem importantes nos meus dias aqui em Porto Alegre. Isso, sem falar em festas...
Mas para compensar eu estava o tempo todo com o mar e isso foi maravilhoso. Para onde quer que eu olhasse, lá estava ele - perfeito!
No início, fiquei com medo do tédio que poderia vir junto com a calmaria que essas férias prometiam, mas depois percebi que era exatamente disso que eu estava precisando - um pouco de solidão e muito contato com a natureza.
Nesses dias tomei muitos banhos de mar, caminhei na beira da praia, fiz exercícios de reforço muscular sem me descuidar dos exercícios de alongamento, fiz aulas de dança circular, li bastante, caminhei com minha cadelinha Amy todos os dias, joguei Wii com meu filho, fui a shoppings, visitei várias vezes um lugar que eu adoro - uma livraria bem simples mas que sempre tem novidades, participei de um lual no dia do meu aniversário, me encontrei com minha melhor amiga e por vários dias ficamos colocando nossa conversa em dia,...
Acima de tudo, claro que o mais importante nesse período, foram as presenças constantes do vento, do sol e do mar, que me fizeram sentir muito feliz e integrada ao universo.
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sábado, 8 de janeiro de 2011
Vim de um lugar frio...
Com certeza no meu planeta de origem não havia verão. Odeio calor e acho que a maior invenção do homem foi o ar condicionado.
Outra coisa que vem no "kit" dessa estação, que eu também odeio, é suar. Tomo um banho delicioso, coloco aquele perfume maravilhoso, escolho uma roupa legal e ... em segundos começo a suar! Tenho que correr para um ar condicionado ou para um ventilador para que qualquer produçãozinha não desmonte!
Se eu pudesse, hibernaria durante esse período.
Como faço para suportar os finais de semana em Porto Alegre, no verão? Procuro não mudar minha rotina: durante o dia - banho de sol (com uma piscina ao lado, claro!), muita água gelada para beber e só sair de casa para almoçar. À noite - cinema ou saída com amigos de preferência a um lugar climatizado.
Sem a presença de água ou ar condicionado, não me sinto feliz no verão.
Acho que nessa estação, os dias só ficam bonitos quando chove, o que é raro e quando acontece é tão breve que nem dá tempo de aproveitar.
Outra coisa que vem no "kit" dessa estação, que eu também odeio, é suar. Tomo um banho delicioso, coloco aquele perfume maravilhoso, escolho uma roupa legal e ... em segundos começo a suar! Tenho que correr para um ar condicionado ou para um ventilador para que qualquer produçãozinha não desmonte!
Se eu pudesse, hibernaria durante esse período.
Como faço para suportar os finais de semana em Porto Alegre, no verão? Procuro não mudar minha rotina: durante o dia - banho de sol (com uma piscina ao lado, claro!), muita água gelada para beber e só sair de casa para almoçar. À noite - cinema ou saída com amigos de preferência a um lugar climatizado.
Sem a presença de água ou ar condicionado, não me sinto feliz no verão.
Acho que nessa estação, os dias só ficam bonitos quando chove, o que é raro e quando acontece é tão breve que nem dá tempo de aproveitar.
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