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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Filmes de Terror

Adoro filmes de terror e ao longo da minha vida, sempre tive parcerias, o que é muito bom porque penso que esse tipo de filme é muito bom de se assistir em grupo.

Inicialmente, na minha adolescência era com as melhores amigas que eu gostava de ir ao cinema e ficávamos agarradas umas nas outras até o final de cada sessão.

Depois resolvi unir o útil ao agradável e então assistia com 'ficantes' ou namorados...

Com o passar do tempo, consegui juntar grupos e inclusive tínhamos um que se consolidou vendo todos os episódios de "Atividade Paranormal" - fechávamos uma fileira do cinema, era muito legal.

Antes do filme, nos encontrávamos no saguão do cinema, comprávamos pipoca, refrigerante, era tudo muito divertido!

No término da sessão tinha a 'etapa final - comentários', que era muito divertida também.

Até hoje mantenho um grupo de pessoas interessadas quando o assunto é ir-ao-cinema-para-ver-filme-de-terror.

sábado, 1 de agosto de 2015

7 pessoas e 1 Forca

Fomos assistir "A Forca" - um excelente filme de terror para quem gosta deste gênero. 


A história se passa numa pequena cidade nos EUA, quando acontece a morte de uma pessoa durante a encenação de uma peça chamada "A forca".
Vinte anos mais tarde, um grupo resolve reencenar a peça e várias coisas terríveis começam a acontecer.


Eu confesso que preferia que tivesse sido um pouco menos aterrorizante e que houvesse momentos de “folga” durante o filme.

Não dava para respirar, eram momentos de terror em sequência.

Outro problema era o calor insuportável do cinema que escolhemos...

O resultado de tudo isso foram excesso de: medo, marshmallows e calor!

Dos 7, somente 5 de nós conseguimos assistir na íntegra o tal filme.

E dos 5, 3 de nós saímos do cinema enjoados...

Minha proposta para nossas próximas idas ao cinema foi que trocássemos de gênero - sugeri que daqui para frente assistíssemos somente comédias.

Essa ideia foi completamente rejeitada pela maioria e já estamos combinando novos momentos de terror em grupo...

Pelo menos decidimos que nunca mais voltaremos a sofrer o efeito estufa daquele cinema horrível.






domingo, 30 de outubro de 2011

Atividade Paranormal 3

Ontem fomos assistir ao filme Atividade Paranormal 3.
Éramos sete pessoas, sendo que a maioria tinha compromisso para antes ou para depois do filme e eu era a responsável para que chegássemos pelo menos com pouco atraso no cinema. Cansativo!
Chegamos em cima da hora e tive que enfrentar a fila para compra dos ingressos e após, a fila para compra das pipocas e refrigerantes...
Acabei perdendo o início, mas tudo bem porque depois soube que não havia acontecido nada importante.
O filme foi bem feito e como sempre manteve a característica dos outros dois - de prender o público na cadeira, sempre a espera que algo aterrorizante fosse acontecer a qualquer momento.
E como sempre, tem uma hora que eu quero mais é que acabe porque não aguento sentir tanto medo, muito embora o filme seja tão envolvente, ao ponto de fazer com que a gente nem perceba o tempo passar.
Como disse uma das pessoas que estavam no grupo: por que será que a gente vai ao cinema para assistir algo que nos faz sentir tão mal durante e depois?
Não sei bem, mas algum prazer nos causa, especialmente antes...
Realmente ficamos por um curto período com uma sensação ruim, principalmente na noite depois do filme.
Claro que depois de passado esse período, ficamos loucos para que lancem o próximo Atividade Paranormal...

sábado, 17 de setembro de 2011

Glee 3D

Havia prometido levar minhas duas sobrinhas de 10 e 13 anos ao cinema. Fazendo uma rápida pesquisa, escolhi Glee 3D - O Filme, tendo a aprovação das meninas e da minha mãe, que também nos acompanharia.
Escolhi o filme, embora nunca tenha assistido a série que vai ao ar na Fox. Às vezes, passo pela TV no momento em que meu filho está assistindo e já havia notado que, no mínimo, os atores cantavam super bem.
Logo no início da exibição, fiquei um pouco preocupada porque percebi que se tratava da apresentação do Show do grupo em Los Angeles, com depoimentos dos fãs.
Já no início do filme, pude perceber que um dos objetivos da série é discutir o universo das pessoas que se sentem excluídas da sociedade: homossexuais, deficientes físicos, pessoas fora do padrão de beleza, etc.
Os depoimentos retrataram, na maioria das vezes, os dramas pessoais dos fãs que ao se identificarem com os personagens, se sentiam mais fortalecidos para enfrentarem seus próprios problemas.
Outro ponto de destaque foi quanto ao repertório escolhido, eles executaram e dançaram músicas maravilhosas como: I Wanna Hold Your Hand (Beatles), Somebody To Love (Queen) e River Deep, Mountain High (Tina Turner), Firework (Katy Perry), Born This Way (Lady Gaga) e Empire State of Mind (Alicia Keys).
Mas um dos momentos principais foi quando tocaram e cantaram a música Valerie, lembrando Amy Winehouse, amei! O outro instante especial foi quando houve uma performance muito especial e sensual de Brittany (Heather Morris) em I'm Slave 4 U - ela esteve maravilhosa...
No geral, um filme que vale a pena, tendo ainda como recurso o efeito 3D que acrescentou mais brilho e movimento ao espetáculo.
Saímos do cinema satisfeitas - quatro pessoas de três gerações diferentes. Acho que isso já é um ótimo sinal com relação ao que se espera de um bom filme.

