Agora que já passaram as duas festas de final de ano, vêm os questionamentos:
Foi divertido ou só cumpri o protocolo?
Gosto mesmo de comemorar da forma como fizemos ou só me submeti ao que foi imposto pela rotina e pelas tradições?
Estava realmente com as pessoas com as quais gostaria de estar ou com as que tinha que estar porque não havia outro jeito?
Embora tenha me divertido bastante, tive alguns problemas...
Tirando a presença sempre maravilhosa do meu núcleo familiar e de alguns amigos que sempre serão bem vindos, tive realmente problemas com alguns agregados.
O que fazer quando nos deparamos, no meio desse contexto, com pessoas com as quais não se tem intimidade e nem queremos ter?
Não porque me acho superior ou melhor que elas, mas porque nossas frequências energéticas jamais serão sequer parecidas.
Relações plastificadas...
Ainda bem que percebo tudo isso.
Só tenho que aprender a agir para que isso não se repita em nenhum outro momento do ano.
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domingo, 1 de janeiro de 2012
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Saudade
Com a chegada das festas de final de ano, vem uma saudade... Saudade daquelas pessoas que já morreram e que fazem tanta falta - me refiro, especialmente, ao meu pai, minha tia e meu sogro.
Claro que com relação ao meu pai a dor é eterna, nunca vou me acostumar com a ausência dele na minha vida. Em cada momento importante, penso em como seria bom se ele estivesse presente. Lembro do quanto ele amava meus filhos e como estaria feliz de vê-los crescendo e se tornando seres tão lindos.
A morte do corpo físico é algo com o qual eu ainda não aprendi a lidar, muito embora acredite na imortalidade do espírito.
Penso que cada vez mais devemos aproveitar ao máximo os momentos bons da vida ao lado das pessoas que realmente são importante para nós. Não devemos economizar as demonstrações de carinho e amor! Sou daquelas que quando ama, diz.
Muito amor é o que eu desejo para todos os seres do Universo! E mesmo que neste final de ano a saudade me deixe meio triste, vou procurar olhar ao meu redor e entrar em contato com todas as coisas maravilhosas que estão acontecendo neste momento.
Claro que com relação ao meu pai a dor é eterna, nunca vou me acostumar com a ausência dele na minha vida. Em cada momento importante, penso em como seria bom se ele estivesse presente. Lembro do quanto ele amava meus filhos e como estaria feliz de vê-los crescendo e se tornando seres tão lindos.
A morte do corpo físico é algo com o qual eu ainda não aprendi a lidar, muito embora acredite na imortalidade do espírito.
Penso que cada vez mais devemos aproveitar ao máximo os momentos bons da vida ao lado das pessoas que realmente são importante para nós. Não devemos economizar as demonstrações de carinho e amor! Sou daquelas que quando ama, diz.
Muito amor é o que eu desejo para todos os seres do Universo! E mesmo que neste final de ano a saudade me deixe meio triste, vou procurar olhar ao meu redor e entrar em contato com todas as coisas maravilhosas que estão acontecendo neste momento.
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