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sexta-feira, 12 de junho de 2020

OVNI em Porto Alegre

Quando eu tinha uns 11 anos, início dos anos 70, estava brincando com outras crianças à noite, na frente da casa de uma tia, na Rua Anchieta, Bairro Glória - Porto Alegre e de repente, notei que havia algo enorme no céu pairando sobre nós, em formato de disco, muito iluminado.

Não lembro muitos detalhes, quem estava comigo, nem o que fizemos depois disso...

Passados tantos anos, muitas vezes evito falar sobre o assunto porque parece que tudo que falar, possa ser criação da minha imaginação, já que faz muitos anos que isso aconteceu.

Dias atrás estava no YouTube assistindo alguns vídeos de alguns pesquisadores e ufologistas, e vi um relato de um tipo de luz (ponto de luz) que estava surgindo em vários pontos no Brasil, durante o dia...

Logo após isso, estava com minha mãe no pátio de casa, tomando sol, e ela falou ter visto um ponto luminoso no céu.

Uns dois dias depois disso, eu estava olhando para o céu, pela manhã e também vi um ponto luminoso que inicialmente não dei importância...

Olhando mais atentamente, percebi que se tratava de algo no mínimo estranho, pela trajetória e pela luz emitida.

Foi então que chamei uma pessoa que estava comigo e ela também viu o objeto, antes que desaparecesse no horizonte.

Na verdade, valeu a pena ter apenas observado o fenômeno, sem me preocupar em filmar ou fotografar.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A árvore e eu

Sempre percebi que eu tinha uma conexão muito forte com árvores e florestas em geral...

Quando estava lendo um livro maravilhoso sobre a Lei da Atração e a autora, em algum momento, sugeriu que deveríamos ter algo simbólico a fim de nos ajudar a proporcionar um reequilíbrio em situações difíceis, não tive dúvida de que meu símbolo seria uma árvore.

Dias atrás, comecei a ter uma sensação de que algo de bom iria acontecer, alguma coisa maravilhosa aconteceria através de um nascimento. 

Fiquei dias com esta sensação e comecei a tentar adivinhar  o que poderia estar acontecendo.

Pensei que alguém muito próximo poderia estar grávida ou grávido, mas achei pouco provável.

Então resolvi aceitar aquele sentimento intuitivo e só me restou esperar...

Ontem, aconteceu algo maravilhoso quando eu estava me preparando para tomar banho de sol em minha casa, perto de uma árvore - uma bergamoteira, que eu amo muito e por quem já lutei inúmeras vezes.

Sim, lutei para que ela permanecesse naquele local, mesmo estando ‘ameaçando a integridade’ de um toldo novo - o antigo teve que ser substituído e segundo o funcionário da empresa que fez a troca, ela havia sido a grande responsável pelo estrago. 

Claro que nunca acreditei nisso e sempre a defendi e, de diversas formas tentei fazer com que ela se desviasse daquele toldo - inclusive através de conversas pedindo para que ela colaborasse.

Antes disso, havia descoberto que ela jamais daria frutos - um segredo que era meu,  da minha mãe e dela.

Na época esse diagnóstico foi feito por um agricultor de uma feira ecológica que eu frequentava e, portanto, acreditei que isso era verdade.

Para mim e para minha mãe isso era irrelevante, existe tanta gente que não só não produz bons frutos como também destroem os que outras pessoas produzem...

Havia pensado que ‘produzir bons frutos’ seria um ótimo argumento para protegê-la de possíveis ‘predadores’ mas percebi que teria que conseguir outros.

Bem, voltando ao dia de ontem...

Estava olhando para esta linda árvore e de repente vejo uma pequena frutinha, um bebê-fruta lindo! 

Na verdade, olhando melhor, vi que ela estava cheia de frutinhas!

Lembrei imediatamente daquela sensação que estava tendo - ali estava o motivo. 

Fiquei muito emocionada e feliz!

