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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Seis dias de adrenalina pura!

Tudo indicava que nós não poderíamos mais viajar conforme havíamos planejado.
Então surgiu a ideia de viajarmos por apena seis dias.
Nosso destino: São Paulo.
Nosso objetivo: televisão ou tudo que se relacionasse com este veículo de comunicação.
Pensamos em escolher emissoras para visitar, shows com artistas de televisão, restaurantes frequentados por artistas da TV, etc...
Conhecemos e reconhecemos muitas pessoas legais e foram seis dias de muita emoção.
Nessa caminhada descobrimos que poderíamos não só visitar as emissoras, como também poderíamos participar da plateia e das gravações de programas.
Tudo começou quando liguei para o SBT ainda em Porto Alegre e a partir de uma conversa rápida, foi colocada a possibilidade de fazermos parte da plateia e gravarmos o programa Festival Sertanejo.
Quando recebi esse convite fiquei muito feliz, embora este tipo de música não seja o nosso estilo preferido.
A seguir, liguei para a Rede TV e lá nos convidaram para participar de três programas: Teste de Fidelidade, Você na Tv e Mega Senha. A Luciana Gimenez estava de férias e portanto, nesse período, não haveria gravação do SuperPop.
Quando chegamos em São Paulo começamos a procurar por algum Stand up - através de jornais  e da internet.
Encontramos então um local de apresentações de Stand up, que pertence ao Rafinha Bastos e ao Danilo Gentilli, o Comedians.
Infelizmente, a primeira informação que obtivemos era de que era proibida a entrada de menores de 18 anos...
Em determinado momento, como estávamos perto do local, resolvemos fotografar a fachada, afinal era o que nos restava.
Quando chegamos no local, era por volta das 16 horas e as portas estavam fechadas.
Enquanto fotografávamos, passa por nós o vocalista da Banda Cachorro Grande, o Beto Bruno.
Como não lembrava o nome dele, gritei: "oi cachorro grande!". Ele, muito simpático, veio ao nosso encontro e ficamos conversando por um tempo.
Logo após nos despedimos dele, a porta do Comedians abre nas nossas costas e surge um homem que parecia estar fazendo pintura ou consertos no local e começamos a conversar.
Ele então nos disse que meu filho poderia participar do evento desde que acompanhado pelos pais, perfeito!
O mesmo senhor nos passou informações sobre o stand up daquela noite e o horário que deveríamos chegar.
Poucos minutos depois, chega um casal de jovens que trabalhava na casa e confirma que meu filho poderia entrar em nossa companhia e nos passa vários folders com todos os shows que aconteceriam na semana.
Descobrimos que a apresentação daquele dia seria do Marcelo Marrom e do Rodrigo Capella. Confesso que não conhecia nenhum dos dois, mas meu filho conhecia muito bem e nos disse que eles eram excelentes humoristas.
Chegamos ao local naquela noite e já na chegada fomos surpreendidos pela beleza e elegância do local.
A fachada do bar em nenhum momento sugeria a dimensão e o capricho da decoração interna.
Jantamos e tanto o atendimento quanto a qualidade da comida servida, foram maravilhosos.
Quanto ao Stand up, foi simplesmente perfeito, rimos sem parar!
Foi, sem dúvida, um dos melhores, se não o melhor espetáculo de humor que já assisti.
No final, fomos parabenizar os dois comediantes, que nos receberam super bem.
O Universo como sempre, conspirando a favor...
Se o "Cachorro Grande" não tivesse passado e ficado conversando conosco, teríamos ido embora resignados com nossa foto da fachada do Comedians, com certeza.

sábado, 12 de março de 2011

Falsas feministas

Estava assistindo a um programa de debates na TV e embora o programa já estivesse em andamento quando liguei a televisão, pude perceber que pauta era alusiva ao dia das mulheres.

Sou contra esse tipo de homenagem vazia, mas acho que vale a pena levantar esse tipo de debate em qualquer momento.

Um amigo fez uma brincadeira que me fez pensar - ele disse: É, vocês mulheres tem um dia apenas, enquanto nós homens temos 364.

Acho mesmo que a conquista de direitos ainda passa longe da maioria das mulheres e pior que isso - não conquistamos nossos direitos nem mesmo dentro de nossas casas.

