Tem dias que temos que focar num só problema e o resto da vida passa a ter um papel apenas coadjuvante.
Precisamos de toda a nossa energia, inteligência, intuição, força e amor para resolver o assunto e o restante dos problemas dos nossos dias, são tratados no limite do tolerável.
Estou num período assim e ontem senti até vontade de escrever algo para as pessoas mais próximas, que podem se sentir negligenciadas ou ainda pior, se sentirem menos amadas...
Preciso desse tempo agora, penso que foco é muito importante quando queremos muito alguma coisa e isso vale para tudo na vida: passar num concurso, vestibular, vaga para um emprego, tratar problemas de saúde ou pessoal, etc.
Daqui a pouco já vou estar liberada, mas agora preciso mergulhar, até porque as águas estão muito tranquilas, a situação está se desenhando muito favorável e com o Universo conspirando a favor, como sempre - vamos lá então!
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quarta-feira, 4 de abril de 2018
Dias assim...
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Gratidão Sempre
Tenho um amigo que está passando por uma longa fase negativa, onde
não consegue ver beleza em nada e nem consegue perceber as coisas boas que
estão acontecendo com ele.
Ele está focado num problema e não consegue ver mais nada...
Parece ficar cego quando se trata do lado bom da vida.
Lembro deste amigo há tempos atrás, o quanto ele era diferente -
alegre, otimista, aberto para a vida e todas as suas possibilidades.
Hoje ele se fechou, está difícil trocar ideias, ele só ouve o que
fala e conversar com ele é impossível - está especialista em monólogos, sempre
acha que tem razão.
Já tentei ajudar, mas sei que ser amiga nesta hora é realmente
estar perto e às vezes apenas ouvi-lo, sempre tentando redirecionar o fluxo
energético, caso contrário, fico eu com toda essa carga negativa e não
conseguirei ajudá-lo.
Isso até já aconteceu porque me descuidei e permiti entrar neste
clima, ainda bem que logo percebi e dei limites para esses contatos.
Todos nós temos problemas, mas acho que um bom caminho para sair
deles ou pelo menos minimizá-los, é perceber que apesar disso, sempre temos
motivos para sermos gratos pelo que temos de bom neste momento: amigos,
animais de estimação, objetos, saúde perfeita,...
Sempre existe algum motivo para agradecermos!
Agradecer por tudo de bom que temos na vida é, com certeza, uma
das chaves para que sejamos mais felizes!
Quando fazemos isso, focamos em energias positivas, que estão na frequência do amor e mais do mesmo virá - para quem não acredita, faça o teste por 1 dia.
Ao acordar agradeça por tudo de bom que existe na sua vida, verá que
sempre existe pelo menos um motivo para fazer isso.
sábado, 9 de março de 2013
Bolsas
Tudo
começou com uma bolsa grande.
Depois
foi para: uma bolsa grande mais uma bolsa tipo sacola bonita.
Agora
é: uma bolsa grande, mais uma bolsa tipo sacola bonita e mais uma bolsa bonita para as roupas de ginástica.
Fico
pensando: será que também faço isso em outros setores da minha vida?
Quando
tenho um problema será que também divido em partes para que ele não pareça tão
grande assim e dessa forma possa solucioná-lo?
Acho
que ao nível do inconsciente fazemos isso com muito mais frequência do que
nossa consciência consegue perceber.
É
uma das formas de sobrevivermos em determinados momentos difíceis da vida...
Quando
surge algum problema grave na minha vida ou na vida de alguém próximo, percebo
que a melhor solução, muitas vezes, é apenas fazer o que é possível naquele
momento e ter a paciência de esperar e ficar aberta às possibilidades que
surgem a cada instante.
Geralmente,
quando conseguimos manter uma atitude positiva diante de uma situação difícil e
seguimos fazendo isso - um passo depois do outro, as soluções surgem de uma
forma maravilhosa.
Claro
que nem sempre conseguimos nos manter otimistas e confiantes, mas sem dúvida
esta seria a melhor coisa a ser feita.
É nessa hora que percebemos a importância de termos amigos,
familiares, companheiros que nos impulsionem para cima, nos abastecendo com uma
carga de energia positiva nesses momentos de fragilidade, para que possamos
seguir em frente.
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companheiros,
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sábado, 14 de agosto de 2010
É vagina e ponto!
Falando com uma pessoa, lembrei de uma reunião que participei no colégio dos meus filhos, há mais ou menos seis ou sete anos atrás. Vale a pena contar aqui porque o problema é, com certeza, recorrente.
Durante a reunião, houve um questionamento por parte de uma mãe sobre a abordagem da professora com relação a denominação do orgão sexual feminino.
A professora, contou então, que ao conversar com os alunos sobre o assunto, ouviu de algum aluno ou aluna a palavra "perereca". A partir disso ela resolveu explicar o que era uma perereca e esclareceu sobre a verdadeira denominação.
Percebi, na ocasião, que alguns pais e mães não gostaram da explicação dada e acho que queriam mesmo é que esse assunto sequer fosse tratado.
Fiquei irritada pelo nível da discussão e ainda mais por se tratar de um grupo de pessoas classe média e provavelmente bem informada, onde a maioria teve oportunidade de cursar alguma faculdade.
Tive vontade de gritar para aqueles pais - é vagina e ponto!
Qual é o problema?
Acho que o problema é o distanciamento que muitos preferem manter em suas casas, com suas famílias, quando o assunto é sexo.
Ao usarem termos pejorativos, como "perereca", esse distanciamento fica um pouco garantido até porque é possível fazer piada e causar risos. E enquanto todos riem, provavelmente não haja nenhum tipo de questionamento.
Me surgem duas perguntas inevitáveis - Qual é a qualidade da vida sexual de pais que agem dessa forma? E o que acontece com crianças que tem pais problemáticos como esses?
Acho que mesmo que na escola exista um bom preparo de professores e educadores em geral, se não houver correspondência comportamental em casa, de quase nada adiantará.
Durante a reunião, houve um questionamento por parte de uma mãe sobre a abordagem da professora com relação a denominação do orgão sexual feminino.
A professora, contou então, que ao conversar com os alunos sobre o assunto, ouviu de algum aluno ou aluna a palavra "perereca". A partir disso ela resolveu explicar o que era uma perereca e esclareceu sobre a verdadeira denominação.
Percebi, na ocasião, que alguns pais e mães não gostaram da explicação dada e acho que queriam mesmo é que esse assunto sequer fosse tratado.
Fiquei irritada pelo nível da discussão e ainda mais por se tratar de um grupo de pessoas classe média e provavelmente bem informada, onde a maioria teve oportunidade de cursar alguma faculdade.
Tive vontade de gritar para aqueles pais - é vagina e ponto!
Qual é o problema?
Acho que o problema é o distanciamento que muitos preferem manter em suas casas, com suas famílias, quando o assunto é sexo.
Ao usarem termos pejorativos, como "perereca", esse distanciamento fica um pouco garantido até porque é possível fazer piada e causar risos. E enquanto todos riem, provavelmente não haja nenhum tipo de questionamento.
Me surgem duas perguntas inevitáveis - Qual é a qualidade da vida sexual de pais que agem dessa forma? E o que acontece com crianças que tem pais problemáticos como esses?
Acho que mesmo que na escola exista um bom preparo de professores e educadores em geral, se não houver correspondência comportamental em casa, de quase nada adiantará.
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