Sensação de puro amor!

Mais uma vez me lembrei de Osho e de tantas outras pessoas sábias que nos dizem que podemos aprender muito com as plantas e com os animais...

Pura verdade, ontem aquela árvore me ensinou algo fundamental sobre intuição e me ajudou a reforçar a crença de que é possível nos comunicarmos, trocarmos energia e muito amor.


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Eu e mais cinco

Estava feliz, grata por poder aproveitar todo Sol maravilhoso que brilhava naquela tarde quando os cinco chegaram...

Uma das coisas que tenho feito com certa regularidade, é tomar banhos de Sol - geralmente isso acontece em casa ou enquanto espero para dar carona para o meu filho no Campus do Vale da UFRGS.

Numa  tarde, estava lendo e curtindo o Sol lá na UFRGS, quando cinco estudantes chegaram conversando animadamente entre eles -  3 deles sentaram ao meu lado num 'murinho' e dois ficaram em pé.

Pensei imediatamente - por que no meu 'murinho'?

Existem mais quatro vazios, com Sol, disponíveis e ao nosso lado...

Até aí tudo bem, insisti e tentei continuar lendo.

Logo percebi que isso seria impossível, considerando que meu grau de concentração é bem limitado e devido a proximidade física com os rapazes.

Então pensei, tenho 3 alternativas:

1ª  levantar e sentar em um dos outros 4 murinhos - mas refletindo sobre essa possibilidade, fiquei paralisada porque achei que eles iriam perceber que eu estava me sentindo incomodada e isso era a última coisa que eu queria, afinal eles estavam tão felizes que nem perceberam nada de errado, eu estava invisível para eles;

2ª  ir para o carro e continuar lendo meu livro lá - mas e o Sol?

3ª  abrir mão da minha leitura e ficar ouvindo a conversa deles - quem sabe o conteúdo não renderia uma boa postagem para o meu blog, pensei.

Claro que escolhi a terceira opção, só que o conteúdo da conversa não me pareceu nada atraente - eles falaram o tempo todo de uma viagem que um deles havia feito e sobre um campeonato de surfe.

Continuei no local até a chegada do meu filho, mas valeu a pena - pelo Sol e por ter gerado conteúdo para esta postagem...