Mas voltando ao programa da televisão...

Eram quatro mulheres e uma apresentadora. 

Todas intelectuais e bem sucedidas em suas profissões.

Em determinado momento, foi perguntado como eram as relações delas dentro de suas casas - quanto a tarefas domésticas e todas estavam satisfeitas porque seus namorados, ficantes ou maridos eram COLABORADORES!

Acreditam que, nesses casos, as mulheres inteligentes e bem sucedidas se satisfazem com colaboração???

A começar por aí, o resto se desenha...

Chamo esse tipo de mulher de falsa feminista.

Dentro de casa são um tipo de pessoa e quando saem para rua são outro completamente diferente.

A mulher que realmente é feminista e busca os mesmos direitos que os homens, jamais vai se contentar com migalhas.

E muito menos quando se tratar de relacionamentos amorosos.

Seria o mesmo que parar no meio do caminho, desistir do que se acredita.

Certo dia, estava conversando sobre esse assunto com duas mulheres - uma tinha de 63 anos e a outra 24.

A mulher de 63 anos dizia que havia, há muito tempo, desistido de pedir ajuda ao marido com relação a arrumação e afazeres da casa.

Eu e a menina de 24 anos dissemos a ela que não iríamos desistir nunca, em respeito a nós mesmas.

A culpa de muitas coisas ruins que acontecem com as mulheres, tem relação direta com o comportamento adotado diante dos problemas - às vezes por comodidade e outras por medo de perderem seus homens.

Afinal, ser feminista de verdade dá muito trabalho, mas vale a pena.





sábado, 7 de agosto de 2010

Meninas, acordem!

Meu filho de treze anos veio me contar que viu na televisão uma propaganda que promovia um brinquedo que ensina as meninas a lavarem louça! Ainda perguntei a ele se não falavam em meninos, mas infelizmente não.
Se ele ficou preocupado, imagina eu...
Uma coisa seria um brinquedo que ensinasse às crianças - meninos e meninas - a lavar louça e até outras atividades domésticas - seria uma ótima idéia!
Temos que pensar que o motivo da veiculação de um comercial como esse é em função de existir público para esse tipo de brinquedo - meninas que vêem suas mães, que muitas vezes se consideram até feministas, "donas das cozinhas".
Muitos dos problemas que as crianças apresentam, são sem dúvida, originados em casa.
Não temos que evitar aprofundar debates com os filhos sobre questões que irão influenciar suas vidas para sempre.
Claro que essas discussões podem trazer à tona problemas que temos como pais e que não damos a devida importância.
Acho que se tivermos conversas francas e profundas com nossos filhos, poderemos ter problemas com relação a nossa coerência perante a vida e o que julgamos certo da boca para fora.
Mas, se conseguirmos superar esse primeiro momento, com certeza todos da família sairão ganhando.
Ah, quanto ao meu filho, confesso que fiquei muito orgulhosa pela sensibidade que ele teve para um tema tão importante.

sábado, 12 de junho de 2010

"Queridaaa..., tem que trocar o refil!"

Vocês acreditam que com todos os avanços em relação aos direitos das mulheres, ainda exista um comercial de televisão tão machista?
O marido diz, se referindo à troca do refil do desodorante sanitário: "- Queridaaa..., tem que trocar o refil!"
E o pior é a fala da infeliz da esposa: "- É pra já!"
Daí, entra em cena a desgraçada, usando uma roupa de astronauta horrível, andando como se não houvesse gravidade, pronta para trocar o tal refil.
Poderia terminar aqui o que acabei de começar a escrever... dá vontade de mudar de canal.
Não só o canal da televisão, mas o canal do planeta.
Será que houve mesmo, tantos avanços em relação às mulheres?
Será que estamos mais felizes, do que estavam nossas antecessoras?
Fico pensando no publicitário (ou será uma publicitária?) que teve a ideia desse comercial: ele teve espaço e provavelmente tenha sido elogiado dentro da empresa que trabalha, porque era muito evidente que haveria um público pronto para comprá-la.
E o que me deixa muito triste, é pensar que este público é composto principalmente por mulheres, com certeza.