Não sei o que acontece, mas cada vez que viajo com minha família e ficamos nas mãos de um GPS, é uma grande confusão.
Agora, para complicar, além do GPS do carro ainda ficamos fazendo comparações com o GPS do smartphone!
Quando saímos do hotel, geralmente estamos de bom humor, todos conversando normalmente...
Mas basta entrar no carro e ligar o "nosso amigo GPS" que tudo se transforma num ambiente de guerrilha.
Um faz um comentário sobre o indicativo da "Mulher do GPS", outro discorda ou acha que o indicativo não está correspondendo ao caminho que estamos percorrendo, e todos acabam discutindo e brigando...
Iniciada a guerrilha!
Ao chegarmos ao destino (geralmente chegamos), começamos a nos acalmar e tudo fica bem.
Até, que novamente, no retorno, entramos no carro e...
Tudo igual, nova guerrilha!
Será que a culpa é dessa "Mulher do GPS"???
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Mostrando postagens com marcador carro. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Champanhe e um guardanapo de papel com rabiscos...
É o que tenho de matéria-prima para me inspirar a construir esta postagem: estou bebendo champanhe e acabei de encontrar um guardanapo de papel com alguns rabiscos.
Estava almoçando com meu filho e meu marido e falávamos de carro - estava pensando em trocar o meu.
Foi quando tudo aconteceu e naquele momento precisei recorrer ao guardanapo de papel para anotar alguns pontos do que imaginei que iria render uma postagem.
Mas antes de iniciar o relato do que aconteceu, posso pedir algo para vocês?
Por favor, nunca conversem comigo sobre motor de carro!
Podem falar sobre cor, marca, o quanto é econômico, beleza, a importância do ar condicionado, caixa automática, tamanho do porta-malas, etc... Mas não falem em motor!
Não sei se é trauma ou outro problema - me dá uma sensação de crise alérgica, fico mal e tenho vontade de ir embora. Até vontade de espirrar eu sinto...
Os meus dois acompanhantes resolveram discorrer sobre funcionamento de motores de carros, sendo que não entendem nada do assunto. Pior ainda!
Estava almoçando com meu filho e meu marido e falávamos de carro - estava pensando em trocar o meu.
Foi quando tudo aconteceu e naquele momento precisei recorrer ao guardanapo de papel para anotar alguns pontos do que imaginei que iria render uma postagem.
Mas antes de iniciar o relato do que aconteceu, posso pedir algo para vocês?
Por favor, nunca conversem comigo sobre motor de carro!
Podem falar sobre cor, marca, o quanto é econômico, beleza, a importância do ar condicionado, caixa automática, tamanho do porta-malas, etc... Mas não falem em motor!
Não sei se é trauma ou outro problema - me dá uma sensação de crise alérgica, fico mal e tenho vontade de ir embora. Até vontade de espirrar eu sinto...
Os meus dois acompanhantes resolveram discorrer sobre funcionamento de motores de carros, sendo que não entendem nada do assunto. Pior ainda!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Risco de Gelo
Hoje, às 7h15min, fui levar meu filho no colégio e quando entrei no carro e liguei a chave na ignição, apareceu um aviso no painel: "RISCO DE GELO".
Logo após, ficou tudo normal só que a temperatura de 3° que aparecia, ficava piscando sem parar.
Fiquei preocupada imaginando o que poderia acontecer...
Será que a gasolina está congelando? Pensei que não...
Deve ser a água. Onde?
E será que a água é "vital" para o carro andar? Ou será que só serve para limpar o para-brisa?
E a água do radiador (sempre ouço falar isso)? Mas será que este carro tem radiador?
Quanta ignorância. Prometi para mim mesma que, assim que tiver um tempo, vou ler o Manual do carro.
Quando meu filho chegou e começamos a andar com o carro, a temperatura passou para 4° e parou de piscar no painel.
Meu filho disse, rindo:
Não podemos sair com esse carro quando a temperatura estiver inferior a 4°.
Logo em seguida, apareceu outro aviso no painel que nos é bastante familiar: "ANOMALIA CAIXA AUTOMÁTICA".
Esperamos que desaparecesse, como sempre acontece.
Meu filho disse:
- A anomalia não está desaparecendo...
Passado um tempo, desapareceu e aparentemente tudo voltou à normalidade.
Lembrei a primeira vez que apareceu o aviso de anomalia - estava indo para o trabalho.
Levei um susto e pensei: anomalia em um ser humano é no mínimo um tumor e... Maligno, claro!
Entrei no primeiro posto de gasolina que apareceu e fui falar com o rapaz responsável pela troca de óleo.
Ele olhou o painel e disse que não era nada.
Fiquei mais tranquila e acreditei no que ele me dizia, até por comodismo mesmo.
