Estava lendo um livro e tomando banho de sol na minha casa, na companhia maravilhosa de um dos meus cachorros, que de tempos em tempos vinha para perto de mim para receber um carinho, quando pensei em passar para uma amiga um trecho do livro, pelo WhatsApp.
O livro é 'Praticando o Poder do Agora' que tem um trecho perfeito sobre sofrimento e sempre recorro a ele, especialmente quando estou triste - digo que esse livro é a minha bíblia.
Fiz várias fotos, mas parecia que nenhuma dava muito certo, achei estranho, mas como não acredito em coincidências, desisti de mandar o trecho para ela.
Foi então que vi uma mensagem de carinho pela morte da minha cadela Mel, de uma outra amiga muito querida que está com a filha doente.
Na hora percebi para quem eu deveria mandar aquele texto - era para ela!
Mandei e em seguida ela me respondeu que havia gostado muito e a seguir perguntei se ela gostaria de ler o livro - ela me disse que sim, seria ótimo.
Prometi que compraria o livro naquele mesmo dia.
Fui a um shopping, mas na única na livraria que lá existe, me disseram que estava esgotado.
Percorri todo o local, inclusive fui numa feira de livros que está acontecendo lá agora, mas não tinha também.
Pensei: 'este livro está dentro deste shopping e vou encontrá-lo.'
Percorri todos os cantos, fui até numa banca de jornais, mas nada.
Foi quando meus pés e o Universo me levaram de volta para a mesma livraria que havia estado no primeiro momento e consultei outra atendente - ela foi maravilhosa, incansável e depois de procurar demoradamente pelas prateleiras sem encontrar nada, ela me disse: vou pedir para procurarem no estoque.
Passados alguns minutos, veio o primeiro atendente - que havia me dito que o livro estava esgotado, com um sorriso no rosto e o livro na mão e me disse: "estava escondido numa prateleira".
Era uma encomenda do Universo para minha amiga e a filha, só podia dar certo!
Quando entreguei para minha amiga o exemplar do maravilhoso 'Praticando o Poder do Agora', de Eckhart Tolle, falei para ela que eu me sentia como um carteiro que entrega uma carta.
Mas só percebi a dimensão do que estava acontecendo quando ao nos despedirmos, ela me disse que o livro seria a sua bíblia...
Eu nunca havia comentado com ela, que era essa a forma como eu me referia ao livro - pensei que, sem dúvida, elas estão prontas para ler e aproveitar esse presente maravilhoso do Universo, a quem agradeço por ter sido escolhida para participar desse plano perfeito.
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domingo, 14 de janeiro de 2018
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Chocolate, um vício
Se existe algo com o qual não sei lidar bem, é com relação a chocolates.
Se estiver 'morando' na mesma casa que uma barra de chocolate, eu irei comê-la.
Há 2 dia atrás um dos meus afilhados veio me oferecer trufas, ele está vendendo - alternativa ótima, já que não estava conseguindo um emprego formal.
Claro que compramos, mas pensei em comer apenas 1, o que foi impossível porque estavam maravilhosas e quando vi, já tinha comido umas 3.
Acabei fazendo uma promessa para mim mesma: no dia seguinte seria outra pessoa, mais controlada e comeria somente alimentos saudáveis.
Daí, dia seguinte depois da academia que fica dentro de um shopping, fomos almoçar nossa salada com frango grelhado, como é de costume, mas durante o almoço alguém propôs que fôssemos dar uma caminhada para comprar umas coisas.
As 'coisas' que comprei foram barras de chocolate!
Cheguei em casa quase que vocalizando um mantra - vou comer de forma racional, vou comer de forma racional, vou comer de forma racional,...
Quem disse que esta tal de racionalidade humana faz com que façamos só o que é certo?
Comi tudo na mesma hora!
Se eu fosse um animal quem sabe minha irracionalidade não tivesse funcionado e provavelmente não tivesse sequer comprado aquele monte de chocolate, mas como sou humana...
Se estiver 'morando' na mesma casa que uma barra de chocolate, eu irei comê-la.
Há 2 dia atrás um dos meus afilhados veio me oferecer trufas, ele está vendendo - alternativa ótima, já que não estava conseguindo um emprego formal.
Claro que compramos, mas pensei em comer apenas 1, o que foi impossível porque estavam maravilhosas e quando vi, já tinha comido umas 3.
Acabei fazendo uma promessa para mim mesma: no dia seguinte seria outra pessoa, mais controlada e comeria somente alimentos saudáveis.
Daí, dia seguinte depois da academia que fica dentro de um shopping, fomos almoçar nossa salada com frango grelhado, como é de costume, mas durante o almoço alguém propôs que fôssemos dar uma caminhada para comprar umas coisas.
As 'coisas' que comprei foram barras de chocolate!
Cheguei em casa quase que vocalizando um mantra - vou comer de forma racional, vou comer de forma racional, vou comer de forma racional,...
Quem disse que esta tal de racionalidade humana faz com que façamos só o que é certo?
Comi tudo na mesma hora!
Se eu fosse um animal quem sabe minha irracionalidade não tivesse funcionado e provavelmente não tivesse sequer comprado aquele monte de chocolate, mas como sou humana...