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Lua perdida em Porto Alegre


Assunto ainda difícil de abordar, mas acho que chegou a hora: o desaparecimento da minha cachorra que se chama Lua.
Desde o dia 05 de agosto deste ano estamos separadas, nunca mais nos vimos, é triste mas ainda tenho muita esperança de que vou encontrá-la.
Estava "internada" com minha mãe no Instituto de Cardiologia, ela se submeteu a um procedimento no coração. Ficamos no hospital por mais ou menos 24 horas e quando voltamos para casa, percebemos a ausência da Lua.
Ela desapareceu de nossa casa do bairro Glória - Porto Alegre/RS.
Escondi o fato de minha mãe, por quase uma semana - disse que a Lua estava internada numa Clínica Veterinária com um problema numa das patas.
A partir do dia em que percebemos o que havia ocorrido, eu, minha família e a pessoa que trabalha na minha casa, iniciamos uma busca desenfreada, rodando mais de 2000 km, numa verdadeira caçada por todos os lugares possíveis e até nos mais improváveis - chegamos a ir, num sábado à noite, até Alvorada para tentar contatar com o pessoal de uma clínica veterinária onde estava uma cadela muito parecida com Lua que havia sido atropelada e estava em estado grave - claro que não conseguimos, chegamos no local por volta da meia-noite e chovia muito.
Fomos novamente na segunda-feira e constatamos que não era nossa cachorrinha e saí de lá chorando desesperadamente por não ter encontrado a Lua, e por ter presenciado o sofrimento daquele pobre animal.
Uma coisa que percebemos pouco tempo depois do sumiço é que nossa cadela era não só uma vira-lata, amarela, de porte médio, mas também um tipo bem comum entre os animais sem raça definida.
Num segundo momento iniciamos uma panfleteação e colocação de cartazes em postes, estabelecimentos comerciais, pontos de ônibus, onde quer que fosse possível divulgar o desaparecimento. 
Com relação à confecção do material de divulgação, tínhamos uma dúvida - colocar ou não uma recompensa? Acabamos decidindo pela colocação e divulgação da recompensa: 1000 reais.
Houve até uma ligação telefônica de uma vidente, que me ofereceu seus serviços.
Como não estava em condições de recusar qualquer possibilidade de ajuda, acabei indo fazer a consulta.
O local, as pistas fornecidas e a vidente eram muito estranhos e por algum momento fiquei com muito medo do que poderia acontecer, porque afinal, estava sozinha.
Tentei em vão procurar a partir das informações que haviam sido fornecidas.
Outro momento tenso foi quando tivemos meu carro roubado por um rapaz com revólver - minha mãe que ainda estava se recuperando, teve a arma apontada em sua direção para logo após isso, ver o bandido apontando a arma para mim e ameaçando atirar, caso não fizéssemos o que ele queria - pediu para que ficássemos de costas e não fizéssemos nenhum movimento, caso contrário, ele atiraria.
Uma outra coisa que fizemos foi colocar anúncios em jornais, divulgação por uma rádio e até num programa local de TV.
Como tudo na vida, houve também um momento engraçado: um grupo de pessoas na zona sul da cidade viu uma cadela muito parecida com a Lua e disseram, inclusive, que se não fosse ela, seria a irmã sua gêmea.
Fizemos uma verdadeira vigília no local e quando vimos de longe pela primeira vez a cachorrinha, ficamos loucos, desesperados, porque parecia mesmo que era a Lua.
Então, num final de tarde conseguimos capturá-la e a trouxemos para casa.
Quando chegamos, já era quase noite e como o que ela só queria era dormir, a deixamos quietinha num canto seguro.
Nesse primeiro momento ela não comeu e não bebeu água.
Então, no dia seguinte, percebemos o que talvez já sabíamos: não era a Lua.
No momento que tive certeza de que não era a Lua, também tive certeza de que não queria que ela voltasse para as ruas.
Quando a levamos para uma consulta com a veterinária também tivemos confirmada a idade - mais ou menos 7 anos, idade da minha cadela.
Hoje, ela tem nome - Sol. E tem também uma família que a ama.
Houve também os casos de trotes, informações equivocadas, pessoas maldosas e também as pessoas indiferentes, mas a grande maioria tentou e ainda tenta nos ajudar de forma amorosa e comprometida.
Foram dezenas de pistas em diversas regiões da cidade, todas conferidas, sem sucesso.
Até hoje continuamos seguindo pistas que na maioria chegam a partir do Facebook ou de alguma ligação telefônica.
Ainda acredito que vamos encontrá-la.


sábado, 18 de dezembro de 2010

Férias

Ainda faltam alguns dias para minhas férias, mas já estou vivendo mais uma vez no futuro. Sei que deveria me concentrar no agora, mas está sendo muito difícil porque estou com muita saudade do mar.
Também estou com vontade de mudar a rotina, criar outra ou não criar nenhuma.
Eu só quero: banhos de mar, bons livros, picolé Mega Amêndoas (eventualmente, claro), cerveja gelada, Smirnoff Ice quase congelada, banhos de sol, caminhadas a beira mar com sol ou com chuva, bagunça no apartamento com a presença de um monte de gente, sair à noite, passear com Amy e Olivia, comemorar meu aniversário com o tradicional luau e todos amigos que quiserem aparecer, olhar pelas janelas e ver o cenário mais lindo do mundo - o mar!
Vida quase perfeita, não? Tenho repetido as mesmas férias já há alguns anos, mas não me importo porque é sempre muito prazeroso.