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quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Furto natalino

Acredito que sempre temos o que aprender...

Na noite de Natal, havia deixado em cima na mesa onde realizamos a ceia uma quantia em dinheiro e meu celular sobre esses valores. Uma determinada pessoa, presente na festa, sentou-se à mesa e sorrateiramente puxou uma nota de 100 reais daquela quantia, colocando-a em seu bolso esquerdo, situação flagrada por outra pessoa pelo fato de a mesa ser transparente. Após o flagrante, a pessoa que cometeu o furto tentou se desfazer do objeto subtraído, transformando a nota de 100 reais em uma bolinha de papel bem pequena, no entanto a deixou cair e cerca de 10 pessoas testemunharam esse momento, o que literalmente confirmou o triste fato. Constrangida e bastante nervosa, a pessoa só conseguia repetir as mesmas palavras: - "Não fui eu, não fui eu", o que é normal nesses casos, mesmo após a situação estar nítida para todos os presentes. Já antecipo que os nomes não podem e não serão divulgados.

Se tem algo que eu tenha que aprender é jamais confiar em determinadas pessoas.

E só depois de ter vivido essa situação constrangedora dentro da minha casa, aprendi a  lição e mudei completamente de postura.

Devemos sim radicalizar com relação a quem frequenta nossa casa, nossa vida - descobri isso da pior maneira possível ao ser roubada e com o fato de isso ter acabado com nossa festa de Natal.

Já não tenho muita admiração por seres humanos, especialmente depois do resultado das últimas eleições, e agora então...

Depois do que houve, irei me afastar da atitude que eu mantinha até esse Natal, quando abria as portas de casa não só para familiares e amigos, mas também para qualquer pessoa conhecida, sem critérios.


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Lucidez

"... Mas começo a recuperar a lucidez perdida, se considerarmos que lucidez nada mais é que interromper a busca pela compreensão absoluta de tudo que nos cerca e aceitar que a vida não vem com manual de instruções."
Trecho do Livro 'Fora de mim', de Martha Medeiros

Relendo este trecho, lembro da minha paixão absoluta pela matemática, desde sempre...

A princípio, acreditava que era uma simples afinidade com a matéria, mas passado um tempo pude perceber a relação da matemática com meu desejo absurdo e inconsciente de busca por respostas para assuntos como a origem da vida e outros mistérios.

Aqueles maravilhosos e gigantescos teoremas com suas teorias e teses que pareciam construir um mundo de total compreensão e previsibilidade era muito atraente para mim.

Sei que existem muitas pesquisas hoje em dia sobre a origem da vida e outras questões complexas, que começam a ser explicadas através de números, raciocínios lógicos e matemáticos, porém percebo que estamos longe de ter um apanhado geral sobre tudo isso.

Concordo com Martha Medeiros e acho que lucidez neste momento, é não buscar a compreensão de tudo que nos cerca e aceitar que a vida esta aí para ser vivida da melhor maneira possível.

Que essa energia de busca por respostas perfeitas e completas seja canalizada para construção de seres humanos melhores e mais conscientes hoje, agora.

Não podemos perder tempo porque o planeta pede por respostas desse tipo imediatamente, e um bom começo de mudança de comportamento é aprendermos a respeitar e cuidar dos animais e da natureza.









sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

'O Poder do Silêncio'

Li o livro 'O Poder do Silêncio', de Eckhart Tolle e resolvi transcrever o seguinte trecho:

"Se o passado de uma pessoa fosse o seu passado, se a dor dessa pessoa fosse a sua dor, se o nível de consciência dela fosse o seu, você pensaria e agiria exatamente como ela. Ao compreender isso, fica mais fácil perdoar, desenvolver a compaixão e alcançar a paz."

Sou 'aprendiz de feiticeiro', estou engatinhando com relação a certos ensinamentos, mas resolvi destacar o trecho acima porque acho que esta questão que envolve o outro, é um dos aprendizados mais difíceis para os seres humanos e deve ser trabalhado constantemente. 

Somos exageradamente críticos e nossa sociedade alimenta muito isso, o que faz com que a individualidade seja uma das características mais comuns no mundo contemporâneo.

Esse livro maravilhoso, que pode ser lido de várias maneiras, é escrito sob a forma de sutras, que são poderosos indicadores da verdade da antiga Índia, em estilo de aforismos - frases curtas de fácil entendimento. 

E o melhor de tudo é que, ao contrário dos antigos sutras, os textos não pertencem a nenhuma religião ou tradição e são acessíveis a qualquer pessoa.






terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Para quem não gosta de animais

Embora eu saiba que tenha que respeitar e aceitar as pessoas como são, também sei que posso escolher com quem eu quero conviver, com quais amigos(as) quero estar...

A partir daí, sei que não quero estar com pessoas que não gostam de animais.

Não é uma simples escolha, é uma questão de afinidade - não vou ter nenhum tipo de empatia por pessoas que não gostem de animais porque sei que esse fato constrói seres humanos com os quais jamais terei interesse de conviver.

Assim como acho que pessoas desse tipo jamais terão interesse real em serem meus amigos(as) - até podem se aproximar por motivos diversos, mas nunca teremos uma relação de amizade verdadeira.

Sendo assim, tiro um grande peso dos meus ombros que é manter relações com esse tipo de gente, pessoas que não me acrescentam em nada.

Geralmente, me relacionava com esse tipo de ser por pena, mas nenhuma relação que valha a pena deve ser construída a partir desse sentimento.

É muito bom ter a oportunidade de aprender e crescer - obrigada ao Universo por sempre me mostrar qual é o verdadeiro caminho que devo seguir.

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