Quem não me conhece muito bem, acharia bem estranho me ver nos momentos de raiva.
Logo eu, que falo tanto em coisas boas: no poder do universo, na beleza que há na natureza, no amor que sinto pelos animais,...
Amor e ódio. Li em algum livro que jamais saberíamos identificar um sentimento se não tivéssemos experimentado o sentimento oposto... Talvez seja para isso que toda essa ira exista - para me mostrar o outro lado.
Quando fico braba de verdade, passo rapidamente para a fúria e é aí que o quase descontrole surge. Acho que esse é um dos motivos de não gostar de me sentir assim, adoro ter, ou pensar pelo menos que tenho, o controle das situações.
Nestes momentos, a intensidade das emoções é tão forte, que para mim é mais fácil chorar de raiva do que por outro motivo qualquer.
E quando volto a me acalmar e retorna a razão, surgem várias ideias de como devo agir a partir dos fatos ocorridos, só que depois de passada minha ira, acabo esquecendo a maioria das coisas, inclusive a causa do ocorrido. Claro que algumas vezes ficam feridas, mas geralmente esqueço.
Acho que temos manter o foco na consciência em todos os momentos da vida, para que com isso possamos aprender algo. É, mas quando fico braba realmente...
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Imbecil!
Claro que nem tudo foi sublime e tranquilo durante minhas férias...
Houve um incidente que talvez tenha sido o pior de todos:
Eu havia acabado de fazer uma caminhada na beira da praia e estava fazendo alongamento numa praça que fica entre o mar e meu prédio.
Em determinado momento, vi que um cachorrinho da raça Yorkshire, sem guia, se aproximar de mim - fiquei olhando apaixonada diante de tanta beleza, pureza e fragilidade...
De repente, vi o dono do animal se aproximar - era um homem de meia idade.
Alguns segundos depois, o cachorrinho viu um outro cão do outro lado da rua e saiu correndo. O dono irresponsável correu atrás enlouquecido.
A sorte é que naquele momento não estava passando nenhum carro e eu achei que o episódio ao menos serviria de lição para aquele ser humano imbecil. Mas não!
O idiota, quando alcançou o animal, ao invés de ficar feliz por ele não ter se machucado, bateu na frágil criaturinha com a guia que estava em suas mãos.
Agora eu pergunto: será que era o animal quem deveria ter sido repreendido e até agredido? Claro que não!
O errado, claro, foi o dono do indefeso bichinho que por não querer usar a guia, pôs em risco a vida do animal.
Após isso, como ele percebeu que eu havia acompanhado todo o episódio, foi embora rapidamente, enquanto eu, fui obrigada a guardar toda minha raiva, sem possibilidade de lhe dizer todas as frases que formulei em poucos segundos.
Depois do ocorrido, claro que me arrependi por não ter corrido atrás dele para despejar tudo que eu pensava - sei que ele não teria me ouvido passivamente, mas acho que ao menos pensaria duas vezes ao agredir um animal.
Fiquei me perguntando o que pretendia aquela criatura ao sair com animal solto, sem guia?
Provavelmente, por não ter segurança sobre sua opção sexual, ele deve pensar que homem que passeia com cachorro usando guia é "veado".
Via-se claramente naquele infeliz, um esforço sobre-humano para parecer um macho...
Houve um incidente que talvez tenha sido o pior de todos:
Eu havia acabado de fazer uma caminhada na beira da praia e estava fazendo alongamento numa praça que fica entre o mar e meu prédio.
Em determinado momento, vi que um cachorrinho da raça Yorkshire, sem guia, se aproximar de mim - fiquei olhando apaixonada diante de tanta beleza, pureza e fragilidade...
De repente, vi o dono do animal se aproximar - era um homem de meia idade.
Alguns segundos depois, o cachorrinho viu um outro cão do outro lado da rua e saiu correndo. O dono irresponsável correu atrás enlouquecido.
A sorte é que naquele momento não estava passando nenhum carro e eu achei que o episódio ao menos serviria de lição para aquele ser humano imbecil. Mas não!
O idiota, quando alcançou o animal, ao invés de ficar feliz por ele não ter se machucado, bateu na frágil criaturinha com a guia que estava em suas mãos.
Agora eu pergunto: será que era o animal quem deveria ter sido repreendido e até agredido? Claro que não!
O errado, claro, foi o dono do indefeso bichinho que por não querer usar a guia, pôs em risco a vida do animal.
Após isso, como ele percebeu que eu havia acompanhado todo o episódio, foi embora rapidamente, enquanto eu, fui obrigada a guardar toda minha raiva, sem possibilidade de lhe dizer todas as frases que formulei em poucos segundos.
Depois do ocorrido, claro que me arrependi por não ter corrido atrás dele para despejar tudo que eu pensava - sei que ele não teria me ouvido passivamente, mas acho que ao menos pensaria duas vezes ao agredir um animal.
Fiquei me perguntando o que pretendia aquela criatura ao sair com animal solto, sem guia?
Provavelmente, por não ter segurança sobre sua opção sexual, ele deve pensar que homem que passeia com cachorro usando guia é "veado".
Via-se claramente naquele infeliz, um esforço sobre-humano para parecer um macho...
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