Imagina ter que ir a uma oficina, horas esperando, não entendendo nada do que o mecânico falasse... Nem pensar!
Portanto, anomalias já não me assustam mais. Agora, congelamento, isso me preocupou...
Minha nora comentou outro dia, que quando anda no meu carro e aparece a anomalia, ainda fica com medo.
Carros que falam...
São extremamente úteis quando avisam que a porta esquerda do motorista está aberta, quando a chave ficou na ignição, etc.
Mas basta surgir algo que não entendemos, para ficarmos inseguros.
Logo após, ficou tudo normal só que a temperatura de 3° que aparecia, ficava piscando sem parar.
Fiquei preocupada imaginando o que poderia acontecer...
Será que a gasolina está congelando? Pensei que não...
Deve ser a água. Onde?
E será que a água é "vital" para o carro andar? Ou será que só serve para limpar o para-brisa?
E a água do radiador (sempre ouço falar isso)? Mas será que este carro tem radiador?
Quanta ignorância. Prometi para mim mesma que, assim que tiver um tempo, vou ler o Manual do carro.
Quando meu filho chegou e começamos a andar com o carro, a temperatura passou para 4° e parou de piscar no painel.
Meu filho disse, rindo:
Não podemos sair com esse carro quando a temperatura estiver inferior a 4°.
Logo em seguida, apareceu outro aviso no painel que nos é bastante familiar: "ANOMALIA CAIXA AUTOMÁTICA".
Esperamos que desaparecesse, como sempre acontece.
Meu filho disse:
- A anomalia não está desaparecendo...
Passado um tempo, desapareceu e aparentemente tudo voltou à normalidade.
Lembrei a primeira vez que apareceu o aviso de anomalia - estava indo para o trabalho.
Levei um susto e pensei: anomalia em um ser humano é no mínimo um tumor e... Maligno, claro!
Entrei no primeiro posto de gasolina que apareceu e fui falar com o rapaz responsável pela troca de óleo.
Ele olhou o painel e disse que não era nada.
Fiquei mais tranquila e acreditei no que ele me dizia, até por comodismo mesmo.
Imagina ter que ir a uma oficina, horas esperando, não entendendo nada do que o mecânico falasse... Nem pensar!
Portanto, anomalias já não me assustam mais. Agora, congelamento, isso me preocupou...
Minha nora comentou outro dia, que quando anda no meu carro e aparece a anomalia, ainda fica com medo.
Carros que falam...
São extremamente úteis quando avisam que a porta esquerda do motorista está aberta, quando a chave ficou na ignição, etc.
Mas basta surgir algo que não entendemos, para ficarmos inseguros.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
Ônibus
Estava jantando com meu filho e ele comentou que eu não preciso usar a Plataforma Vibratória para me exercitar, basta pegar o ônibus T2–A.
A princípio não entendi o porquê, achei que ele queria que eu fosse até o final da linha do ônibus e voltasse a pé para casa.
Mas não, ele estava se referindo ao fato do ônibus sacudir o tempo inteiro, durante todo o percurso.
Segundo ele, parecia que o motorista escolhia os buracos maiores que havia nas ruas...
Lembrei da época que eu precisava usar esses ônibus transversais para ir até a PUC, onde eu estudava.
Se um dos objetivos da minha encarnação é pagar meus pecados, eu devo estar com muito crédito, com certeza. Era um inferno!
Os ônibus demoravam muito para chegar e quando chegavam, estavam completamente lotados.
Parece que as coisas não melhoraram muito com relação ao transporte coletivo.
Não é a toa que o sonho de consumo da maioria das pessoas é ter um carro...
A princípio não entendi o porquê, achei que ele queria que eu fosse até o final da linha do ônibus e voltasse a pé para casa.
Mas não, ele estava se referindo ao fato do ônibus sacudir o tempo inteiro, durante todo o percurso.
Segundo ele, parecia que o motorista escolhia os buracos maiores que havia nas ruas...
Lembrei da época que eu precisava usar esses ônibus transversais para ir até a PUC, onde eu estudava.
Se um dos objetivos da minha encarnação é pagar meus pecados, eu devo estar com muito crédito, com certeza. Era um inferno!
Os ônibus demoravam muito para chegar e quando chegavam, estavam completamente lotados.
Parece que as coisas não melhoraram muito com relação ao transporte coletivo.
Não é a toa que o sonho de consumo da maioria das pessoas é ter um carro...
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Nunca sair de casa de pijama!
Meu filho mais novo está com quatorze anos e daqui a pouco vai começar a fazer festa. Portanto, já estou me preparando para ser motorista dele, assim como fui do meu filho mais velho até que ele tivesse idade para dirigir.
Uma das coisas que aprendi durante essa minha experiência, foi de que jamais devemos buscar um filho, ainda que seja tarde da noite ou de madrugada, usando pijama.