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Nunca sair de casa de pijama!
Meu filho mais novo está com quatorze anos e daqui a pouco vai começar a fazer festa. Portanto, já estou me preparando para ser motorista dele, assim como fui do meu filho mais velho até que ele tivesse idade para dirigir.
Uma das coisas que aprendi durante essa minha experiência, foi de que jamais devemos buscar um filho, ainda que seja tarde da noite ou de madrugada, usando pijama.
Quando meu filho mais velho tinha uns dezessete anos, aconteceu um incidente que para nós adultos pode até parecer uma bobagem, mas para um adolescente...
Certo dia ele e a namorada foram a um shopping e lá eles se encontraram com alguns amigos. Na volta, o combinado era que os dois voltariam do local de táxi ou de carona. Só que houve um problema com relação a isso e então recebi um telefonema para que fosse buscá-los.
Eu havia acabado de sair do banho e estava usando aquele pijama preferido com bichinhos e muito colorido. Pensei: qual o problema em eu ir vestida deste jeito? Não vou precisar descer do carro mesmo...
Chegando ao estacionamento do shopping, estacionei e liguei para ele dizendo que estava esperando no carro porque estava usando pijama.
Percebi que quando fiz referência a minha roupa ele não gostou muito, mas...
Fiquei então esperando dentro do carro por muito tempo e imaginando a cena de ter que validar o tíquete no caixa do shopping vestida daquela maneira, caso houvesse algum desencontro.
Quando ele chegou, estava sozinho e nervoso, olhou para minha roupa e disse:
- Não fala com ninguém, só dirige.
Foi aí que percebi que eu não havia ido buscar apenas os dois. Eles eram cinco ao todo e eu nem conhecia todos eles.
Fiz o que ele pediu porque, realmente, eu senti que havia exagerado. Afinal durante a adolescência o que menos queremos é passar vergonha, ainda mais com uma mãe que parecia uma maluca.
Ele acabou escolhendo o amigo certo para sentar ao meu lado no carro - um aquariano que eu acho que nem percebeu minha roupa diferente e se percebeu, não deu a menor importância.
O caminho todo fui dirigindo bem quietinha e arrependida de ter tido preguiça de trocar a roupa. Lembrei de quando era adolescente e tudo era motivo para constrangimento.
Aliás, a segunda lição que aprendi durante esse período, foi saber que a maneira mais eficaz de nos aproximarmos de um adolescente e ganharmos a confiança dele é nos reportarmos a nossa própria adolescência. Tentarmos entendê-lo com olhos de adolescente, sem tantas críticas e com mais compreensão, tendo em mente que essa é uma fase transitória e quanto maior o amor recebido, mais tranqüila ela transcorrerá.
Uma das coisas que aprendi durante essa minha experiência, foi de que jamais devemos buscar um filho, ainda que seja tarde da noite ou de madrugada, usando pijama.
Quando meu filho mais velho tinha uns dezessete anos, aconteceu um incidente que para nós adultos pode até parecer uma bobagem, mas para um adolescente...
Certo dia ele e a namorada foram a um shopping e lá eles se encontraram com alguns amigos. Na volta, o combinado era que os dois voltariam do local de táxi ou de carona. Só que houve um problema com relação a isso e então recebi um telefonema para que fosse buscá-los.
Eu havia acabado de sair do banho e estava usando aquele pijama preferido com bichinhos e muito colorido. Pensei: qual o problema em eu ir vestida deste jeito? Não vou precisar descer do carro mesmo...
Chegando ao estacionamento do shopping, estacionei e liguei para ele dizendo que estava esperando no carro porque estava usando pijama.
Percebi que quando fiz referência a minha roupa ele não gostou muito, mas...
Fiquei então esperando dentro do carro por muito tempo e imaginando a cena de ter que validar o tíquete no caixa do shopping vestida daquela maneira, caso houvesse algum desencontro.
Quando ele chegou, estava sozinho e nervoso, olhou para minha roupa e disse:
- Não fala com ninguém, só dirige.
Foi aí que percebi que eu não havia ido buscar apenas os dois. Eles eram cinco ao todo e eu nem conhecia todos eles.
Fiz o que ele pediu porque, realmente, eu senti que havia exagerado. Afinal durante a adolescência o que menos queremos é passar vergonha, ainda mais com uma mãe que parecia uma maluca.
Ele acabou escolhendo o amigo certo para sentar ao meu lado no carro - um aquariano que eu acho que nem percebeu minha roupa diferente e se percebeu, não deu a menor importância.
O caminho todo fui dirigindo bem quietinha e arrependida de ter tido preguiça de trocar a roupa. Lembrei de quando era adolescente e tudo era motivo para constrangimento.
Aliás, a segunda lição que aprendi durante esse período, foi saber que a maneira mais eficaz de nos aproximarmos de um adolescente e ganharmos a confiança dele é nos reportarmos a nossa própria adolescência. Tentarmos entendê-lo com olhos de adolescente, sem tantas críticas e com mais compreensão, tendo em mente que essa é uma fase transitória e quanto maior o amor recebido, mais tranqüila ela transcorrerá.
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