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sábado, 12 de setembro de 2015

Meus filhos, eu, minha mãe e os Smarthphones

Quando começo a alterar um pouco o tom da minha voz, com minha mãe, durante a explicação de alguma coisa no seu smartphone, eu lembro imediatamente dos meus filhos quando peço alguma explicação no meu smartphone.

Da mesma forma que eu perco a paciência com minha mãe, eles também não têm muita paciência comigo.

Ainda bem que essa lembrança me ajuda, e geralmente eu volto a ficar tranquila e consigo dar a atenção que ela merece.

Aquela conversa de que a gente entende melhor as nossas mães e os nossos pais quando chegam nossos filhos, é uma grande verdade.

Claro que existem outras formas, mas essa é muito imediata.

No caso dos meus filhos, eu entendo porque sei que eles sempre têm milhões de coisas para fazer e o tempo que eles têm, sempre é pouco.

Mas com relação a minha rotina atual, posso, quero e devo reservar um tempo para a mulher mais importante da minha vida.

Hoje aconteceu novamente e logo em seguida veio uma "luz": 

Eu tenho é que agradecer por ter minha mãe, com a idade que ela tem, linda e maravilhosa usando seu smartphone para curtir e compartilhar fotos, se comunicar com amigas, jogar e muito mais!



quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Mulher de Sorte

Fazendo um retrospecto da minha vida, percebo claramente toda a ajuda que recebi e recebo nos momentos mais difíceis, ao longo dos anos.

Sempre tive ajuda de anjos em forma de gente ou de bicho - quando perdi a Lua, meus outros animais me ajudaram muito, especialmente a Sol - que na ocasião estava completamente abandonada e que acabou sendo adotada por nós.

Por isso não tenho dúvida - o Universo sempre conspira a favor!

Mesmo naquelas horas onde o sofrimento é tanto que não conseguimos enxergar nada além da dor.

No momento em que estamos vivenciando situações dolorosas, dificilmente percebemos isso e raramente aprendemos algo de imediato.

É necessário passar um tempo para que possamos garantir um certo distanciamento do problema, o que é essencial para o entendimento geral da situação.

Lembrei de um caso que vivi e que a princípio foi bem difícil - mantive contato prolongado com um grupo de pessoas que eu amo, onde alguns de nós não tínhamos nada ou quase nada em comum com a maioria do grupo.

Inicialmente já percebi que tinha que confiar e acreditar que a solução chegaria, com muito amor e paciência...

E para nossa sorte, entre nós havia um anjo.

Na ocasião, perguntei, por que estamos vivendo isso?

E como sempre, obtive uma resposta - todos os encontros tem um porquê, sendo que muitas vezes nossos amigos anjos surgem repentinamente e na hora ficamos felizes pela presença deles, sem nos preocuparmos pelo motivo - sempre penso que é um presente do Universo e que de alguma forma sou merecedora.

Mas não é só isso, assim como nós, muitas pessoas estão do nosso lado para nos ajudar a crescer e a aprender e para que façamos o mesmo com elas - as trocas são fundamentais e é o que caracteriza uma amizade verdadeira.

Sou uma mulher de muita sorte, cada vez encontro mais anjos maravilhosos pelo meu caminho.





sexta-feira, 2 de maio de 2014

Paciência, muita paciência...

Hoje, fui a mais uma consulta médica, cheia de esperanças e expectativa com relação à liberação do médico para poder voltar às minhas atividades rotineiras.

Tentei não falar muito, mas depois do exame ele me disse o que eu não esperava ouvir: mais 10 dias de repouso, pé para cima, continuar colocando gelo no local e mais 10 sessões de fisioterapia.

No momento que ele falou isso, devo ter feito uma cara de decepcionada...

Então ele me explicou que entorses devem ser bem tratados, porque caso contrário, as consequências virão no futuro - possibilidade de ficar com dor para sempre na região e ficar fazendo novos entorses repetidas vezes.

As únicas concessões são que  posso dormir sem o imobilizador e também posso caminhar um pouco.

Respirei fundo e estou aceitando melhor a situação, criei muita expectativa de que na semana que vem, voltaria a vida normal, embora eu soubesse que as sessões de fisioterapia seriam mantidas.

O jeito é aproveitar esta experiência para treinar a paciência, logo eu que não tenho muita...

Mas talvez por isto mesmo o Universo tenha me reservado essa.

Agora é aprender a ser feliz, mesmo estando privada de fazer muitas coisas que para mim são essenciais.