sábado, 26 de março de 2011

Atividade Paranormal em Tóquio

Acabamos de assistir ao filme "Atividade Paranormal em Tóquio".
Fomos eu, meu filho e mais dois meninos. Todos ficamos com muito medo o tempo inteiro.
Eu, como sempre, cheguei a ficar cansada de tanto sentir medo.
Filme terrível, muito bem feito.
Os dois atores principais foram excelentes com suas interpretações.
Fiquei louca que acabasse logo, não aguentava mais.
E não fui só eu, podia perceber que as poucas pessoas que estavam no cinema comentavam as cenas, numa forma de diminuir o pavor nos momentos de maior tensão.
E o detalhe das filmagens, que estão presentes em todos os episódios de "Atividade Paranormal", tem tudo a ver com o Japão - país de avançada tecnologia no que se refere a filmadoras e eletrônicos em geral.
Hoje, apesar de toda pipoca e chocolate, quando sentei na poltrona do cinema já comecei a me arrepender de ter ido - sou muito medrosa!
Eu e meu filho logo que chegamos em casa, já começamos a lembrar cenas do filme.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Anjos e Demônios

Assisti a um filme em que a personagem principal citava a seguinte frase de Tenessee Williams: "Se eu matar todos os meus demônios, os anjos podem morrer também".

Pensando sobre a frase, acho interessante no que se refere ao conhecimento que adquirimos ao longo da vida, a partir dos opostos - se não soubéssemos o que é o mal, não teríamos como saber o que é o bem.

Acho que os opostos sempre existem, em quaisquer circunstâncias.

E quanto ao amor e ao ódio?

Segundo Deepak Chopra, escritor indiano, radicado nos EUA, sempre que existe amor, existe ódio...

Isso me faz pensar nos relacionamentos "mornos" onde o casal parece não se emocionar com nada que venha do casamento.

Nunca brigam, mas também não parecem satisfeitos.

Não estou aqui fazendo apologia às brigas, mas acho que sempre que amei fiquei mais suscetível a momentos de raiva e ódio.

E quando já no final de relacionamentos, não me lembro de sentir grandes emoções - nem boas, nem ruins.

Será que é por esse motivo que existe o mal?

Para se confrontar com o bem e aí então nos possibilitar ver as coisas boas da vida?

A personagem do filme a qual me referi, no decorrer da história, mostra claramente que traz em si as duas faces - do bem e do mal.

Acho que todos nós somos anjos e demônios - vai somente depender das circunstâncias para que surja um ou outro...

E a partir dessas vivências, aprenderemos sobre a vida.



quarta-feira, 3 de novembro de 2010

"Atividade Paranormal 2"

Meu filho de 14 anos nos convidou para irmos ao cinema assistir "Atividade Paranormal 2". Fomos ele, eu, minha mãe e mais dois outros adolescentes.
Como sempre acontece quando vou assistir filmes de terror ou de suspense, me arrependo da escolha assim que sento na poltrona da sala de cinema.
Neste caso, o filme sugere o tempo inteiro que a história é real: uma família que costuma filmar com bastante frequência situações diversas do cotidiano de sua casa e que após um arrombamento, fazem instalação de câmeras de segurança. E é através dessas lentes que assistimos ao filme.
No início, inclusive, aparece um agradecimento à família dos mortos sugerindo, portanto, que as gravações foram cedidas pelos que "sobraram".
Claro que logo que chegamos em casa, fomos direto para a internet pesquisar sobre a veracidade da produção. Descobrimos que a história não é verdadedeira, embora tenha havido uma inteligente estratégia de marketing, seguindo os passos do filme "A Bruxa de Blair".
Um filme para não dormir no cinema. Até mesmo nós que fomos na sessão das 21h45, não piscamos os olhos.
Apesar da velocidade estrategicamente lenta dos acontecimentos, nossa respiração ficou quase que suspensa. No final, eu já estava cansada de tanto medo.
Saímos do cinema por volta das 23h30 ainda apavorados e comentando o filme freneticamente!
Eu e meu afilhado, que tínhamos que acordar cedo no dia seguinte, nos perguntávamos: como vamos dormir agora?
Fico pensando no porquê de escolhermos como diversão ficar 90 minutos com tanto medo...
Já não basta o pavor que temos quando saímos às ruas e nos expomos a todo tipo de violência?
Acho que a resposta está no tipo de medo - o do cinema é controlável. Ao assistirmos a um filme, sabemos que é ficção e que sairemos da sala ilesos mesmo que uma família inteira seja exterminada na tela.
E outra coisa - às vezes é muito bom colocarmos uma dose extra de adrenalina no nosso sangue...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Tango