Quando meu filho mais velho tinha uns dezessete anos, aconteceu um incidente que para nós adultos pode até parecer uma bobagem, mas para um adolescente...
Certo dia ele e a namorada foram a um shopping e lá eles se encontraram com alguns amigos. Na volta, o combinado era que os dois voltariam do local de táxi ou de carona. Só que houve um problema com relação a isso e então recebi um telefonema para que fosse buscá-los.
Eu havia acabado de sair do banho e estava usando aquele pijama preferido com bichinhos e muito colorido. Pensei: qual o problema em eu ir vestida deste jeito? Não vou precisar descer do carro mesmo...
Chegando ao estacionamento do shopping, estacionei e liguei para ele dizendo que estava esperando no carro porque estava usando pijama.
Percebi que quando fiz referência a minha roupa ele não gostou muito, mas...
Fiquei então esperando dentro do carro por muito tempo e imaginando a cena de ter que validar o tíquete no caixa do shopping vestida daquela maneira, caso houvesse algum desencontro.
Quando ele chegou, estava sozinho e nervoso, olhou para minha roupa e disse:
- Não fala com ninguém, só dirige.
Foi aí que percebi que eu não havia ido buscar apenas os dois. Eles eram cinco ao todo e eu nem conhecia todos eles.
Fiz o que ele pediu porque, realmente, eu senti que havia exagerado. Afinal durante a adolescência o que menos queremos é passar vergonha, ainda mais com uma mãe que parecia uma maluca.
Ele acabou escolhendo o amigo certo para sentar ao meu lado no carro - um aquariano que eu acho que nem percebeu minha roupa diferente e se percebeu, não deu a menor importância.
O caminho todo fui dirigindo bem quietinha e arrependida de ter tido preguiça de trocar a roupa. Lembrei de quando era adolescente e tudo era motivo para constrangimento.
Aliás, a segunda lição que aprendi durante esse período, foi saber que a maneira mais eficaz de nos aproximarmos de um adolescente e ganharmos a confiança dele é nos reportarmos a nossa própria adolescência. Tentarmos entendê-lo com olhos de adolescente, sem tantas críticas e com mais compreensão, tendo em mente que essa é uma fase transitória e quanto maior o amor recebido, mais tranqüila ela transcorrerá.
Uma das coisas que aprendi durante essa minha experiência, foi de que jamais devemos buscar um filho, ainda que seja tarde da noite ou de madrugada, usando pijama.
Quando meu filho mais velho tinha uns dezessete anos, aconteceu um incidente que para nós adultos pode até parecer uma bobagem, mas para um adolescente...
Certo dia ele e a namorada foram a um shopping e lá eles se encontraram com alguns amigos. Na volta, o combinado era que os dois voltariam do local de táxi ou de carona. Só que houve um problema com relação a isso e então recebi um telefonema para que fosse buscá-los.
Eu havia acabado de sair do banho e estava usando aquele pijama preferido com bichinhos e muito colorido. Pensei: qual o problema em eu ir vestida deste jeito? Não vou precisar descer do carro mesmo...
Chegando ao estacionamento do shopping, estacionei e liguei para ele dizendo que estava esperando no carro porque estava usando pijama.
Percebi que quando fiz referência a minha roupa ele não gostou muito, mas...
Fiquei então esperando dentro do carro por muito tempo e imaginando a cena de ter que validar o tíquete no caixa do shopping vestida daquela maneira, caso houvesse algum desencontro.
Quando ele chegou, estava sozinho e nervoso, olhou para minha roupa e disse:
- Não fala com ninguém, só dirige.
Foi aí que percebi que eu não havia ido buscar apenas os dois. Eles eram cinco ao todo e eu nem conhecia todos eles.
Fiz o que ele pediu porque, realmente, eu senti que havia exagerado. Afinal durante a adolescência o que menos queremos é passar vergonha, ainda mais com uma mãe que parecia uma maluca.
Ele acabou escolhendo o amigo certo para sentar ao meu lado no carro - um aquariano que eu acho que nem percebeu minha roupa diferente e se percebeu, não deu a menor importância.
O caminho todo fui dirigindo bem quietinha e arrependida de ter tido preguiça de trocar a roupa. Lembrei de quando era adolescente e tudo era motivo para constrangimento.
Aliás, a segunda lição que aprendi durante esse período, foi saber que a maneira mais eficaz de nos aproximarmos de um adolescente e ganharmos a confiança dele é nos reportarmos a nossa própria adolescência. Tentarmos entendê-lo com olhos de adolescente, sem tantas críticas e com mais compreensão, tendo em mente que essa é uma fase transitória e quanto maior o amor recebido, mais tranqüila ela transcorrerá.
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