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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Amor que tende ao mais infinito...

Olhando para trás e pensando sobre como eduquei meus filhos, vejo meus erros, mas vejo meus acertos também.

Sem dúvida,  meu acerto principal foi nunca ter me preocupado com o meu excesso de amor por eles.

Amor que cresceu e ainda cresce a cada dia que passa!

Digo sempre que esse meu meu amor, tende ao mais infinito e, inclusive, acho que este deve ter sido o motivo principal para eu ter cursado Matemática: poder expressar todo esse  meu amor por eles!

Essa é a forma mais concreta que eu encontrei para expressar meu amor por estes dois seres maravilhosos que vieram para esta vida através de mim.

Como eles são hoje em dia?

Recheados de amor!

Mesmo nos momentos que acabei errando minhas divisões por dois e causei ciúmes entre eles, sempre consegui de alguma forma tranquilizá-los – eles sabem o quanto são amados.

E embora eu faça essa quantificação de amor que tende ao mais infinito, no final o resultado desta conta é sempre um número 'estranhamente' igual para os dois.

Obrigada ao Universo por esta oportunidade maravilhosa que estou tendo de poder vivenciar este amor sem fim...

domingo, 19 de setembro de 2010

Reticências...

De todos os sinais de pontuação o que mais gosto, sem dúvida, é reticências.
Esse sinal deixa qualquer assunto abordado com possibilidade de ser modificado, pensado e enriquecido com mais conteúdo. Ou seja, a porta fica aberta. Talvez seja por isso que me identifique tanto...
Exceto em algumas situações, geralmente deixo a porta aberta. Idéias pré-concebidas, fórmulas de vida, conceitos rígidos, nada disso me atrai. Ao contrário, me cansam.
Toda essa flexibilidade veio com o tempo, acho que é isso que chamam de maturidade. Quando era muito jovem, me apegava a paradigmas como se fossem uma tábua de salvação. Hoje, quero poder experimentar o novo sem ter que dar muita explicação para o velho. Essa rigidez acontecia também com relação à ansiedade por acertar sempre e claro que, quando errava, enlouquecia. Agora estou mais tolerante, embora saiba que possa melhorar nessa questão.
Manter esse blog, que eu adoro, só é possível porque estou um pouco menos exigente. Claro que quando publico qualquer postagem sempre tenho a clareza de que dei o meu melhor. Claro que isso não significa que não cometa erros e nem equívocos, mesmo com todo esse cuidado.
Ainda sobre o blog, muitas vezes ouço comentários interessantes como - "Como tu és corajosa!"; "Tu estás te expondo bastante..."; "Tu não tens problemas em escrever o que pensas.”.
E para essas pessoas eu respondo que não tenho problemas de me mostrar, porque hoje me permito ser quem eu sou, gosto mais de mim mesma. Isso não significa que não vejo meus erros, mas sim que os aceito melhor.
Até mesmo o nome do meu blog – Caminho da Maga – combina com reticências. É um caminho, na verdade o meu, sujeito a todos os tipos de mudanças, turbulências e desvios de rota.