Assisti ao filme "Dançar - Despertar de um Desejo" por indicação da minha mãe e por ser um filme que tem como foco principal a dança.
Esse drama francês que teve três indicações para o César (Oscar Francês), conta a história de um homem de 50 anos, divorciado, entediado com a vida que leva e insatisfeito com seu trabalho num cartório.
Certo dia, ele passa mal e após uma consulta médica fica sabendo que sua saúde não está muito boa e que precisa praticar alguma atividade física. Ele resolve então, fazer aulas de tango.
Durante as aulas, ele conhece uma mulher bem mais nova do que ele, por quem se apaixona. Aos poucos a aproximação acontece entre os dois, tendo o tango como testemunha.
Porém, o que ele não sabe é que ela está prestes a se casar...
O filme que é bastante denso, aborda ainda, com delicadeza, as relações entre pais e filhos.
Embora a dança tenha destaque no drama, a trilha sonora rouba completamente as cenas com as músicas maravilhosas do argentino Osvaldo Pugliese.

sábado, 2 de outubro de 2010

Nosso Lar

Ontem, finalmente, assisti ao filme “Nosso Lar”.
Achei que o filme foi muito bem produzido e os atores corresponderam às expectativas.
Mesmo já tendo frequentado Casas Espíritas por algum tempo, vieram à tona alguns questionamentos que eu já tinha naquela época.
Uma das coisas que me intriga até hoje, é o Umbral. Por que é necessário passarmos por todo aquele sofrimento extremado para que possamos aprender? A resposta, alguns diriam: "O homem só aprende sofrendo...”. Mas será que não existe alguma maneira menos aterrorizante e cruel de aprendermos? E onde entra o amor e o perdão?
Minha mãe, que também assistiu ao filme com uma amiga espírita, ficou chocada com as cenas do tal purgatório. Comentou com a amiga e ela lhe disse que temos que ser muito bons e doarmos tudo. Caso contrário...
E aí surge outro ponto que me afastou das Casas Espíritas – o assistencialismo como fim.
Não sou contra darmos assistência às pessoas necessitadas, mas não podemos resumir a isso. É como se pagássemos para não nos incomodar.
Na última Casa Espírita que freqüentei (sei que isso acontece com a grande maioria delas), a política era essa.
Em determinado dia do mês, se formava aquela fila imensa de mulheres, geralmente acompanhadas pelos muitos filhos, na espera de receberem ajuda.
Numa das reuniões do grupo o qual eu fazia parte, questionei se todos achavam válido apenas doarmos as coisas sem, por exemplo, abordarmos temas importantes como Planejamento Familiar, uma vez que na Casa trabalhavam voluntariamente, psicólogos, assistentes sociais, advogados,...
Lembro que houve um relato de uma pessoa que já participava do grupo há mais tempo que eu: ela nos disse existem muitas mulheres que iam buscar ajuda no primeiro ano com 1 filho e outro “na barriga”, no ano seguinte a mesma mulher ia com 2 filhos e outro “na barriga”, no ano seguinte 3 filhos e outro “na barriga” e assim por diante...
Perguntei, sabendo qual seria a resposta: e a figura paterna? Muitas mulheres sequer sabem quem é o pai de seus filhos e quando sabem, ele é ausente, na maioria das vezes. Outro fato real, é que, geralmente, cada filho é de um pai diferente.
Daí vem a Doutrina Espírita e diz: “que não devemos julgar” e eu pergunto: “por que então devemos pagar?” E respondo com outras duas perguntas: “para que nossa consciência fique mais leve?” ou “por medo de irmos para o tal do Umbral?”.
A minha consciência não fica mais leve quando faço doações. Ao contrário, fico ainda mais preocupada. Muitas vezes, pensando que essa situação é paliativa e não resolve o problema de ninguém.