Antes de ter filhos, jamais imaginaria que algum deles somente compraria sua primeira roupa aos 27 anos!
Hoje, meu filho mais velho, que não é nada consumista, comprou uma camisa.
E foi aí que me dei conta de que até hoje ele nunca havia comprado nada, sou sempre eu que compro tudo que ele precisa.
Nós dois rimos muito quando ele chegou com a camisa nova e me contou que havia comprado há pouco.
Sim, sou supermãe, completamente apaixonada pelos meus dois filhos!
Sim, mimo muitos estes dois caras e vivo dizendo que os amo, porque isso é a mais pura verdade e é muito bom poder falar para eles sempre que me dá vontade.
Não, eu não acho que excesso de amor estrague as pessoas, ao contrário, acho que só contribui para a formação de seres sensíveis, amorosos e inteligentes!
Eles só me dão alegrias...
Amor em exagero só faz bem!!!
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domingo, 26 de fevereiro de 2017
A primeira roupa que o Luan comprou
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domingo, 17 de outubro de 2010
Por que meus batons nunca acabam?
Sempre fui, pelo menos, um pouco consumista. E sempre associei esse fato ao meu perfil – sou ansiosa e sempre me senti atraída por coisas novas.
Adoro botas, vestidos, perfumes, lingeries, batons,...
Hoje em dia, já não saio comprando tudo que vejo, espero as liquidações. E mesmo assim, só compro o que adoro e levo sempre em conta o preço. Se as vendedoras soubessem disso, quase nem falariam comigo e se limitariam a responder minhas perguntas.
Com relação aos batons, sempre adorei, desde a infância. Iniciei usando os da minha mãe, que foi quem provavelmente quem me influenciou. Mas lembro de desde muito cedo ter minha própria coleçãozinha. Portanto, por toda minha vida, estive próxima desse meu amigo fiel.
Há algum tempo atrás, uma vendedora de cosméticos me ofereceu alguns batons para que eu comprasse. Eu então respondi que não poderia comprar porque tinha todas as cores que eu conhecia e, inclusive, algumas se repetiam. A vendedora então me disse que muitos deles deviam estar fora do prazo de validade.
Enquanto minhas colegas e amigas compravam batons, eu fiquei proibida de comprar porque ao contrário do que a vendedora havia dito, todos os meus batons eram relativamente novos e estavam dentro do prazo de validade.
Foi aí que percebi que estava comprando demais, não só batons. Esses amigos inseparáveis acabaram me ensinando algo importante: sempre que tivermos um comportamento compulsivo, devemos parar e tentar descobrir o motivo disso estar acontecendo. Foi isso que fiz na ocasião e deu muito certo.
Muitas vezes essas situações acontecem porque estamos tentando fugir de alguma coisa ou até da vida cotidiana que levamos e que não está nos satisfazendo como deveria.
Hoje sei que quanto melhor estou comigo mesma, menos preciso de fugas.
E como sabemos que fugir não resolve nenhum problema, apenas adia a resolução deles...
Adoro botas, vestidos, perfumes, lingeries, batons,...
Hoje em dia, já não saio comprando tudo que vejo, espero as liquidações. E mesmo assim, só compro o que adoro e levo sempre em conta o preço. Se as vendedoras soubessem disso, quase nem falariam comigo e se limitariam a responder minhas perguntas.
Com relação aos batons, sempre adorei, desde a infância. Iniciei usando os da minha mãe, que foi quem provavelmente quem me influenciou. Mas lembro de desde muito cedo ter minha própria coleçãozinha. Portanto, por toda minha vida, estive próxima desse meu amigo fiel.
Há algum tempo atrás, uma vendedora de cosméticos me ofereceu alguns batons para que eu comprasse. Eu então respondi que não poderia comprar porque tinha todas as cores que eu conhecia e, inclusive, algumas se repetiam. A vendedora então me disse que muitos deles deviam estar fora do prazo de validade.
Enquanto minhas colegas e amigas compravam batons, eu fiquei proibida de comprar porque ao contrário do que a vendedora havia dito, todos os meus batons eram relativamente novos e estavam dentro do prazo de validade.
Foi aí que percebi que estava comprando demais, não só batons. Esses amigos inseparáveis acabaram me ensinando algo importante: sempre que tivermos um comportamento compulsivo, devemos parar e tentar descobrir o motivo disso estar acontecendo. Foi isso que fiz na ocasião e deu muito certo.
Muitas vezes essas situações acontecem porque estamos tentando fugir de alguma coisa ou até da vida cotidiana que levamos e que não está nos satisfazendo como deveria.
Hoje sei que quanto melhor estou comigo mesma, menos preciso de fugas.
E como sabemos que fugir não resolve nenhum problema, apenas adia a resolução deles...
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